Foi celebrado ontem (03) o trânsito de São Francisco de Assis na Cripta do Santuário dedicado ao Pai Seráfico

São Francisco de Assis
Foi celebrado ontem (03) o trânsito de São Francisco de Assis na Cripta do Santuário dedicado ao Pai Seráfico

Foi celebrado ontem (03), por volta das 19h, na Cripta do Santuário São Francisco de Assis, em Brasília (DF), o Trânsito de Nosso Pai Seráfico. A celebração foi um momento de muita reflexão sobre a passagem do fundador da Ordem para os braços da Irmã Morte. Os fiéis e as fiéis acompanharam emocionados o rito que foi realizado pelos frades da Casa de Formação São Francisco de Assis. Todos e todas seguiram em procissão ao Santuário, onde a celebração seria encerrada.

Em seguida, ainda no Santuário, o Frei Luís Felipe Marques (OFMConv), presidiu a celebração da Santa Missa. Em sua homilia, Frei Luís relembrou a morte de Francisco, “Não foi um momento triste porque ele o fez em perfeita Santidade”. Co-presidiram a Eucaristia os freis Bernardo Vitório (OFMConv), Rafael Normando (OFMConv) e Rogério Filho (OFMConv).

Continuando a homilia, o Frei Luís também explanou sobre o legado do Seráfico Pai, “Mesmo que tenha morrido há mais de 800 anos, Francisco era jovem. Mais jovem até do que nós que, mesmo vivendo atualmente, há muito tempo já caducamos o evangelho”, elucidou o religioso destacando o caminho da santidade franciscana, “É preciso sair do mundo para abraçar o Evangelho”. Finalizando a sua reflexão, o frade explicitou a complexidade espiritual de Francisco, “Não foi um homem original porque a sua originalidade veio da Palavra. Não foi um homem extraordinário porque viveu do ordinário”.

 

O Trânsito de São Francisco faz memória à tarde da mesma data do ano de 1226, quando a febre aumentou e reduziram-se as forças do Pobrezinho que, ao ver que a chama enfraquecia dentro de si, pediu aos primeiros frades que cantassem o salmo 141, que fala do desejo de deixar as aflições e ir para junto de Deus. Francisco, havia ido de encontro ao Pai. Os irmãos foram, aos poucos cessando o canto, até pararem totalmente. Entre lágrimas, recitaram o Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo como a conclusão do Salmo. O silêncio pairou sobre a cabana. Até o som do lado de fora deu uma pausa. A natureza havia emudecido. Saiba mais sobre o Trânsito aqui.

 

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