Dom Frei Agostinho

  • 03 de agosto: 70 anos de franciscanismo de Dom Frei Agostinho
    Celebramos hoje, 03 de agosto, os 70 anos de entrada na Ordem de Dom Frei Agostinho e os 60 anos de sua ordenação presbiteral. O incansável Cavaleiro da Imaculada nos proporcionou diversos frutos em toda a sua vida e obra, deixando sua influência presente até os dias atuais tanto na Milícia da Imaculada quanto na Missão Amazônia. Falecido em 20 de novembro de 2011, na cidade de Juruá (AM), ele continuou até o fim de seus dias trabalhando na missão da região que tanto amou. Dom Frei Agostinho foi o o primeiro missionário da fundação que hoje é a atual Província São Maximiliano Kolbe do Brasil - dos Franciscanos Conventuais e também foi o 1º Bispo de Luziânia (GO). Nascido em 29 de novembro de 1930, o Cavaleiro da Imaculada era polonês, natural da região de Podwojponie e veio para o Brasil em 1974. Era doutor em teologia sistemática e dedicou a vida ao trabalho missionário. “Ao longo de sua vida, Dom Agostinho adotou o Brasil como sua pátria, como lugar de sua doação até o fim”, disse o provincial Frei Marcelo em nota divulgada no site (leia aqui) na ocasião da morte do Bispo Emérito de Luziânia.   Homenagens Em 20 de março deste ano, o Frei Flávio Freitas, que, juntamente de outros frades, continua o trabalho iniciado pelo Cavaleiro da Imaculada na Amazônia, demonstrou seus sentimentos por tão grande memória de Frei Agostinho e relembrou alguns momentos desde quando se conheceram. Confira a carta a seguir: Carta de Frei Flávio Freitas em homenagem a Dom Frei Agostinho.   No mesmo dia, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá, foi celebrada a Santa Missa em homenagem aos sete anos de seu falecimento. Após a solenidade, foi inaugurado o museu com as memórias do Cavaleiro da Imaculada que contém objetos, fotos e outras memórias do 1º Bispo de Luziânia. Saiba mais clicando aqui.  
  • 7 anos da morte de Dom Frei Agostinho: missionário da minoridade e despreendimento
    No dia 20 de novembro de 2011, em Juruá (AM), morria Dom Frei Agostinho, o incansável Cavaleiro da Imaculada. Conhecido por seu trabalho franciscano, ele foi o primeiro missionário da fundação que hoje é a atual Província São Maximiliano Kolbe do Brasil - dos Franciscanos Conventuais e também foi o 1º Bispo de Luziânia (GO). Morreu se dedicando ao trabalho franciscano, como fez em praticamente toda a sua vida. Em uma carta divulgada hoje, o Frei Flávio Freitas, que está em missão na cidade de Juruá (AM), demonstrou seus sentimentos por tão grande memória de Frei Agostinho e relembrou alguns momentos desde quando se conheceram, em 1987, na confecção da revista Cavaleiro da Imaculada, “eu tinha 15 anos quando fui convidado por ele a entrar para o aspirantado da ordem (...) Era um homem silencioso. Durante os trabalhos, dava sempre uma passadinha gráfica. Pontualmente estava para as orações na capela”. O Frei Flávio contou ainda sobre a inspiração que tem no Cavaleiro da Imaculada e ao legado espiritual que ele deixou na cidade amazônica, “sou testemunha mais uma vez do ardor, do amor desse nosso confrade. Seja no testemunho dos mais velhos ou dos mais novos, seja no trabalho silencioso que hoje vemos os resultados”. Ele continua, “é bonito ver a devoção desse povo e o carinho que eles tem por Dom Frei Agostinho. (...) Fico sentado no fundo da Igreja esperando alguém para a confissão ou rezando e vejo o povo chegar, ir até o túmulo e rezar”. E finaliza “juntamente com Frei Mário, me uno ao nosso provincial, Frei Marcelo, e a toda a província em oração junto ao túmulo do fundador de nossa Missão (...) que possamos empreender toda a nossa vida ao tesouro que é a Missão”. Confira a carta na íntegra no fim da matéria.  Programação especial na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá Em homenagem a Dom Frei Agostinha, hoje, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá, tem-se uma programação especial. Às 18h será rezado o terço, às 19h30 se inicia a Santa Missa dos sete anos de falecimento e, logo após haverá a abertura do museu que será transmitida ao vivo pelo Facebook. Clique aqui e acompanhe! Vida de Dom Frei Agostinho Ele entrou na vida religiosa aos 16 anos, em 1946, seguindo o exemplo de São Francisco. Dois anos depois, foi acolhido na Ordem dos Frades Menores Conventuais. Sua caminhada pastoral foi marcada pela formação religiosa, sendo mestre de noviços durante sete anos na Província de Varsóvia. Após a beatificação de São Maximiliano Kolbe, em 1971, impulsionou a Ordem pelo mundo. Assim, depois de estudos preliminares, foi decidido em Varsóvia que Frei Agostinho teria a sua próxima missão no Brasil. Chegou à cidade do Rio de Janeiro em 1974. No ano seguinte, se viajou com outros quatro freis para Goiás, se instalando na cidade Uruaçu. Desde então, tornou-se presbítero pioneiro na área que vai de Luziânia ao Valparaíso. Após um tempo em missão no entorno de Brasília com as bases já estruturadas do Convento Imaculada Conceição (Jardim da Imaculada), ele foi nomeado, em 1983, o Primeiro Custódio da Custódia de São Maximiliano no Brasil. No fim da década, em 1989, foi consagrado pela Sé Apostólica como o Bispo da diocese de Luziânia, da qual ele mesmo seria o fundador. Serviu à diocese por incansáveis 15 anos até que, em 2004, teve a sua renúncia aceita pela Sé. Completaram-se aqui, 30 anos de sua missão no Brasil. Começa então uma nova fase de seu serviço a Deus e aos ensinamentos franciscanos quando parte, no primeiro dia do ano de 2005, para a prelazia de Tefé (AM), integrando a Missão da Amazônia. Após um ano de serviço em Juruá, Dom Frei Agostinho sofre com uma simples hepatite causada pela contaminação da água. Em 2008, após a chegada de Frei Janusz Daneck na cidade, Dom Frei Agostinho se sente mal e vai à Manaus para a sua primeira cirurgia no intestino. Em 2008, com uma estável melhora e de volta à região central do Brasil, ele comemora os 50 anos de sua vida presbiteral no Convento Imaculada Conceição de Maria, o qual foi o fundador em 1977. Depois de alguns exames, no ano seguinte, é internado no Hospital de Base em Brasília para a sua segunda cirurgia. Em 2010, ainda na Capital Federal, são celebrados na Cúria Provincial os seus 80 anos de vida em seu aniversário onosmático. No mesmo ano, retornou para a cidade de Juruá e ali permaneceu alegre e agradecido de sua caminhada. No dia 20 de março de 2011, às 6h37 do horário da Amazônia, faleceu na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Deixou um legado de árduo trabalho e dedicação ao serviço franciscano que será, por muito tempo, a inspiração de muitos outros frades e fieis que escolhem a caminhada cristã. Carta do Frei Flávio Freitas
  • 9 anos do falecimento de Dom Frei Agostinho: o pioneirismo missionário
        MENSAGEM DO PROVINCIAL   Caros confrades, guardiães e párocos, lhes desejo a Paz e o Bem!   Hoje, 20 de março, fazemos memória do nono ano da morte de Dom Frei Agostinho. Nesta data no ano de 2011 em Juruá (AM), o frade encontrava a Irmã Morte. Ele foi firme e disposto na Missão de Evangelização. Dom Frei Agostinho foi, de fato, um grande missionário que doou-se por inteiro à evangelização através dos seus sinais de fé! Este ano, nossa Província celebra também 15 anos da Missão Amazônia (confira clicando aqui). Isto acontece graças ao ardor missionário e religioso do Cavaleiro da Imaculada. Ele testemunhou grande compaixão com o povo daquelas terras. Fez-se Igreja ao povo distante da Igreja, sendo: oração, celebração, intercessão e presença. O mesmo podemos dizer com gratidão sobre a fundação da Província São Maximiliano Kolbe do Brasil. Nós, como Franciscanos Conventuais, damos graças à vida que ele dedicou a Deus pela  Imaculada! Com ele, muitos de nós frades aprendemos a dedicar nossas caminhadas através seus importantes conselhos. Por tão valioso empenho missionário à Igreja, Deus o chamou a ser o 1º Bispo de Luziânia (GO). Portanto, ressaltamos a sua vida, sua missão, a sua austera dedicação missionária! Que Deus o recompense e possamos corresponder da melhor forma na Missão que ele mesmo começou!   Frei Gilberto de Jesus Ministro Provincial   Brasília, 20 de março de 2020.      DOM FREI AGOSTINHO   Hoje, 20 de março, relembramos o falecimento de Dom Frei Agostinho. Neste mesma data há exatos 09 anos, o Cavaleiro da Imaculada ia de encontro aos braços da Irmã Morte na cidade de Juruá (AM). O frade que viveu uma vida de entregas a proclamar o Evangelho de Cristo juntamente do carisma franciscano, por duas vezes foi missionário e pioneiro.   Foi ele o primeiro frade polonês a trazer a missão franciscana em terras brasileiras e aqui continuar o sonho de São Maximiliano Maria Kolbe, fundando, além do Santuário Jardim da Imaculada, a nossa Província que é dedicada ao santo. Também foi ele quem primeiro desbravou o norte do Brasil para levar a Palavra na Missão Amazônia.   Em nossa Província, deixou como legado a missão de sempre ir ao encontro dos mais desafortunados. Ao povo de Deus, ensinou como a graça do encontro é também o combustível da caminhada. Em muitas cidades deixou a sua marca. Em Niquelândia estão os primórdios da Província. Na Cidade Ocidental, há a revista Cavaleiro da Imaculada enviada a todo o Brasil.   Estas marcas de Dom Frei Agostinho não são apenas físicas, mas também sensíveis. No município que outrora fora esquecido por muitos, os habitantes continuam a se lembrar do frade. Lá, ele já foi homenageado em festivais típicos (saiba mais clicando aqui) e deixou guardado na memória e na devoção popular a fama de santidade (entenda mais aqui).      BIOGRAFIA   Falecido em 20 de novembro de 2011, na cidade de Juruá (AM), ele continuou até o fim de seus dias trabalhando na missão da região que tanto amou. Nascido em 29 de novembro de 1930, o Cavaleiro da Imaculada era polonês, natural da região de Podwojponie e veio para o Brasil em 1974. Era doutor em teologia sistemática e dedicou a vida ao trabalho missionário. Leia mais sobre o Cavaleiro da Imaculada clicando aqui. 
  • Missão Amazônia: novena a São Maximiliano e visita ao Museu Dom Frei Agostinho
    Foi encerrada ontem, 14, na Solenidade de São Maximiliano, a novena em ação de graças ao padroeiro da província. A comunidade da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Juruá (AM), celebrou a vida e obra do fundador da Milícia da Imaculada entre os dias 05 e 13 deste mês e, neste período, realizaram diversas atividades. No sexto dia da novena (10), os jovens e as jovens milicianas fizeram um mutirão de limpeza na praia da cidade com o intuito de conscientizar a população sobre a nossa responsabilidade para com a criação. Já no dia seguinte (11), na festividade de Santa Clara, foi abençoado e inaugurado o Cinema Paroquial na sala da Juventude da Milícia da Imaculada (JMI). Na ocasião, foi transmitido o documentário “Jardim da Imaculada” (2013), produzido pela Canção Nova (que você pode conferir ). O Cinema Paroquial estará aberto às escolas locais e algumas já iniciaram a marcação de horários. Inauguração da sala de Cinema Paroquial.   No encerramento da novena, durante a Solenidade de São Maximiliano, realizamos o Ofício da Imaculada Conceição e, logo depois, celebramos a Santa Missa presidida pelo Frei Flávio Amorim. As integrantes e os integrantes da JMI prepararam um jantar que foi partilhado num momento de muita fraternidade.   Visita ao Museu do Cavaleiro da Imaculada Hoje, 15, os alunos e as alunas da Escola Municipal Dalila Litaiff conheceram o Museu Dom Frei Agostinho e visitaram o seu túmulo. O passeio faz parte de uma programação direcionada às escolas para que seus estudantes possam aprender sobre a vida e obra desse cidadão que escolheu Juruá por amor, um apóstolo incansável da Imaculada. O Frei Flávio acompanhou a visita e relatou a ocasião, “foi um momento de muita emoção. As crianças fizeram diversas perguntas e ficaram encantadas com a missão de Dom Frei Agostinho e o seu desejo em permanecer na cidade”, disse ele. O Frei Flávio, organizador desta programação, falou sobre o legado do Cavaleiro da Imaculada para a Missão Amazônia, “ele nos deixa um grande testemunho de amor à missão e, por ela se deixa consumir até o último momento. Isso é visível no testemunho do povo de Juruá. Que Dom Frei Agostinho cuide e interceda por essa bela obra!”, expressou ele. Frei Flávio falando aos estudantes e às estudantes durante a visita ao Museu Dom Frei Agostinho.   Confira mais fotos na galeria!  Saiba mais sobre a Missa Amazônia clicando aqui. Conheça mais da obra de Dom Frei Agostinho aqui. 
  • Missão Amazônia: peregrinação do Barco Dom Frei Agostinho
    Desde que ficou pronto, em 22 de outubro, o barco Dom Frei Agostinho, fez uma verdadeira peregrinação para que pudesse estar pronto para o auxílio da Missão Amazônia na cidade de Juruá (AM). Tudo começou ainda no domingo das eleições, 28, quando o Frei Flávio Amorim (OFMConv.) viajou à Manaus (AM) para preparar os caminhos a serem percorridos com a embarcação. Na terça-feira, 30, no Porto da Marina no Rio Negro, ainda na capital amazonense, o barco foi abençoado por Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus e que há muito mantém uma relação de admiração mútua para com os irmãos conventuais e a sua Missão, principalmente pelo Cavaleiro da Imaculada, Dom Frei Agostinho (OFMConv.). Em seguida, a embarcação foi testada, ocasião em que realizou a sua primeira viagem até a cidade de Tefé (AM). Já no dia 05 de novembro, quando o barco havia chegado ao seu destino, os Freis Flávio e Mário Pruszak (OFMConv.) deram andamento na documentação e regulamentação do mesmo. À tarde, por volta das 15h, no Porto de Tefé e no rio de mesmo nome, os frades, acompanhados do Frei Vogran Leluia (OFMConv.) e outros fiéis da comunidade, realizaram a segunda bênção ao barco pelas mãos de Dom Fernando Barbosa, Bispo da Prelazia de Tefé. Dom Fernando Barbosa e os Freis Flávio Amorim (OFMConv.) e Vogran Leluia (OFMConv.) na bênção ao barco em Tefé.   Somente no último sábado, 10, a embarcação chegou à sua casa definitiva, a cidade de Juruá. Logo cedo, às 08h30, muitos e muitas fiéis da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, aguardavam a chegada do barco no Terminal Hidroviário. Chegada essa que foi realizada com muito carinho e acolhimento pela comunidade que alegrou-se com mais este passo importante da missão conventual na região. Dentre as documentações já liberadas para a embarcação, está a homologação que habilita a navegação e que foi autuada na quinta-feira, 08, como explica o Frei Flávio, “ainda é a autorização provisória, mas em torno de um mês, chegará a definitiva. E, assim, o nosso peregrino Dom Frei Agostinho, continua sua missão aqui na Amazônia”, pontuou o religioso relembro àquele que foi e é inspiração para muitos e muitas.  Frei Flávio juntamente da comunidade de Nossa Senhora Aparecida na chegada da embarcação à Juruá.   Conheça a Missão Amazônia aqui.  Confira os últimos trabalhos franciscanos na Missão clicando aqui.  Veja mais fotos na galeria!   Ajude a Missão em Tefé Os frades precisam de sua ajuda para as obras na Casa de Missão em Tefé (confira aqui e aqui também). Você pode colaborar com qualquer quantia na conta: 16384-8, agência 3743, do Banco Bradesco – em nome de “Prelazia de Tefé – Paróquia Santo Antônio de Pádua”. Quaisquer dúvidas ou informações, entre em contato com o Frei José Adriano (OFMConv).
  • Nova embarcação da Missão Amazônia: barco Dom Frei Agostinho
    Na última segunda-feira, (22) dia de São João Paulo II, ficou pronto o barco da Missão Amazônia. Em justa homenagem aquele que foi o pioneiro e inspirador desta evangelização, o barco foi batizado de Dom Frei Agostinho. Estão sendo preparados os últimos documentos para que ele seja levado à Juruá. A embarcação tem 8,6m x 2,2m e estava sendo construído desde o dia 21 de agosto. Conheça a Missão Amazônia aqui.  Confira os últimos trabalhos franciscanos na Missão clicando aqui. 
  • Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e Dom Frei Agostinho são homenageados em Juruá
    Neste fim de semana, entre os dias 03 e 05 de agosto, aconteceu em Juruá (AM), o VII Festival Folclórico que, na edição deste ano, homenageou a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Foram momentos de muita alegria e emoção na festa que celebrou os 47 anos de fundação da paróquia, relembrando a obra de Dom Frei Agostinho e de todo o trabalho realizado durante a Missão Amazônia na região. O Frei Flávio Amorim, pároco e missionário da Amazônia, contou que o festival foi muito significativo para a obra da missão e de Dom Frei Agostinho, “ele que teve coragem de vir e compartilhar o carisma franciscano por estas terras. Se estamos aqui e já podemos colher alguns frutos, foi graças aos frades que vieram, mas principalmente por Dom Frei Agostinho. E aqui está o grande significado dessa festividade para a nossa missão: o reconhecimento do trabalho de tudo o que frades conventuais fizeram em Juruá”, explicou o Frei Flávio.   E, para solenizar não somente os 13 anos da presença franciscana em Juruá, mas também os 70 anos de entrada na ordem e os 60 anos de ordenação do Cavaleiro da Imaculada (clique aqui e leia mais sobre estas datas noticiadas no site), foram preparadas diversas homenagens e apresentações pelos Grupos Folclóricos Encanto Azul e Cheiro da Mata e pela Pastoral da Juventude (PJ) da comunidade. Grupos homenagearam os 47 anos de fundação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e a obra de Dom Frei Agostinho.   Em um verdadeiro espetáculo, o assunto escolhido pelo grupo Encanto Azul foi “Celebração”, tema esse que foi posto em prática numa grande solenidade que tratou da memória da Paróquia desde a sua fundação, ainda em 1971. Iniciando a sua apresentação com uma pequena procissão guiada pela imagem de Nossa Senhora de Fátima e ao som do brado “Viva Nossa Senhora de Fátima”, eles ainda fizeram uma demonstração da luta por território entre os macacos Guariba e Prego, finalizando com o Ritual Indígena. O grupo folclórico Encanto Azul cantou o brado "Viva Nossa Senhora de Fátima" em ação de graças à Padroeira da Paróquia.   Já o grupo Cheiro da Mata expôs o tópico “Juruá: minha terra, minha gente”, fazendo uma crônica sobre toda a história da cidade e de seu povo: dos ribeirinhos que são compostos, principalmente, por seringueiros que vieram dos estados do Nordestes durante o ciclo da borracha; e dos indígenas, em especial às tribos dos Kanamari, que viveram na região, e dos Madija Kulina que, até hoje, lutam por sua sobrevivência. Para versar estas narrativas, os integrantes do Cheiro da Mata contaram a lenda do Sapo e do Boto-Cor-deRosa, tendo como ponto de partida a chegada do cavaleiro da Imaculada. Em um relato emocionante, o jovem Sabóia recordou, com muito carinho e gratidão, a trajetória do frade pioneiro e missionário até sua vinda para a cidade. Foram utilizados quadros da padroeira e de Dom Frei Agostinho como cenário, sendo acompanhados pela Paróquia ao fundo. Tratando de tradições e lendas folclóricas, o grupo Cheiro da Mata contou a história de seu povo e da Paróquia.   Em sua apresentação, a quadrilha da PJ fez a trouxa a montagem “Juruá: terra de festa e fé”, em que fez uma abordagem sobre a história da Paróquia com enfoque à chegada do missionário da amazônia. Para compor esta narrativa, assim como o grupo anterior, os jovens e as jovens utilizaram como cenário a quadros do frade de Nossa Senhora de Fátima, tendo ao fundo a própria igreja. O pessoal da pastoral preparou também poema sobre a temática, que segue: Juruá: terra de festa e de fé Venho aqui neste lugar, para poder lhes apresentar o amor a minha terra, o meu chão e o meu lugar. A emoção é muito forte, chego a me maravilhar, pois aqui nós mostraremos a paixão por Juruá. Neste momento eu agradeço a precensa da população, pois esse povo também entende que cultura é diversão. Não poderíamos esquecer o incetivo a que nós foi dado, pelo apoio oferecido o nosso muito obrigado. Agora chegou a hora e eu começo a me arrepiar, vou falar de duas coisas que consagram Juruá. Juruá é terra festiva de que sabe se organizar, os ensaios foram constantes porque queriamos arrazar, nos figurinos mostraremos uma beleza diferencial, pois aqui nunca ouve parecida ou igual. Tudo isso tem motivo que é o maior e o central, expressar a nossa fé por meio do festival. Esse povo ribeirinho que foi o pilar do Caitaú, decidiram plantar a mão, a semente mais poderosa de que se precisa uma nação. Nesta terra chegaram gente, que vinham de todo lugar, os olhares se cruzavam e é por isso que aqui você está. O seringueiro chegou primeiro, vinham atrás de enriquecer, mais ao entrar nesta floresta foi que aprenderam que a riqueza era viver. A comunidade foi sendo criada, por nossos pais e avós, e o que começou no Paranaguá, se tornou a mais bela princesinha do rio Juruá. Aqui também chegaram os missionarios em uma missão, foram eles os precursores da nossa fé e devoção. Aqui eles chegavam, e não queriam mais voltar parecia que essa terra era o seu verdadeiro lugar, os laços eram tão fortes que pareciam ser da nossa família, e na verdade era isso mesmo pôs só a nós e que eles tinham. Alguns aqui morreram, como um destino marcado, para se tornarem santo onde mais se sentiam amado. Eu falo de D.Agostinho o humilde santo do amor, que acabou se tornando símbolo, pela historia que aqui criou. A ele devemos muito, pelo o que nos ensinou, sua missão aqui foi cumprida com muita honra e louvor. A tradição festeira mais antiga, não poderia aqui faltar, pois a verdadeira festa do povo está no meio dos arraiá. Em maio é nossa Senhora de Fátima, o festejo mais atrativo da região, em outubro é São Francisco ho santo de tradição. Aqui eu vou terminando com orgulho em me expressar, em dizer que essa quadrilha foi uma atração espectacular, trouxe história, trouxe emoção, trouxe a garra desta nação, e aqui eu me despeço na certeza desta missão.   A Pastoral da Juventude da Comunidade também participou do festival, falando da padroeira e da presença franciscana em Juruá.   Confira no vídeo alguns momentos das apresentações dos grupos folclóricos. Veja mais fotos na galeria!  Saiba mais sobre Dom Frei Agostinho aqui, acompanhe as notícias da Missão Amazônia aqui e em sua fanpage no Facebook e leia outras notícias sobre a Paróquia Nossa Senhora de Fátima clicando aqui.
  • Saiba como foi a homenagem a Dom Frei Agostinho em Juruá
    Foi celebrada ontem, 20, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima em Juruá (AM), às 19h30, a Santa Missa em homenagem aos sete anos de falecimento de Dom Frei Agostinho. Após a solenidade, foi inaugurado o museu com as memórias do Cavaleiro da Imaculada. O Frei Flávio Freitas presidiu a liturgia e, em sua homilia relembrou a vida e as obras de Dom Frei Agostinho, principalmente, os laços que ele deixou por onde passou e nos lugares que fundou. Em suas palavras, o Frei disse emocionado “assim como São Maximiliano, ele quis se consumir totalmente pelo zelo, pelo amor. Ele se consumiu na Missão pela Imaculada que ele amou tanto! Ele se deixou consumir ao Senhor, pelo povo!”. Logo após a Santa Missa, em procissão, todos os presentes foram à abertura do museu que tinha objetos, fotos e outras memórias do 1º Bispo de Luziânia. “O museu é um lugar para se passar e olhar, ler tudo o que está ali”, falou o Frei Flávio ao pedir a contemplação do público.   A transmissão ao vivo da Missa foi feita pela PASCOM da Missão Amazônica, podendo ainda ser conferida em sua página, clicando aqui. Confira a seguir as fotos do museu com as lembranças do Cavaleiro da Imaculada. Saiba mais sobre a vida de Dom Frei Agostinho aqui.