No dia 19 de março de 2026, dia de São José, foi celebrada a ordenação diaconal de quatro frades da Província São Maximiliano M. Kolbe, pela imposição de mãos de Dom Antônio Aparecido de Marcos Filho, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília. A celebração aconteceu na Capela São José Operário, em Valparaíso de Goiás, reunindo fiéis em uma noite marcada pela fé, entrega e c
Hoje, 20 de março de 2026, aconteceu, no Jardim da Imaculada, a celebração dos 15 anos de falecimento de Dom Agostinho.
A celebração foi realizada na Capela do Cemitério Imaculada Conceição, reunindo frades e membros da comunidade. Estiveram presentes o Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus, OFM Conv.; o Guardião do Jardim da Imaculada, Frei Jorge Campelo, OFM Conv.; além dos frad
A Província São Maximiliano Maria Kolbe recorda com gratidão e reverência a vida missionária de Dom Frei Agostinho Januszewicz, OFMConv, cuja trajetória deixou marcas profundas na história franciscana no Brasil. No dia 20 de março desse ano, celebramos os 15 anos de seu falecimento, ocasião em que renovamos nosso reconhecimento pelo seu exemplo de entrega, caridade e fidelidade ao Evan
Por frei Ennis Claudio, OFMConv.
A Sagrada Escritura nos diz pouco sobre São José, mas o essencial nos foi revelado. Ele é apresentado como "um homem justo".
Entre os grandes mistérios da fé cristã, a figura de São José brilha com uma luz mansa e profunda. Ele não fala nos Evangelhos, mas sua vida inteira é uma pregação silenciosa. Não ocupa o centro da cena, mas sustenta o centro d
“A comissão de Formação Inicial tem o dever de favorecer a formação permanente dos educadores das Casas de Formação da Província” (Est Prov. 136).
No dia 16 de março de 2026, aconteceu a reunião da Comissão de Formação Inicial da Província São Maximiliano M. Kolbe, na sede da Província em Brasília. Estiveram presentes todos os formadores, vice-formadores e o presidente da
Centro Franciscano de Evangelização e Cultura (CFEC)
A Casa Franciscana de Encontros Conventuais (CFEC) é um espaço na Asa Norte, no Santuário São Francisco de Assis, voltado à hospedagem e realização de encontros e eventos, oferecendo tranquilidade e fácil acesso no Distrito Federal.
No dia 19 de março de 2026, dia de São José, foi celebrada a ordenação diaconal de quatro frades da Província São Maximiliano M. Kolbe, pela imposição de mãos de Dom Antônio Aparecido de Marcos Filho, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília. A celebração aconteceu na Capela São José Operário, em Valparaíso de Goiás, reunindo fiéis em uma noite marcada pela fé, entrega e comunhão.
Receberam o primeiro grau do sacramento da Ordem os frades:
Frei Heronn Magno R. Duarte
Frei Marcus Pires de França
Frei Luan Souza Matos
Frei Walas Silva Santos
A celebração contou com a presença do Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus, OFM Conv., do Vigário Provincial, Frei Amilton, além de diversos frades sacerdotes, irmãos religiosos, sacerdotes diocesanos, religiosos e religiosas, e do povo de Deus que se reuniu para acompanhar e rezar por este momento tão significativo na vida da Igreja.
À luz do carisma de São Francisco de Assis, os novos diáconos são chamados a viver o ministério com fidelidade, sendo sinais de caridade, humildade e serviço.
A comunidade expressa sua gratidão a todos que participaram desta celebração e segue unida em oração pelos novos diáconos.
Hoje, 20 de março de 2026, aconteceu, no Jardim da Imaculada, a celebração dos 15 anos de falecimento de Dom Agostinho.
A celebração foi realizada na Capela do Cemitério Imaculada Conceição, reunindo frades e membros da comunidade. Estiveram presentes o Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus, OFM Conv.; o Guardião do Jardim da Imaculada, Frei Jorge Campelo, OFM Conv.; além dos frades Miescislaw, Eusébio, João Batista, Lanoil, Antônio, Israel, Edmundo, Mário e os postulantes da Casa de Formação.
A celebração recordou a vida, as obras e a dedicação de Dom Agostinho em prol da Província São Maximiliano M. Kolbe, da Diocese de Luziânia e da missão no Amazonas.
Agradecemos a todos que contribuíram para a realização desta celebração e elevamos nossas orações pela alma de Dom Agostinho, bem como por toda a Província São Maximiliano M. Kolbe.
A Província São Maximiliano Maria Kolbe recorda com gratidão e reverência a vida missionária de Dom Frei Agostinho Januszewicz, OFMConv, cuja trajetória deixou marcas profundas na história franciscana no Brasil. No dia 20 de março desse ano, celebramos os 15 anos de seu falecimento, ocasião em que renovamos nosso reconhecimento pelo seu exemplo de entrega, caridade e fidelidade ao Evangelho.
Nascido em 29 de novembro de 1930, na Polônia, Dom Agostinho dedicou grande parte de sua vida ao serviço da Igreja e ao anúncio do Reino de Deus. Após anos de formação e estudo teológico, veio ao Brasil em 1974, trazendo consigo o ardor missionário franciscano e o sonho de São Maximiliano Maria Kolbe de evangelizar com amor e simplicidade.
Chama atenção o crescimento da Missão sob sua liderança. Em apenas três anos após sua chegada, já havia frades estabelecidos em Uruaçu-GO, Campinorte-GO, Rialma-GO e Niquelândia-GO. Em 1977, conseguiu adquirir um terreno na Cidade Ocidental-GO para a construção do primeiro convento da Província, o Jardim da Imaculada, que foi abençoado em 08 de dezembro de 1977.
No quarto ano da Missão, Dom Agostinho lançou a primeira edição da Revista Cavaleiro da Imaculada, com 4.500 exemplares, iniciando assim o apostolado pelos meios de comunicação. Após nove anos de missão, a Custódia de São Maximiliano foi erigida em 1983. No décimo ano, foi estabelecida, no Jardim da Imaculada, a primeira Casa de Formação.
Seu testemunho teve um grande impacto: com 15 anos de presença no Brasil, foi escolhido para ser bispo, assumindo a recém-erecta Diocese de Luziânia, onde serviu por 15 anos.
Em solo brasileiro, ele foi pioneiro em inúmeras iniciativas: participou da fundação do Santuário Jardim da Imaculada, esteve à frente da missão que se tornaria a Província São Maximiliano Maria Kolbe e foi protagonista na expansão do trabalho evangelizador no norte do país, especialmente na região amazônica. Após tornar-se bispo emérito em 2004, decidiu partir para o Amazonas, em 11 de janeiro de 2005, onde permaneceu por seis anos. Faleceu aos 80 anos, em Juruá (AM), local onde está sepultado. Sua presença marcou fortemente comunidades como Juruá (AM) e outras localidades onde promoveu o encontro com Cristo e o testemunho franciscano.
Dom Agostinho foi um homem de profunda fé, espírito orante e sensibilidade pastoral. Sua vida refletiu um compromisso inquebrantável com a Palavra de Deus e com a missão de ir ao encontro dos mais necessitados. Ele ensinou, com seu exemplo, que a missão não é apenas uma obra humana, mas uma resposta amorosa à chamada de Deus, que nos chama a permanecer na fé e a viver a verdade que liberta.
Em sua trajetória como frade, sacerdote, formador e primeiro bispo da Diocese de Luziânia, Dom Agostinho demonstrou coragem, perseverança e amor incondicional pela Igreja e pelo povo. Mesmo diante dos desafios e das adversidades, ele permaneceu fiel ao chamado de Deus, deixando um legado de serviço, de dedicação e de generosidade.
Hoje, ao recordarmos sua memória, a Província eleva sua oração a Deus, agradecendo por sua vida e obra. Que seu testemunho continue a inspirar frades, leigos e comunidades a viverem com fervor o amor missionário, renovando o compromisso com o Evangelho e a serviço dos irmãos.
A Sagrada Escritura nos diz pouco sobre São José, mas o essencial nos foi revelado. Ele é apresentado como "um homem justo".
Entre os grandes mistérios da fé cristã, a figura de São José brilha com uma luz mansa e profunda. Ele não fala nos Evangelhos, mas sua vida inteira é uma pregação silenciosa. Não ocupa o centro da cena, mas sustenta o centro da história: Jesus Cristo, o Filho de Deus feito homem, e Maria, a Mulher escolhida para ser sua Mãe. Contemplar São José é aprender que a verdadeira grandeza diante de Deus nasce da obediência, da humildade e do amor fiel.
A Sagrada Escritura nos diz pouco sobre São José, mas o essencial nos foi revelado. Ele é apresentado como "um homem justo" (Mt 1,19). Essa simples afirmação encerra toda a sua espiritualidade. Ser justo, para José, não significou apenas cumprir a Lei, mas viver inteiramente orientado para Deus. Ele confiou sem reservas, mesmo quando não compreendia plenamente os acontecimentos. Diante do mistério da Encarnação, não exigiu explicações; colocou-se em silêncio diante da vontade divina e deixou-se conduzir.
São José ensina que o silêncio pode ser uma forma altíssima de fé. Seu silêncio não é ausência, mas presença interior; não é fuga, mas escuta atenta. Ele escutou Deus nos sonhos, nos acontecimentos inesperados, nas exigências concretas da vida. E, sempre que Deus falava, José respondia com prontidão. Levantou-se, partiu, acolheu, protegeu. Sua obediência foi simples e total.
Como esposo de Maria, São José viveu um amor casto, profundo e generoso. Amou sem possuir, cuidou sem dominar, protegeu sem sufocar. Em sua presença, Maria encontrou apoio e segurança para cumprir sua missão. Em sua casa, o Filho de Deus aprendeu a falar, a rezar, a trabalhar. Jesus foi submisso a José, reconhecendo nele a imagem visível da paternidade do Pai Celeste. Que mistério grandioso: Deus confiou seu próprio Filho aos cuidados de um homem humilde!
São José foi também trabalhador. O Evangelho o apresenta como carpinteiro, sustentando sua família com o suor do rosto. Seu trabalho não era um obstáculo à santidade, mas o caminho concreto pelo qual se santificava. No barulho do serrote e do martelo, José oferecia sua vida a Deus. Assim, ele santificou o cotidiano, mostrando que a rotina, quando vivida por amor, torna-se lugar de encontro com o Senhor.
É por isso que São José é tão próximo do povo simples. Ele não foi doutor da Igreja, nem pregador famoso, nem governante poderoso. Foi um leigo, pai de família, homem comum aos olhos do mundo, mas extraordinário aos olhos de Deus. Sua santidade floresceu no escondimento, na fidelidade às pequenas coisas, na perseverança silenciosa. Ele conheceu as dificuldades, o exílio, a insegurança, o medo — e nunca deixou de confiar.
A Igreja reconhece em São José um protetor poderoso e um modelo seguro para todos os estados de vida. Nele aprendemos a viver a fé sem alarde, a amar sem buscar reconhecimento, a servir sem exigir recompensas. Seu exemplo nos convida a acolher a vontade de Deus mesmo quando ela nos conduz por caminhos obscuros, confiando que o Senhor guia cada passo daqueles que se abandonam a Ele.
São José continua vivo na devoção do povo cristão porque fala ao coração. Ele nos ensina a rezar com a vida, a transformar o trabalho em oferta, a fazer da família um santuário. Seu silêncio nos educa, sua fidelidade nos fortalece, sua presença discreta nos acompanha.
Ao nos aproximarmos de São José, aprendemos que a santidade não consiste em grandes palavras, mas em um grande amor. Amor fiel, amor obediente, amor silencioso. Que ele nos ajude a viver assim: atentos à voz de Deus, disponíveis à sua vontade e firmes na confiança de que, mesmo no silêncio, o Senhor está agindo.
São José, homem justo e fiel, rogai por nós.
Fonte: Revista Cavaleiro da Imaculada, março de 2026, páginas 22 a 25.
A Ordem dos Frades Menores Conventuais é a Ordem religiosa fundada por São Francisco de Assis.