Abordagem antropológica do tema dos estudos
Frei François Comparat, frade menor francês, na segunda metade do século passado ocupou-se muito da formação de leigos em seu país. A revista “Evangile Aujourd’hui” publicou um de seus textos sobre a antropologia dos estudos. O trabalho se insere dentro de um contexto de um congresso mais vasto: espiritualidade franciscana e vida intelectual. Outros colaboradores apresentaram suas pesquisas mais diretamente ligadas ao jeito franciscano de ver o mundo. Aqui transcrevemos quase todo o texto de Frei François Comparat no qual há algumas referências à especificidade do estudo na perspectiva franciscana. O texto nos permite refletir sobre os estudos a partir da ótica antropológica. O autor supõe leitores religiosos, mais especificamente franciscanos e franciscanas.
Antropologia é uma palavra que recobre o conjunto de disciplinas que se interessam pelo homem, considerado individual ou coletivamente em seus mais diversos aspectos e ajudam a que se possa chegar a uma concepção global do ser humano. Ela escruta a vida do homem no seio de múltiplos relacionamentos que podem levar ao seu pleno desenvolvimento.
Questões prévias:
O que se passa em mim quando resolvo fazer estudos? Como minha pessoa é tocada? Muito, pouco, quase nada?
Os estudos que empreendo exercem influência sobre o grupo a que pertenço?
Para que servem os estudos? Devo fazê-los quando lá por dentro de mim não desejo de verdade?
Estudar é como partir em peregrinação
No desejo de nos abeirar do sentido da formação podemos dizer que é fazer um pouco como Abraão: é partir sem saber para onde se vai. Os conhecimentos que aos poucos vão sendo adquiridos significam uma ajuda para desenvolver a vida religiosa que foi minha opção, poderão me prestar serviço e corresponder àquilo que busco? Um aspecto todo particular precisa ser levado em consideração: com os estudos é bem provável que eu me torne diferente. Como as pessoas aceitarão as mudanças do neoformando? Serei aceito? Há mudanças que são operadas: um deixar o ambiente habitual, um certo gênero de vida, horários, etc. Acolher um processo de formação não nos deixa imunizados, indemnes.
Como adultos já temos uma experiência de vida. Temos nossos hábitos devido ao estilo de vida consagrada que levamos. Tais hábitos são bons já que não podemos inventar a cada manhã o que nos cabe realizar. Tomamos rapidamente decisões frente às simples questões de todos os dias porque já possuímos uma regra de vida, temos experiência e uma certa maturidade da fé: os contornos estão fundamentalmente balizados.
De outro lado há certos hábitos que funcionam como freio: falta de imaginação, não tolerar questionamentos, ter dificuldade em rever as próprias ideias, experimentar o medo, um dobrar-se sobre si mesmo. Para chegar a saborear a formação, necessário que haja um certo gosto pelos “deslocamentos” interiores intelectuais, psicológicos e espirituais, o que pode ao mesmo tempo ser algo estimulante diante das perspectivas da novidade e, pelas mesmas razões, causar inquietação. A formação é grosso modo como a escalada: deixa-se um ponto de apoio para alcançar outro que nos leva mais adiante. A formação se casa bem com a espiritualidade da peregrinação. Não é mero “rito” de devoção, mas processo de transformação do ser de alguma forma arrancado do espaço e gênero de vida habituais. O peregrino é um homem que se arranca e que parte em busca de um “alhures” como se a mudança de lugar trouxesse consigo uma mudança de vida.
Mas atenção, peregrinação não é turismo. Há uma dimensão de fé. Assim, peregrinar é aproximar-se das raízes de sua própria fé. Substituam a palavra peregrinação por formação e haverão de ter uma ideia do que ela representa.
Formar não é perder seguranças humanas mas consiste em correr um risco. A pessoa que se coloca numa posição de “discente” corre o risco de duas alternativas:
Falta de flexibilidades que a leva a criticar o docente.
Ou contrariamente: não se tem condições de comparar o que foi adquirido anteriormente com a novidade e há a tentação e transforar o “formador” num guru.
Há a questão do meio onde se vive. Aquele que faz estudos se movimenta num ambiente que não vive a atmosfera de estudo. A formação “teológica” não é automaticamente alimento para nossa vida espiritual. As pessoas precisam se dar conta que com os estudos não estão perdendo a fé e sim falsas imagens da fé. Não se questiona a existência de Deus. Nossas ideias a seu respeito e que são postas em xeque.
A formação cristã dos adultos é um risco, mas antes de tudo uma chance para a comunidade que sempre sai ganhando com o enriquecimento dos formandos apesar de certas “incompreensões”. Os estudos existem porque cada um tem o direito de melhor situar sua fé com relação às questões atuais, como também tem o dever e aprofundar a mesma fé em vista de melhor compreender as riquezas que ela nos oferece para viver. Para que se façam bons estudos não basta o conhecimento acadêmico a respeito da tradição cristã ou o significado dos mistérios da fé. Os estudos constituem um esforço, sempre exigente, no sentido de elaborar uma reflexão a partir dos dados da fé e para colocar tal reflexão por escrito. Não se trata de repetir as aulas do professor. Cada um haverá de colocar diante de si os questionamentos existenciais. Fazer um trabalho nesse campo não consiste em escrever páginas sentimentais ou marcadas pela militância. O subjetivo cederá lugar ao objetivo. Tudo se aprende pouco a pouco. É necessário ter paciência e realizar exercícios práticos.
Estudo e espiritualidade franciscana caminham juntos?
A grande preocupação de São Francisco, que sempre volta em sua fala e em seus escritos, é que nada estanque, distancie e seja óbice no tocante ao primeiro cuidado do frade menor que é ter o Espírito do Senhor e estar para ele sempre orientado. Tendo em vista esse princípio indispensável, toda outra atividade é sempre secundária. Há ainda outras palavras de nosso fundador afirmando que toda atividade é boa se os irmãos a realizam com fidelidade e devoção e não em vista de um proveito pessoal. Francisco desde os inícios acolheu na Fraternidade, sem distinção alguma, homens sem instrução bem como letrados. O mais conhecido de todos foi Antônio de Pádua que recebe de Francisco a autorização para o ensino da teologia.
Bem cedo esta coabitação entre irmãos letrados e frades sem instrução conheceu tensões e diferentes interpretações. Esta constante tensão leva os franciscanos, hoje ainda, a aprofundar o sentido do minorismo e da simplicidade quando fazem estudos.
Para o frade menor, o estudo é parte integrante de sua vocação no sentido de buscar, conhecer e saborear a verdade de Deus, do homem e do criado. O estudo não terá como motivação o orgulho ou o desejo de promoção, mas o fruto da trabalho intelectual deverá ser colocado à disposição e em benefício da fraternidade. O mais sábio não é o que conhece mais, mas o que vive em consonância com as coisas essenciais que passa a conhecer. Não se trata de possuir, mas de se deixar possuir por Cristo que é a verdade e tornar-se dele testemunha. O estudo é atividade austera e cansativa. O que permite que ele continue é o progresso da fé e não o acúmulo de conhecimentos. A prática franciscana dos estudos será guiada pelo Espírito do Senhor e por um comportamento do frade menor.
Experiência de Deus e de si
Os estudos se apresentam como um caminho pelo qual Deus abre meu coração (há dentro de mim um incréu que ai cochila ou então um crente “meio fanático” que se excita), à condição que ele continue sendo objeto da ação. Acolhendo a Cristo (através de textos e tradições) sou enviado para mim mesmo porque ele, por sua encarnação, revestiu-se de uma humanidade mais verdadeira do que a minha. Ele é, ao mesmo tempo, exegeta do Pai e do homem. Destarte, através dos estudos que me falam da sabedoria cristã, interesso-me por mim mesmo e sou convidado a me converter.
Trata-se de colocar-se à escuta de Cristo para tomar distância de si mesmo, deixar-se habitar a fim de que Deus possa vir viver através de mim. Os estudos são da ordem da transfiguração: deixar a figura do outro passar através de mim, transparecer. Pelos estudos (evidentemente não somente através deles), quando me falam de Cristo vou aos poucos me “constituindo”, torno-me o que devo ser. Como toda atividade o estudo é uma graça.
Com efeito, como é impossível alguém existir ou realizar-se, sem abrir-se ao outro, sem ouvi-lo, acolhê-lo na reciprocidade, os estudos precisam permitir ao irmão ou à irmã de enriquecer sua humanidade, abrir-se ao mundo e às culturas humanas e de se inscrever num desejo de relacionamento pessoal e de encontro com Deus. Importante compreender que num estudo de um crente não estão apenas dois, o texto e eu, mas três porque não se pode esquecer a pessoa de Cristo que não está apenas no final da busca, mas caminha comigo mesmo que nem sempre o faça de maneira explícita. A reflexão teológica funda-se naquilo que o Evangelho (e a Tradição) nos transmite. Evidente que não se trata de aceitar um discurso, mas de acolher uma vida, como Maria que aceitou que fosse feito segundo a Sua Palavra e não segundo um discurso. O primeiro resultado do estudo é me fazer bem: deve permitir que eu integre minhas convicções, desejos e pulsões para que sejam purificados e burilados no momento em que vivo alguma coisa do mistério de Deus.
Os primeiros passos em teologia permitem burilar o conhecimento que se tem de Deus, ousar passar do conhecido para o desconhecido, confiar e aceitar a mudança de cenário. Esforço e satisfação caminham juntos:
O esforço de aceitar um novo Êxodo, para não ficar bloqueado diante da aridez de determinados textos, para aceitar o empenho cerebral e resistir à tentação de fazer as coisas “mais úteis”. Além do esforço que isso pede, o tempo para tal consagrado, a disciplina necessária exigem contínuo investimento e profundidade, investimento austero, sem dúvida, mas que, com o tempo, permite o progresso da fé.
A satisfação de construir-se a si mesmo de maneira mais livre, o prazer de acolher um convite de ordem espiritual que permite ao estudante crescer em humanidade e liberdade. Um certo prazer que possibilita passar da imagem de Deus à sua Palavra, da vida comunitária à vida fraterna, da rubrica litúrgica ao diálogo, da atividades preferidas aos cuidados pela missão.
A teologia é sempre porta de entrada para uma aventura pessoal porque, através dos grandes temas da fé, baliza e estrutura um caminho que começa pela escuta e termina no amor.
Em resumo, podemos dizer, em primeiro lugar, que como religiosos fazemos estudos “religiosos”, decorrência da fé: a confissão da fé, que como tal já carrega em si pensamento e sentido, deve desenvolver e transmitir o que ela tem de inteligível, compreensível de sorte que não apareça sendo apenas algo, mítico e ideológico. Faz-se teologia para honrar a fé.
Em segundo lugar, a pessoa que estuda se insere pessoalmente no trabalho teológico. A teologia é sempre feita por alguém. Aquele que estuda não “sobra”. Faz-se teologia com o que se é, com a condição de homem ou de mulher, com a vocação de leigo ou de religioso, com sua espiritualidade, o ambiente em que se vive, o inconsciente coletivo, com os problemas e as respostas da época.
No estudo da teologia, a pessoa está exposta aos textos, ações, acontecimentos, prática que fazem parte do domínio cristão que se estuda. Toda teologia é interpretação. Aquele que estuda se dá conta que ele mesmo está implicado naquilo que estuda. Não se faz teologia adotando postura de neutralidade. Mas cuidado, não se trata de dizer “eu” em cada linha. Essa dimensão da implicação pessoal terá sempre como pano de fundo a dimensão universal da fé da Igreja.
Importância da comunidade
A fé é sempre pessoal. Cada irmão e cada irmã é chamado a “estar” com o Senhor. A fé, no entanto, se manifesta ou se torna crível na atenção especial devotada ao outro, ao pobre, ao estrangeiro, ao amigo, à visita, ao benfeitor, mas antes de tudo ao irmão e à irmã. É na fraternidade que se começa a aprender o “estilo” franciscano de se viver o Evangelho. A fraternidade está na origem do saber e do viver a experiência da fé num contexto de uma comunidade que influencia nosso discernimento. A vida comunitária, antes de ser instrumento de determinada missão, é espaço onde se faz a experiência de Cristo ressuscitado. Tal experiência passa através da riqueza e da fragilidade dos relacionamentos fraternos onde se pode reconhecer a beleza da vocação recebida e dar resposta ao dom da conversão. É em fraternidade que nos é dada a graça de receber como um dom irmãos e irmãs. Na fraternidade cultivamos os valores humanos e cristãos capazes de nos conduzir a uma plena maturidade humana, cristã e franciscana. Neste contexto vale lembrar o cap. 85 do Espelho da Perfeição: o frade perfeito só existe comunitariamente. A fraternidade é, pois, o elemento constitutivo dos estudos e a melhor imagem é a noção da partilha: eu recebo e eu dou. Quando se realiza a formação intelectual em tal contexto, os estudos contribuem para a construção e edificação da fraternidade. Há um relacionamento estreito entre estudos, comunidade e mundo: os estudos são vistos como sinal de um serviço a ser prestado.
Um vida em minoridade
A formação intelectual haverá de se realizar num espírito de caridade, simplicidade e minorismo. Partilhando com os outros o que recebem em seus estudos, os discípulos de Francisco e Clara aprendem a comunicar gratuitamente aos homens o que receberam gratuitamente.
Como irmãos de São Francisco temos o costume de voltar nossos olhos para com os pequenos, esperamos que os estudos nos ajudem a discernir aquilo que possa ser ação ou palavra de libertação. Muitas vezes a reflexão teológica se volta e age também na ordem cultural, ou histórica, psicológica ou social quando leva em consideração um aspecto da vida humana, não religioso como tal, por exemplo uma questão de moral social, de justiça e repartição equitativa dos bens, salvaguarda da criação, etc. Nesse caso a reflexão teológica procura fazer ligação entre o campo social e o universo da fé.
Para os outros
O estudo “religioso”, no sentido amplo do termo, é inerente à nossa vocação porque somos chamados a partilhar o amor que Deus nos dá, a dar as razões de nossa fé, e isto para que aqueles que nos encontram tomem consciência de que com Cristo nos tornamos mais humanos. Os estudos não se limitam a uma questão de mais conhecimentos fundamental. Estuda-se para melhor compreender e melhor servir ao Evangelho como uma força capaz de impregnar, e até mesmo “perturbar” os critérios de julgamento, os valores vigentes, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade que estão em contraste com a Palavra de Deus e o desígnio da salvação. Os estudos devem fazer com que sejamos capazes de promover a cultura cristã e estabelecer um diálogo frutuoso com homens e mulheres de nosso tempo.
Gaudium et Spes 43 afirma: “Que não se crie oposição artificial entre atividades profissionais e sociais de uma parte, e de outra, a vida religiosa (…). A exemplo de Cristo, que exerceu a profissão de operário, alegrem-se antes os cristãos, porque podem desempenhar todas as suas atividades terrestres, unido os esforços humanos, domésticos, profissionais, científicos ou técnicos, em síntese vital com os valores religiosos, sob cuja soberana direção todas as coisas são coordenada para a glória de Deus”. O estudos orientam-se para esta missão. As pessoas estudam em vista do bem de todos. A vida cristã é, assim, tensão entre o eu e o nós. Não estudamos simplesmente por uma espécie de narcisista busca de conhecimentos. Tomados em seu conjunto, os estudos constituem uma tentativa de descobrir o sentido e o valor da vida segundo a tradição cristã. A cada época, a fé deseja exprimir-se com as possiblidades e os conhecimentos culturais do lugar e do momento. A fé experimenta necessidade de se “inculturar” o que certamente é, ao mesmo tempo, prazeroso e penoso. Necessário se faz conhecer a cultura ambiente para que a fé seja compreendida da melhor forma possível. A teologia haverá de esforçar-se por conhecer possibilidades e impasses característicos de cada cultura de tal maneira que possa apresentar a fé de maneira digna de crédito e dita de modo a ser compreendida por pessoas ou grupos de pessoas aos quais, normalmente falando, a apresentação da fé é fastidiosa, ou simplesmente indiferente.
Os estudos a serviço da missão
O estudo é sempre um ato posterior (segundo) com respeito à fé, mas permite que esta se desenvolva de maneira coerente. Se é um ato segundo quer dizer que como tal não dá sentido ao cristianismo. Os estudos não têm por finalidade tornar a fé inteligente, mas colocar-se a seu serviço dela para torna-la inteligível. O ato teológico é colocado para, através da história e das culturas, explicitar, precisar, interpretar e desenvolver a natureza do ato de fé propriamente dito. Há a necessidade de aculturar a fé, mas também de evangelizar as culturas. A mensagem da fé, definitivamente constituída pela pregação dos apóstolos deve continuar viva e mobilizadora como no primeiro dia de sua proclamação. Precisamos ser atingidos pela Palavra de Deus tão vivamente quanto os contemporâneos de Jesus, porque o projeto do Evangelho é suscitar na sociedade humana um perpétuo diálogo. Transmitir uma vida e não um texto. Os estudos precisam levar à confissão da fé que, como tal, é já portadora de cultura e de interpretação, de se desenvolver de modo coerente, inteligível, e, portanto crível, de tal sorte que não apareça como mítica, ideológica ou sentimental. Não se faz estudo de teologia pelo prazer pessoal, mas para honrar a fé embora não haja oposição entre ambos. Estuda-se por causa do Evangelho, quer dizer, estuda-se para os outros (uma Boa Nova a ser partilhada ) de sorte que a fé possa ir o mais longe possível em sua expressão e entrar em comunicação com as outras culturas reinantes. Insistimos: os estudos existem para que tenhamos clareza a respeito das razões de nossa fé.
Para a Igreja
A fé é sempre pessoal, mas não individual. Tem suas raízes na fé da Igreja. Os estudos são feitos por causa da Igreja visando contribuir para a lucidez do corpo eclesial. A competência que se adquire com os estudos é um modo de participar no papel da Igreja no mundo e ao seu serviço em prol do Evangelho. A Igreja não tem receitas mágicas na difusão da fé. Os estudos levarão a descobrir caminhos novos, ministérios necessários e assim por diante.
De modo particular insisto nesse “plural”. Para nossas comunidades franciscanas é coisa evidente: basta recordar da passagem do frade perfeito (Espelho da Perfeição, n. 85). Precisamos de nosso corpo, nossa alma, nosso coração, nossa respiração, nossa sexualidade, nossa memória, nossa inteligência, nossos limites, nossas carências, etc. Cada um é constitutivo e necessário, mas nenhum é suficiente. Somente o plural manifesta o sentido e a fé não tem que negá-los, mas unificá-los. Com os estudos acontece mais ou menos a mesma coisa: eles são confrontados a uma pluralidade de autoridades quais sejam Escritura, tradições, concílios, magistério, nossa Regra, Constituições, Madre abadessa ou Ministro provincial. Cada autoridade fundada da melhor maneira possível manifesta aquilo que lhe falta, o que ela não é, daí a impossibilidade para cada uma de ser o todo, o centro, o único. A irredutível pluralidade de autoridades aponta o relacionamento que entretém cada uma delas com que ela postula como cristão. Em tanto que autoridade, nem o Magistério, nem a Escritura, nem esta o aquela tradição bastam; faltam-lhe as outras. Sua relação necessária às outras diz bem da natureza de sua relação àquele que autoriza ( o Espírito Santo). A linguagem cristã só pode ter uma estrutura comunitária: somente a conexão orientada pelas testemunhas, sinais e papéis diferentes enuncia uma verdade que não pode ser reduzida à unicidade por um membro, uma fala, uma função. Porque esta verdade não pertence a ninguém, passa a ser dita por vários. Seus traços se constituem por uma multiplicidade de sinais articulados entre si e sua figura geométrica será mais da ordem de um círculo do que de uma pirâmide hierárquica. É sempre perigoso promover reduções “unitaristas”, ou se deixar dominar por uma ou outra dessas “autoridades”. Para o bem da instituição, os estudos devem alimentar e promover um sadio espírito crítico.
Fontes: Évangile Aujourd’hui, 237, jan-fev 2013, p. 3-14. Autor: Frei Almir Guimarães. Em: Franciscanos.
De 24 a 28 de setembro, em Brasília (DF), bispos, responsáveis pela formação presbiteral, coordenadores diocesanos de pastoral e membros dos Conselhos Missionários de Seminaristas poderão participar do Encontro Sobre a Formação Missionária nos Seminários, que será uma oportunidade para aprofundar a formação presbiteral à luz da missão.
A missionariedade no processo de formação dos futuros padres é o eixo central do primeiro encontro que abordará as novas diretrizes para a formação dos presbíteros, aprovado na última Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O evento é promovido pela Comissão para a Ação Missionária da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da entidade, juntamente com a Organização dos Seminários e Institutos Filosófico-Teológicos do Brasil (Osib), o Centro Cultural Missionário (CCM) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM).
De acordo com o comunicado divulgado pelos presidentes das Comissões, a iniciativa procura responder a uma demanda de vários segmentos das Igrejas locais, em vista da formação de um presbitério que possa ajudar no processo de colocar as dioceses “em estado permanente de missão, na perspectiva da missão universal”, a partir das Diretrizes para a Formação dos Presbíteros da Igreja no Brasil, atualizadas na última Assembleia da CNBB.
O encontro contará com assessoria de Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB, e de dom Leomar Antônio Brustolin, bispo auxiliar de Porto Alegre e membro da Comissão Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB. A metodologia escolhida para o evento consiste em duas sessões, de manhã, de exposições e debates. Duas sessões, à tarde, de oficinas, grupo de estudo, partilha de experiências missionárias, amarração e sínteses.
Fonte: CNBB.
Entre os dias 30 e 31 de julho, se reuniram no no Centro Cultural de Brasília (CCB) em Brasília (DF), 16 bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que acompanham as pastorais sociais nacionalmente e nas regionais para um momento de formação, partilha e espiritualidade. O objetivo do encontro, segundo o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora, frei Olavo Dotto foi proporcionar momentos de partilha entre os bispos sobre sua missão, enquanto animadores das Pastorais Sociais e Organismos vinculados à CNBB e, à luz do documento de Medellín, aprofundar a temática do compromisso social dos leigos e leigas.
Os bispos debateram sobre o tema “Compromisso social dos leigos a partir de Medellín”, a segunda conferência geral do episcopado latino-americano, realizada em 1968, na Colômbia. O padre José Oscar Beozzo, historiador e membro do Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP) ajudou a retomar as contribuições desta conferência por meio de um panorama histórico. Segundo ele, esta conferência provocou na América Latina e, de modo muito particular no Brasil, a “criação de uma nova identidade da Igreja, levando a falar com propriedade de uma pastoral, teologia e de um rosto eclesial latino-americano e caribenho”, disse.
O bispo-auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, presente no encontro, reafirmou a importância de Medellín para ajudar a encontrar caminhos pastorais que auxiliem diante dos desafios sociais do presente. Na ocasião, Dom Leonardo comunicou que a CNBB publicará, pela primeira vez no Brasil, o documento completo de Medellín.
Bispos presentes:
Dom Arnaldo Carvalheiro Neto, diocese de Itapeva (SP) e referencial da Caritas no Regional Sul 1.
Dom André de Witte, diocese de Rui Barbosa (BA), referencial do regional Norte 3, presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Dom Canísio Klaus, diocese de Sinope (MT)
Dom Eduardo Vieira, bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo (SP) e referencial para a Pastoral da Mulher Marginalizada e Campanha da Fraternidade, CEBs e Pastorais Sociais no Regional Sul 1.
Dom Edson Oliveira, diocese de Eunápolis (BA), referencial da Pastoral dos Nomades.
Dom Enemésio Lazzaris, diocese de Balsas (MA), presidente da Comissão Episcopal para o Enfrentamento ao Tráfico Humanio e referencial do regional Sul 5.
Dom Francisco Cota de Oliveira, bispo auxiliar da Arquidiocese de Curitiba (PR), referencial para a Pastoral Carcerária regional Sul 2.
Dom José Luiz Azcona, diocese de Marajó (PA), referencial do regional Norte 2 e da Comissão para Justiça e Paz.
Dom José Valdeci, diocese de Brejo (MA) referencial para o Conselho Pastoral dos Pescadores e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.
Dom Guilherme Werlang, diocese de Lages (SC), presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora.
Dom Luiz Gonzaga Fecchio, diocese de Amparo (SP), referencial da da Pastoral do Menor Nacional.
Dom Mario Marquez, diocese de Joaçaba (SC), referencial das Pastorais Sociais no regional Sul 4.
Dom Moacir Aparecido de Freitas, diocese de Votuporanga (SP).
Dom José Reginaldo Andrietta, diocese de Jales (SP), referencial da Pastoral Operária e Comissão Especial para o Ano do Laicato.
Dom Roberto Ferreria Paz, da diocese de Campos (RJ) e referencial da Pastoral da Súdade Nacional.
Dom Rodolfo Weber, arquidiocese de Passo Fundo (RS), membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora.
Fonte: CNBB. Autores: Coordenação da Pastoral Operária Nacional com a colaboração de Jardel Lopes.
Uma vida para Deus
A vida consagrada expressa-se teologicamente na ordem do sinal: manifesta, indica que o Reino de Deus está entre nós. Isto tem um peso profético muito forte no ser e no fazer, na vida pessoal e fraterna, no estilo de vida concreto e cotidiano. Tudo deve “conduzir, lembrar, assinalar, indicar”. Porém para “conduzir” ao Reino é necessário uma transparência, “que seja um sinal claro” e estrutural, necessário uma contínua purificação de nossas convicções, de nossas imagens de consagrados, de pessoas que pertencem ao Senhor “como testemunhas da luminosa presença do Senhor em meio a nós” (Bento XVI). Vida que é revelação: revela o amor do Pai pelos homens, manifesta uma vida totalmente orientada para o Reino, uma vida serena e reconciliada consigo mesmo e com os outros. Somos chamados a liberar esta imagem que habita em nós para fazê-la brilhar em nós e ao nosso redor, remetendo-a a Ele, ao Deus da vida. Isto supõe uma visão unificada de nossa vida.
Fidelidade é também mudar
Se de uma parte ocorre “habitar” serenamente a própria corporeidade, os próprios gestos, a própria palavra, as próprias ações, de outra é necessário tornar transparentes e significativas as estruturas nas quais a vida consagrada está inserida no cotidiano. É importante não viver para as estruturas, mas torná-las sinais vivos, eloquentes e provocativos para encaminhar, nós e os outros, na direção do Evangelho. Elas, essas estruturas, devem estar a serviço de valores, e não vice-versa.
Quão fácil é transformar a vida religiosa numa moldura vazia, fazer das estruturas a razão de nossa vida esquecendo, inclusive, o mandamento do amor. Quão difícil é adaptar ou criar novas estruturas mais eloquentes, mais significativas, mais transparentes, sobretudo nesse mundo que muda com tanta rapidez, num mundo habituado à imagem dos sinais!
Ser fiel não significa repetir, mas responder a Deus que pede em cada estação, em cada etapa uma resposta nova! O verdadeiro consagrado é fiel a Deus e ao homem de seu tempo: é um apaixonado por Deus e pelo homem. A fidelidade ao carisma não significa imutabilidade rígida e estrutural, mas requer a capacidade de tornar vivas e eloquentes todas as estruturas e mediações tanto para nós como para os outros. Portanto, formar-se e viver a transparência exige um empenho sério que possa convergir para uma única paixão a nossa experiência espiritual.
Via: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães.
Foi realizado no último sábado (06), no Santuário Nossa Senhora das Candeias, em Candeias (BA), uma formação litúrgica sobre os cuidados a serem tomados na preparação das celebrações eucarísticas. A conferência foi ministrada pelo Frei Jorge Luiz (OFMConv) e teve como objetivo orientar os paroquianos e as paroquianas nas melhores formas de se planejar as Santas Missas, tratando de temas como as vestes litúrgicas, os cânticos, as leituras, comentários, consagração eucarística e comunhão.
O encontro contou com a participação de membros dos grupos, movimentos e pastorais do Santuário. “Essa formação é importante porque ajuda a corrigir vícios, a esclarecer dúvidas e ianda possibilita a compreensão do sentido dos atos e expressões litúrgicas, favorecendo uma melhor preparação e participação”, explicou o pároco, Frei Jorge. O curso se baseou no documento “Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário” da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Fotos: PASCOM do Santuário de Candeias.
Fonte: Santuário de Candeias. Autoras(es) Originais: PASCOM do Santuário de Candeias.
No aniversário de ordenação do Frei Casimiro Cieslik, o procuramos para conversar um pouco de seu amor pela formação que tanto marcou a sua trajetória no trabalho franciscano. Nos respondendo com muito amor e a sua típica cordialidade, ele nos expressou a seguinte mensagem:
“Em poucas palavras, posso dizer que me sinto feliz com a vocação sacerdotal e, sobretudo, dentro da Ordem franciscana. Me cativa muito em São Francisco de Assis o comportamento livre e espontâneo, com naturalidade e simplicidade. Penso eu, um pouco descobri que ele vivia o amor e sabia amar, por isso era tão livre e alegre. Na minha vida, no caminho vocacional tive a graça de ver em meus formadores o quanto eles nos amaram, mesmo que as vezes fossem um pouco exigentes.
Um ano e meio depois de minha ordenação, fui chamado como vice formador dos noviços de nossas duas províncias na Polônia. Eram turmas grandes, até passaram o número de 40 irmãos noviços. Dessas turmas, temos nossos beatos mártires no Peru, Frei Miguel e Frei Zigniew. Eu amava estes jovens noviços, o entusiasmo deles alimentava a alegria em mim e a felicidade do meu sacerdócio franciscano.
Assim, descobri que a arte da formação dos futuros frades e sacerdotes é amá-los. Descobri que devo ser para ele o pai e a mãe ao mesmo tempo. Sentir as dores, angústias, problemas, dificuldades, crises e também anseios, ideais e criatividades, como cada jovem naturalmente tem. Quis que fossem livres e espontâneos e que, assim, amadurecessem a responsabilidade pessoal e comunitária.
Claro que nem foi sempre tudo um mar de rosas, sem cobranças ou aborrecimentos. Nos erros eu pedi as desculpas e exigi também o mesmo da parte deles. O perdão é o bálsamo do amor.
Sei que é difícil ser formador nos seminários. Os superiores não podem designar para formação o frade que não vê nos formandos a alegria da vocação. Pois este precisa ajudar no amadurecimento da vocação e na decisão bastante segura, para que o formando possa livremente dizer que "é isso que quero de todo o meu coração"; e essa decisão deve ser feita por amor.
Formador não é como um 'preenchedor de lacunas" no seminário ou estar ali porque foi obrigado pelo superior. No entanto, esta função se aproxima mais das características familiares de ser pai e mãe, pois eles amam seus filhos e não se queixam sobre o porquê deles terem vindo como filhos. Muito pelo contrário, para eles os filhos são queridos e os maiores tesouros de sua casa.
Não quero moralizar, mas temos que entender também uma coisa: os jovens candidatos, postulantes, noviços e como frades estudantes, seja da filosofia ou teologia, são o tesouro da Província. A nossa Província tem muitos frades jovens que queriam ser formadores por amor. É neles onde está a nossa esperança.
São Francisco de Assis acolheu cada novo jovem batendo à porta do convento que chegou como o Espírito Santo. Se não o acolhesse com amor, estaria mandando embora o próprio Espírito de Deus. Caso contrário, acabariam morando no convento somente os frades sem amor. Vale a pena pensar sobre a recente Carta do nosso Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez, quando escreve que os candidatos são como vinho novo e o convento tem acolhê-los nos odres novos dos corações de frades já um pouco mais velhos, mas com amor.”
Caminhada Franciscana
Casimiro Cieslik nasceu no dia 12 de dezembro de 1951 no condado de Kamień, na Polônia. Em 1971, formou-se noviciado no que viria a ser uma larga caminhada no serviço franciscano. Depois da ordenação, ele trabalhou na paróquia da cidade de Gdynia.
Sua primeira experiência na liderança dos noviços foi em agosto de 1980, como vice-mestre na Província de Varsóvia, no pequeno povoado de Smardzewice. No mesmo mês no ano de 1986, atuou como mestre dos postulantes, noviços e junioristas (pós-noviços) no Santuário-Mosteiro de Niepokalanów, ainda na Polônia.
Já em 15 de janeiro de 1990, no dia de sua despedida para a Missão ao Brasil, ele disse aos seus pupilos, “vou ao Brasil porque amo a formação e quero ajudar os muitos jovens brasileiros em sua vida religiosa”, mesmo que fosse difícil deixar o seu trabalho em seu país natal.
Já em terras tupiniquins e morando na Asa Norte (Brasília), onde ele, juntamente com Frei João Wilk, decidiu iniciar o Seminário. Na época, era vice-reitor, e João, o reitor. No ano de 1992, assumiu a formação com a ajuda do então pároco do Santuário São Francisco, o Frei Miecislau Tlaga. Sendo aqui os primeiros passos na organização do futuro Instituto São Boaventura, onde Frei Casimiro se tornou o primeiro reitor do ISB até fim do ano 1995.
Ainda em 1995, no dia 15 de dezembro ele foi nomeado mestre do noviciado no Convento São José, em Niquelândia (GO), ficando nesta função até 31 de janeiro de 1999. Após isto, em fevereiro do mesmo ano e até fevereiro do ano seguinte, ele assumiu como mestre dos noviços no Convento-Paróquia São Maximiliano Kolbe, em Águas Lindas de Goiás. Retornando para formação dos noviços em Águas Lindas de 2005 até 2007. Desde dezembro de 2015 atua como diretor espiritual nos nossos três seminários e vice-formador dos postulantes.
Saiba como foi a Santa Missa em Ação de Graças aos 40 anos de ordenação do Frei Casimiro e aos 50 anos do Frei Marcos Pereira da Silva, aqui.
Desde a última segunda-feira, 16, até hoje, 20, foi realizado no Convento Senhor do Bonfim, sede da Província São Francisco de Assis, em Santo André (SP), o Encontro de Formadores de Noviciado da Federação dos Frades Menores Conventuais da América Latina e Caribe (FALC). O encontro teve como objetivo aprofundar o intercâmbio entre as províncias e custódias e auxiliar na partilha de experiências dos frades com a formação. Também fora debatido no encontro as reflexões acerca da experiência de um noviciado comum à toda América Latina, em que as casas seriam em Medellín, na Colômbia e em Caçapava (SP), no Brasil. Ainda hoje, os frades partirão em peregrinação ao Santuário Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), para agradecer e pedir as bênçãos de nossa Senhora para todos os formandos e formadores da Ordem Franciscana.
A formação não deve ser apenas de conteúdo, mas também de reflexão e afeto.
Dentre os temas debatidos no encontro, esteve o “Estilo educativo e formativo de Francisco”, baseado na relação entre o Pobrezinho e Frei Leão em que fraternidade e a afetividade está unida à formação para que não seja oferecido apenas a experiência educativa, mas também a capacidade de compreender e dar significados à ela.
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O Serviço de Animação Vocacional (SAV) realizou neste fim de semana, nos dias 20 e 21 de outubro, o último Encontro Vocacional de nossa Província neste ano. No sábado, 11 jovens participaram de atividades formativas, oracionais e recreativas, proporcionadas pelos frades do SAV na Casa de Formação São Francisco de Assis.
O encontro específico possibilita uma maior proximidade entre a Província e os jovens que a ela recorrem, a fim de que seu processo de discernimento vocacional, sobretudo neste momento final, seja bem conduzido e vivido. Para isso, os jovens participaram de um momento formativo com o promotor vocacional, Frei Luís Felipe Marques (OFMConv), e também do encontro PROVOCAE, organizado pela Fraternidade Frei Junípero, da Juventude Franciscana (JUFRA) do DF, que teve o intuito de animar novos jovens para a JUFRA.
No domingo, 3 outros jovens uniram-se na participação do encontro, totalizando 14 vocacionados. Durante a Santa Missa celebrada na Capela São Francisco de Assis, o Frei Felipe enfatizou na homilia o modo discipular de seguir a Cristo, ideal evangélico de Francisco e, hoje, de cada um de nós. Além disso, os vocacionados participaram de orações e palestras, e pela convivência fraterna, buscaram estes jovens, juntamente com os frades, reconhecer o chamado e a ação de Deus em suas vidas. Ele, que nos inspira bons propósitos, ajude-nos a bem cumpri-los no percurso de nossas vocações.
O VIII Encontro Vocacional Franciscano foi o último a ser realizado neste ano.
E você jovem, já pensou em ser franciscano? Tire suas dúvidas clicando aqui, ou entre em contato com a Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Província ligando no telefone 3347-6859 / 3340-0476 e pelas redes sociais (aqui) ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.. Saiba como foram os outros Encontros Vocacionais de 2018: III Encontro, IV Encontro, V Encontro Vocacional e VII Encontro Vocacional.. Conheça também a atuação do SAV em outras cidades clicando aqui.
A Ordem dos Frades Menores Conventuais é a Ordem religiosa fundada por São Francisco de Assis.