Manaus (AM)

  • Missão Amazônia: peregrinação do Barco Dom Frei Agostinho
    Desde que ficou pronto, em 22 de outubro, o barco Dom Frei Agostinho, fez uma verdadeira peregrinação para que pudesse estar pronto para o auxílio da Missão Amazônia na cidade de Juruá (AM). Tudo começou ainda no domingo das eleições, 28, quando o Frei Flávio Amorim (OFMConv.) viajou à Manaus (AM) para preparar os caminhos a serem percorridos com a embarcação. Na terça-feira, 30, no Porto da Marina no Rio Negro, ainda na capital amazonense, o barco foi abençoado por Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus e que há muito mantém uma relação de admiração mútua para com os irmãos conventuais e a sua Missão, principalmente pelo Cavaleiro da Imaculada, Dom Frei Agostinho (OFMConv.). Em seguida, a embarcação foi testada, ocasião em que realizou a sua primeira viagem até a cidade de Tefé (AM). Já no dia 05 de novembro, quando o barco havia chegado ao seu destino, os Freis Flávio e Mário Pruszak (OFMConv.) deram andamento na documentação e regulamentação do mesmo. À tarde, por volta das 15h, no Porto de Tefé e no rio de mesmo nome, os frades, acompanhados do Frei Vogran Leluia (OFMConv.) e outros fiéis da comunidade, realizaram a segunda bênção ao barco pelas mãos de Dom Fernando Barbosa, Bispo da Prelazia de Tefé. Dom Fernando Barbosa e os Freis Flávio Amorim (OFMConv.) e Vogran Leluia (OFMConv.) na bênção ao barco em Tefé.   Somente no último sábado, 10, a embarcação chegou à sua casa definitiva, a cidade de Juruá. Logo cedo, às 08h30, muitos e muitas fiéis da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, aguardavam a chegada do barco no Terminal Hidroviário. Chegada essa que foi realizada com muito carinho e acolhimento pela comunidade que alegrou-se com mais este passo importante da missão conventual na região. Dentre as documentações já liberadas para a embarcação, está a homologação que habilita a navegação e que foi autuada na quinta-feira, 08, como explica o Frei Flávio, “ainda é a autorização provisória, mas em torno de um mês, chegará a definitiva. E, assim, o nosso peregrino Dom Frei Agostinho, continua sua missão aqui na Amazônia”, pontuou o religioso relembro àquele que foi e é inspiração para muitos e muitas.  Frei Flávio juntamente da comunidade de Nossa Senhora Aparecida na chegada da embarcação à Juruá.   Conheça a Missão Amazônia aqui.  Confira os últimos trabalhos franciscanos na Missão clicando aqui.  Veja mais fotos na galeria!   Ajude a Missão em Tefé Os frades precisam de sua ajuda para as obras na Casa de Missão em Tefé (confira aqui e aqui também). Você pode colaborar com qualquer quantia na conta: 16384-8, agência 3743, do Banco Bradesco – em nome de “Prelazia de Tefé – Paróquia Santo Antônio de Pádua”. Quaisquer dúvidas ou informações, entre em contato com o Frei José Adriano (OFMConv).
  • Vigário Geral da Ordem e Assistente Geral da FALC conheceram a Missão Amazônia
    Entre os dias 15 e 24 de novembro, o Vigário Geral, Frei Jerzy Norel (OFMConv.) e o Assistente Geral da Federação da América Latina e Caribe (FALC), Frei Carlos Trovarelli (OFMConv.) visitaram a Missão Amazônia da Província São Maximiliano Kolbe do Brasil (como havíamos noticiado aqui). Na ocasião, os visitadores canônicos foram acompanhados pelo Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.). A missão acontece em três cidades bem diferentes umas das outras: Manaus, a grande capital do estado do Amazonas, com quase dois milhões de habitantes, separada de Brasília por três horas de vôo; Tefé, uma cidade que detém sessenta mil habitantes, a cerca de 550 km de Manaus; e Juruá, uma cidade pequena que abriga em torno de dez mil habitantes e se localiza a cerca de 150 km em linha reta ou 400 km de caminho de rio a partir de Tefé. Em Manaus, a realidade é a de uma missão urbana; em Tefé tem-se uma missão urbano-central, uma urbana-periférica e outra semi-rural; já a missão em Juruá inclui animação pastoral paroquaial na cidade e nas comunidades espalhadas ao longo das margens do rio Juruá, incluindo uma área muito grande. A comunidade de Juruá também possui um novo barco com capacidade para nove pessoas e um potente motor. Este é um bom acontecimento para a missão, pois, trata-se de um importante meio de evangelização nas aldeias espalhadas ao longo do rio. Toda a presença da Ordem na Amazônia é missionária em diferentes sentidos: tanto pelas enormes distâncias como pelas dificuldades de deslocamento, tanto pela difícil realidade social e cultural, quanto pela frágil realidade eclesial. O tecido social é formado pessoas que migraram de outras regiões do país, por povos mistos e locais (originais ou indígenas). Além das tradicionais viagens pastorais e pastorais das paróquias, há também algumas iniciativas mais recentes, como o "Projeto tocar", em Juruá, em que são feitos o estudo e ensino de música e instrumentos musicais para jovens; e a participação na pastoral social das comunidades de Tefé.   Na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá, repousam os restos mortais de Dom Frei Agostinho Januszewicz (OFMConv.), morto em 2011. Ele foi bispo de Luziânia (GO) e fundador da missão na Amazônia. Seu túmulo é agora um "lugar simbólico", um verdadeiro ponto de referência e veneração para a comunidade eclesial. Em Tefé, os visitantes reuniram-se com o Bispo da Prelazia, Dom Fernando Barbosa dos Santos, com quem discutiram várias questões relativas à missão e às expectativas para o próximo Sínodo Pan-Amazônico, a ser celebrado em Roma em outubro do ano que vem. “O compromisso missionário na Amazônia é um dom de Deus para a Ordem e, especialmente, para o Brasil”, escreveu Frei Carlos Trovarelli.   Veja mais fotos na galeria!  Traduzido e adaptado de: OFMConv.net. Autor: Frei Carlos Trovarelli (OFMConv.).