Tefé

  • 7 anos da morte de Dom Frei Agostinho: missionário da minoridade e despreendimento
    No dia 20 de novembro de 2011, em Juruá (AM), morria Dom Frei Agostinho, o incansável Cavaleiro da Imaculada. Conhecido por seu trabalho franciscano, ele foi o primeiro missionário da fundação que hoje é a atual Província São Maximiliano Kolbe do Brasil - dos Franciscanos Conventuais e também foi o 1º Bispo de Luziânia (GO). Morreu se dedicando ao trabalho franciscano, como fez em praticamente toda a sua vida. Em uma carta divulgada hoje, o Frei Flávio Freitas, que está em missão na cidade de Juruá (AM), demonstrou seus sentimentos por tão grande memória de Frei Agostinho e relembrou alguns momentos desde quando se conheceram, em 1987, na confecção da revista Cavaleiro da Imaculada, “eu tinha 15 anos quando fui convidado por ele a entrar para o aspirantado da ordem (...) Era um homem silencioso. Durante os trabalhos, dava sempre uma passadinha gráfica. Pontualmente estava para as orações na capela”. O Frei Flávio contou ainda sobre a inspiração que tem no Cavaleiro da Imaculada e ao legado espiritual que ele deixou na cidade amazônica, “sou testemunha mais uma vez do ardor, do amor desse nosso confrade. Seja no testemunho dos mais velhos ou dos mais novos, seja no trabalho silencioso que hoje vemos os resultados”. Ele continua, “é bonito ver a devoção desse povo e o carinho que eles tem por Dom Frei Agostinho. (...) Fico sentado no fundo da Igreja esperando alguém para a confissão ou rezando e vejo o povo chegar, ir até o túmulo e rezar”. E finaliza “juntamente com Frei Mário, me uno ao nosso provincial, Frei Marcelo, e a toda a província em oração junto ao túmulo do fundador de nossa Missão (...) que possamos empreender toda a nossa vida ao tesouro que é a Missão”. Confira a carta na íntegra no fim da matéria.  Programação especial na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá Em homenagem a Dom Frei Agostinha, hoje, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Juruá, tem-se uma programação especial. Às 18h será rezado o terço, às 19h30 se inicia a Santa Missa dos sete anos de falecimento e, logo após haverá a abertura do museu que será transmitida ao vivo pelo Facebook. Clique aqui e acompanhe! Vida de Dom Frei Agostinho Ele entrou na vida religiosa aos 16 anos, em 1946, seguindo o exemplo de São Francisco. Dois anos depois, foi acolhido na Ordem dos Frades Menores Conventuais. Sua caminhada pastoral foi marcada pela formação religiosa, sendo mestre de noviços durante sete anos na Província de Varsóvia. Após a beatificação de São Maximiliano Kolbe, em 1971, impulsionou a Ordem pelo mundo. Assim, depois de estudos preliminares, foi decidido em Varsóvia que Frei Agostinho teria a sua próxima missão no Brasil. Chegou à cidade do Rio de Janeiro em 1974. No ano seguinte, se viajou com outros quatro freis para Goiás, se instalando na cidade Uruaçu. Desde então, tornou-se presbítero pioneiro na área que vai de Luziânia ao Valparaíso. Após um tempo em missão no entorno de Brasília com as bases já estruturadas do Convento Imaculada Conceição (Jardim da Imaculada), ele foi nomeado, em 1983, o Primeiro Custódio da Custódia de São Maximiliano no Brasil. No fim da década, em 1989, foi consagrado pela Sé Apostólica como o Bispo da diocese de Luziânia, da qual ele mesmo seria o fundador. Serviu à diocese por incansáveis 15 anos até que, em 2004, teve a sua renúncia aceita pela Sé. Completaram-se aqui, 30 anos de sua missão no Brasil. Começa então uma nova fase de seu serviço a Deus e aos ensinamentos franciscanos quando parte, no primeiro dia do ano de 2005, para a prelazia de Tefé (AM), integrando a Missão da Amazônia. Após um ano de serviço em Juruá, Dom Frei Agostinho sofre com uma simples hepatite causada pela contaminação da água. Em 2008, após a chegada de Frei Janusz Daneck na cidade, Dom Frei Agostinho se sente mal e vai à Manaus para a sua primeira cirurgia no intestino. Em 2008, com uma estável melhora e de volta à região central do Brasil, ele comemora os 50 anos de sua vida presbiteral no Convento Imaculada Conceição de Maria, o qual foi o fundador em 1977. Depois de alguns exames, no ano seguinte, é internado no Hospital de Base em Brasília para a sua segunda cirurgia. Em 2010, ainda na Capital Federal, são celebrados na Cúria Provincial os seus 80 anos de vida em seu aniversário onosmático. No mesmo ano, retornou para a cidade de Juruá e ali permaneceu alegre e agradecido de sua caminhada. No dia 20 de março de 2011, às 6h37 do horário da Amazônia, faleceu na Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Deixou um legado de árduo trabalho e dedicação ao serviço franciscano que será, por muito tempo, a inspiração de muitos outros frades e fieis que escolhem a caminhada cristã. Carta do Frei Flávio Freitas
  • Foram iniciadas as obras de ampliação da Casa de Missão em Tefé
    Estão sendo iniciadas hoje, 11, as obras de ampliação da Casa de Missão Santo Antônio de Pádua, em Tefé (AM). Atualmente, a casa tem apenas dois quartos, sala, cozinha, refeitório e área de serviço. “Não temos espaço para acolher outro frade ou até mesmo messionários ou leigos que nos visitam ou que estejam de passagem para Juruá”, conta o Frei José Adriano (OFMConv), que reside no local. No projeto elaborado pelos frades a previsão é que o número de quatros aumente para nove, acrescentando a construção de uma copa, varanda e da sala de recreação. Nos espaços onde se encontram a atual cozinha e o refeitório, serão transformados na capela e a dispensa se tornará a sala de atendimento. Este projeto acontecerá em duas etapas: na primeira, que está sendo iniciada hoje, será edificado o segundo piso sobre a atual construção. Neste piso, serão construídos três quartos, a sala de recreação e a copa. A previsão é de finalizar as obras desta fase em novembro deste ano.   Na segunda etapa, será feita a estruturação de novos cômodos nos fundos da atual casa. No térreo destes aposentos, serão construídas a nova cozinha e refeitório e a área de serviço. No piso superior, serão edificados os outros quatro quartos. Não há ainda uma expectativa para o início e o término dessa última etapa, já que isso dependerá das condições financeiras.   Ajude a Missão em Tefé Para as obras na Casa de Missão, os frades precisam de sua ajuda. Você pode colaborar com qualquer quantia na conta: 16384-8, agência 3743, do Banco Bradesco – em nome de “Prelazia de Tefé – Paróquia Santo Antônio de Pádua”. Quaisquer dúvidas ou informações, entre em contato com o Frei José Adriano (OFMConv).
  • Provincial e membros da Curia celebram Santo Antônio em intenção aos 10 anos da chegada dos frades em Tefé (AM)
    O provincial e os frades da Cúria celebraram hoje, 13, uma Santa Missa na Cripta do Santuário São Francisco de Assis em honra a Santo Antônio de Pádua e em intenção aos 10 anos da chegada dos frades de nossa província à cidade de Tefé, no Amazonas. A Liturgia foi presidida pelo Frei Bernardo Vitório e co-presidida pelos Freis Marcelo Veronez e Rafael Normando. Em sua homilia, Frei Rafael relembrou o Evangelho de São Lucas refletido na Trezena de Santo Antônio, que diz “Jesus chamou os doze apóstolos e lhes deu poder e autoridade para expulsar todos os demônios e curar doenças”. Normando falou assim aos presentes, interpretando a leitura, como a pregação guiada pelo Espírito de Deus pode atuar na vida do outro, curando os enfermos e livrando-os de seus demônios espirituais. Também foram relembradas nas orações da Santa Missa as Paróquias que tem Santo Antônio como padroeiro: Paróquia Santo Antônio de Pádua (Cidade Ocidental – GO), Paróquia Santo Antônio do Menino Deus (João Pessoa – PB) e Paróquia de Santo Antônio (Tefé – AM).    O Secretário Provincial, Frei Rafael Normando durante a homilia. Ao fundo, o administrador-paroquial do Santuário São Francisco de Assis, Frei Bernardo Vitório e o Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez.   Língua Intacta de Santo Antônio   Santo Antônio morreu em 1231, na cidade de Pádua, na Itália.  Foi tão grande o luto que se mostrou por ocasião de seu falecimento, e tantos os milagres realizados, que o processo eclesiástico para verificar a sua santidade não chegou a durar sequer um ano: Santo Antônio de Pádua foi canonizado em 1232, por Gregório IX. Nesse mesmo ano, os confrades do santo, ajudados pelos moradores da cidade, começaram a erigir uma basílica em sua honra. Em 1263, seu corpo foi transferido para o lugar, na presença de São Boaventura, então superior dos franciscanos. Quando o sarcófago foi aberto, a língua do santo que tinha proclamado com tanta eloquência a Palavra de Deus foi encontrada perfeitamente intacta. A língua do grande pregador foi então colocada em um relicário dourado, de onde até os dias de hoje recebe a veneração de inúmeros devotos e peregrinos. Clique aqui e veja a transmissão ao vivo da veneração no altar da Basílica de Santo Antônio de Pádua, na Itália.    Confira as celebrações de Santo Antônio em nossas Paróquias clicando aqui. Saiba mais sobre Santo Antônio aqui. Saiba mais Santo Antônio aqui. Veja mais fotos na galeria!