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Na província de Copperbelt, na Zâmbia, frades professaram seus votos perpétuos no último sábado

Na província de Copperbelt, na Zâmbia, frades professaram seus votos perpétuos no último sábado

No último sábado, 14, os freis Elias Mutale Chimfwembe e Francis Mulenga professaram os seus votos perpétuos em uma alegre celebração realizada na paróquia franciscana de Kitwe, na província de Copperbelt, na Zâmbia, sendo presidida pelo Ministro Provincial, o frei Richard Francis Chimfwembe e  acontecendo sob a proteção do Sagrado Coração de Jesus. O Frei Elias completará seus estudos teológicos na Universidade Tangaza College de Nairobi, no Quênia. Já o Frei Francesco completará seus estudos teológicos no ano que vem, no Seraphicum, em Roma.

Na homilia, o Ministro Provincial recordou a ambos os frades que professavam os votos solenes de castidade, pobreza e obediência que eles não eram empregados e nem contratados em um determinado ofício, ao contrário, respondiam à voz de Deus e comprometiam-se a viver a vida dos Frades Menores Conventuais. O provincial ainda falou aos professos que suas vidas de frades não diz respeito a seu gosto ou desejo, mas sim à nossa Ordem, à Igreja e à Província. Ele enfatizou que eles terão que ser obedientes à vontade de Deus em tudo e obedecer a autoridade em todos os níveis: na Igreja, Ordem, Província e Convento, vivendo em obediência ativa e responsável.

Continuando sua homilia, Frei Richards enfatizou que, através do voto de pobreza, os professos renunciam ao direito de propriedade. No entanto, a partir de agora, terão tudo em comum e não como indivíduos. Mesmo que um dia aconteça de receber um salário do seu apostolado, esse salário não os será como indivíduos, mas pertencerá à comunidade. O provincial também afirmou que o voto de pobreza implica em assumir responsabilidade e cuidado suficientes sobre os bens comuns. Acima de tudo, os frades devem viver suas vidas consagradas na imitação de Cristo, evitando qualquer tipo de propriedade privada.

Sobre a castidade, Frei Richards lembrou que os frades precisam abraçar e viver uma vida casta para o Reino de Deus. Estamos em celibato para o Reino de Deus. Somos chamados a ser puro de coração, e como tal, o Sacramento da Reconciliação é essencial para nos limpar de toda mancha de pecado. Ele os exortou a não comprometer a castidade, mas sim a tentar manter o voto de castidade através da fervorosa oração, da contemplação dos mistérios de Deus e da zelo de suas atividades apostólicas. Ele pediu-lhes que não fossem possessivos em seus relacionamentos, mas que fossem respeitosos e corteses enquanto seguissem os passos de São Francisco de Assis.

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Fonte: OFMConv.net. Autor: Ir. Mathews Kasongo, Secretário Provincial.