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Domingo da Divina Misericórdia

Celebrado no segundo domingo da Páscoa, o Domingo da Divina Misericórdia é uma das datas mais significativas para os católicos. Instituído oficialmente no ano 2000 por Papa João Paulo II, esse dia convida os fiéis a mergulharem no mistério do amor misericordioso de Deus, revelado na morte e ressurreição de Cristo. Mais do que uma celebração, trata-se de um chamado à confiança. Co
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Província passa a contar com exorcista oficialmente autorizado

A Província agora conta oficialmente com um sacerdote autorizado a exercer o ministério do exorcismo. Trata-se do Revmo. Frei Alex Maria Rosa Rios, OFMConv., que recebeu licença formal no último dia 8 de abril de 2026, conforme documento emitido em Brasília. A autorização segue as normas do Código de Direito Canônico, especialmente o cânon 1172, que regula a prática do exorcismo na Igr
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Experiência em Assis – Exposição das Relíquias do Pai Seráfico

São Francisco Vive Experiência em Assis – Exposição das Relíquias do Pai Seráfico Por Frei Marcelo Borges, OFMConv. Entre os dias 19 de fevereiro a 12 de março, tive a grande graça de poder participar das celebrações por ocasião da exposição das Relíquias de São Francisco de Assis, no Sacro Convento, em Assis. Vivi momentos de profunda renovação do carisma franciscano, em mei
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Carta do Ministro Provincial por ocasião da Páscoa

Segue em anexo abaixo a carta do Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus, por ocasião da Páscoa:
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Pascoela Provincial 2026

Aconteceu hoje, 06 de abril, segunda feira, no Santuário Imaculada Conceição, na Cidade Ocidental (GO), a celebração da Pascoela da Província São Maximiliano Maria Kolbe, com intenção pelos 15 anos de falecimento de Dom Agostinho.

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Paróquias e Santuários

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Educação e casas de formação

Confira o endereço, telefone e demais informações dos centros de ensino e casa de formação.

Pensamentos de Santo Antônio

Pensamentos de Santo Antônio

PENSAMENTOS DE SANTO ANTÔNIO

1. A vida contemplativa não foi instituída por causa da ativa, mas a vida ativa por causa da contemplativa.

2. A fé se compara ao peixe. Assim como o peixe é batido pelas freqüentes ondas do mar, sem que morra com isso, também a fé não se quebra com as adversidades.

3. Quem está cheio das glórias do mundo se assemelha à bexiga que, cheia de vento, parece maior do que é; basta uma picadinha da agulha da morte e se verá o pouco que é.

4. Não é o temor que faz o servo nem é o amor que faz o livre; mas antes o temor é que faz o livre, o amor que faz o servo.

5. Em todo o corpo do homem o diabo não encontra nenhum membro tão conveniente para ser caçado, para espiar, para enganar, como o coração, porque dele procede a vida.

6. A paciência é melhor maneira de vencer.

7. Quanto mais profundamente lançares o alicerce da humildade, tanto mais alto poderás construir o edifício.

8. Jerusalém tinha uma porta chamada “Buraco da Agulha”, pela qual não podia entrar um camelo, porque era baixa. Esta porta é Cristo humilde, pela qual não pode entrar o soberbo ou o corcunda avarento. Aquele que pretende entrar por ela tem de se humilhar.

9. Maria não afugenta nenhum pecador, antes, recebe a todos os que se refugiam nela e, por isso, é chamada Mãe de Misericórdia: é misericordiosa para com os miseráveis, é esperança para os desesperados.

10. O coração profundo é o coração do que ama, do que deseja, do contemplativo, do desprezador das coisas inferiores. Quando te aproximas de tal coração com passos devotos. Deus é exaltado, não em si, mas em ti; a sua exaltação é a intensidade do teu amor, é a elevação do teu espírito.

11. Feliz aquele que arranca de si o coração de pedra e toma um coração de carne, capaz de se doer compungido das misérias dos pobres, de modo que a sua compaixão lhe sirva de consolo e este consolo lhe dissipe a avareza.

12. Oscula com a boca a própria mão quem louva o que faz.

13. Acredita o estulto no conselho da raposa, fiado em que o bem transitório e mutável seja verdadeiro e duradouro.

14. Não poderás levar os fardos de outrem, se não depuseres primeiro os teus. Alivia-te primeiro dos teus, e poderás levar os fardos de outrem.

15. O que o Senhor faz em nós com a nossa cooperação é maior do que tudo o que faz sem nós.

16. Assim como o vento que entra pela boca aberta não mata a sede, mas aumenta-a mais, o mesmo sucede com a vaidade da dignidade.

17. Assim como a flor, quando espalha o odor, não se corrompe, também o verdadeiramente humilde não se eleva quando louvado pelo perfume da sua vida de bondade.

18. A mentira reside na língua, o roubo na mão, as extorsões no coração.

19. Aquele que segue a outro no caminho, não olha para si, mas para aquele a quem constituiu guia da sua vida.

20. Antes de entrar um raio de sol em casa, não aparece dentro, no ar, o pó; se, porém, entrar um raio de sol, parece cheia de pó.

21. Todo enfermo diz: Amarga é a poção para os que a bebem, mas quando se afastar a enfermidade, então se gloriará.

22. O insensato, como um asno, ouve somente o som da palavra divina, mas o sábio percebe-lhe a força e leva-a ao coração.

23. Dizem que o filho da cegonha ama tanto o pai que, ao vê-lo envelhecer, sustenta-o e alimenta-o. Isso faz por instinto. Também nós devemos sustentar o nosso Pai nos seus membros débeis e doentes e alimenta-los nos pobres e necessitados.

24. A soberba, para não ser desprezada, procura encobrir-se na preciosa humildade.

25. Usa mais vezes os ouvidos do que a língua.

26. O hipócrita se assemelha ao pavão: ao ser provocado pelas crianças, mostra o esplendor das suas penas e, quando faz rodar a cauda, descobre torpemente o traseiro.

 

Pensamentos extraídos do livro “Ensinamentos e Admoestações”, da Editora Vozes; e “Obras Completas de Santo António de Lisboa”, Editorial Restauração, Lisboa.