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A Província São Maximiliano M.Kolbe celebrou no dia 02 de agosto de 2023 a festa de Nossa Senhora dos Anjos. A celebração foi realizada na Casa de Formação de Nossa Senhora dos Anjos, em Santa Maria DF. Estiverem presentes frades da Província, o Ministro Provincial fr.Gilberto, os formandos do Postulantado, o Pré-noviciado, os  frades professos e as pessoas da comunidade.

A festa do Perdão de Assis- As indulgências plenárias

Está festa celebra no dia 02 de agosto, a Festa do Perdão de Assis, Santa Maria dos Anjos da Porciúncula, segundo testemunhou Bartolomeu de Pisa, a origem da Indulgência da Porciúncula se deu assim: “Em uma noite linda , do ano do Senhor de 1216, Francisco estava intimamente compenetrado na oração e na contemplação estava mesmo ali na pequena ermida dedicada a Virgem Mãe de Deus, conhecida como igrejinha da Porciúncula, localizada em uma planície do Vale de Espoleto, perto de Assis, quando, de repente, a igrejinha ficou tomada de uma luz vivíssima jamais vista antes, e Francisco viu sobre o altar o Cristo e à sua direita a sua Mãe Santíssima, acompanhados de uma multidão de anjos. Francisco ficou em silêncio e começou a adorar o seu Senhor. Perguntaram-lhe, então, o que ele desejava para a salvação das almas. Francisco tomado pela graça de Deus que ama incondicionalmente, responde: “Santíssimo Pai, mesmo que eu seja um mísero, o pior dos pecadores, te peço, que, a todos quantos arrependidos e confessados, virão visitar esta Igreja, lhes conceda amplo e generoso perdão, com uma completa remissão de todas as culpas”.

O Senhor lhe disse: “Ó Irmão Francisco, aquilo que pedes é grande, de coisas maiores és digno e coisas maiores tereis: acolho, portanto, o teu pedido, mas com a condição de que tu peças esta indulgência, da parte minha, ao meu Vigário na terra (Papa)”. E não tardou muito, Francisco se apresentou ao Papa Honório III que, naqueles dias encontrava-se em Perugia e com candura lhe narrou a visão que teve. O Papa o escutou com atenção e, depois de alguns esclarecimentos, deu a sua aprovação e perguntou: “Por quanto anos queres esta indulgência”? Francisco, respondeu-lhe: “Pai santo, não peço por anos, mas por almas”. E feliz, se dirigiu à porta, mas o Pontífice o reconvocou: “Francisco, não queres nenhum documento”? E Francisco respondeu-lhe: “Santo Pai, de Deus, Ele cuidará de manifestar a obra sua; eu não tenho necessidade de algum documento. Esta carta deve ser a Santíssima Virgem Maria, Cristo o Escrivão e os Anjos as testemunhas”. E poucos dias mais tarde, junto aos Bispos da Úmbria, ao povo reunido na Porciúncula, Francisco anunciou a indulgência plenária e disse entre lágrimas: “Irmãos meus, quero mandar-vos todos ao paraíso!”

 

 

 

Hoje, dia 21 de outubro, tivemos a abertura oficial do Simpósio em comemoração ao Jubileu da Província São Maximiliano Maria Kolbe. O evento começou com a celebração da Santa Missa, presidida por Dom Denilson Geraldo, Bispo Auxiliar de Brasília, tendo como concelebrante Dom Waldemar Passini Bispo de Luziania o Ministro provincial, Frei Gilberto de Jesus e diversos frades da província.

Confira a homilia assistindo à Santa Missa no YouTube:

 

 

Após a celebração eucarística, Ministro Provincial, conduziu a Oração de Abertura do Simpósio sobre o Jubileu da Província São Maximiliano Maria Kolbe, marcando o início das festividades comemorativas que acontecerão ao longo de toda a semana.

Em seguida, Frei James Fernandes, o primeiro vocacionado de nossa província, apresentou uma reflexão sobre o tema: "O trabalho realizado por Dom Agostinho Januszewicz à frente da Diocese de Luziânia", destacando a importância do legado pastoral de Dom Frei Agostinho, que durante muito tempo foi bispo de Luziânia.

 

O Trabalho realizado por Dom Frei Agostinho à frente da Diocese de Luziânia

 

  • A Diocese de Luziânia foi criada no dia 29 de março de 1989, mediante a Bula Pastoralis Prudentia, do Papa João Paulo II.

  • O território da nova diocese foi definido a partir do desmembramento de partes dos territórios de Anápolis, Ipameri e Uruaçu.

  • Sua instalação oficial ocorreu no dia 10 de junho de 1989, quando da sagração episcopal e posse do primeiro Bispo, Dom Frei Agostinho Stefan Januszewicz, OFM Conv.

  • Com uma superfície de 16.424,1 km², a Diocese de Luziânia contava, na data de sua criação, com uma população de 500 mil habitantes, assistida pastoralmente por 5 paróquias:

    • Santa Luzia em Luziânia – GO, criada em 1754;
    • São Sebastião em Cristalina – GO, criada em 1954;
    • Santo Antônio em Santo Antônio do Descoberto – GO, criada em 1961;
    • Nossa Senhora da Conceição em Novo Gama – GO (por 10 anos foi Paróquia São Pedro Apóstolo);
    • Santo Antônio em Cidade Ocidental – GO, criada em 1979.
  • Segundo o IBGE de 2019, a Diocese de Luziânia contava com uma população de 946.467 pessoas.

 

Municípios que fazem parte da Diocese:

  • Luziânia – GO (sede)
  • Água Lindas – GO
  • Cidade Ocidental – GO
  • Cristalina – GO
  • Mimoso de Goiás
  • Novo Gama – GO
  • Padre Bernardo – GO
  • Santo Antônio do Descoberto – GO
  • Valparaíso de Goiás.

Dom Agostinho esteve à frente da Diocese de 1989 a 2004, totalizando 15 anos de governo episcopal.

Foram criadas 8 novas paróquias na primeira década da Diocese:

  • Paróquia São Francisco de Assis (Valparaíso – GO) e Divino Espírito Santo (Padre Bernardo – GO) em 1990;
  • São Pedro Apóstolo (Água Lindas de Goiás) em 1993;
  • São Maximiliano Kolbe (Valparaíso II) e Nossa Senhora Aparecida (Cristalina – GO) em 1994;
  • Nossa Senhora Aparecida (Jardim Ingá) e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Lago Azul) em 1997.

Até a posse do segundo bispo, a Diocese contava com 20 paróquias.

O Lema episcopal de Dom Frei Agostinho:

Lema: Per Immaculata – Pela Imaculada.

No sermão do Padre Antônio Vieira, na festa da Natividade de Nossa Senhora, ele disse: "Por que Maria nasceu? Para ser a Mãe do Salvador". Parafraseando o Pe. Vieira: "Por que Dom Agostinho nasceu? Para ser da Imaculada". Ele mesmo recordou, ao celebrar 25 anos de sacerdócio, que sua mãe o consagrou à Imaculada desde criança. Portanto, ele nasceu para ser da Imaculada, ser frade, padre, missionário e sucessor dos apóstolos. Tudo o que fazia, fazia pela Imaculada.

Dom Agostinho, apesar de nunca ter sido pároco, dedicava muitas horas ao sacramento da confissão, sendo um excelente pastor, simples e humilde. Foi um homem de oração e, como bispo, sempre se preocupou com as vocações, rezando fervorosamente por elas.

Como fundador da Missão Kolbe no Brasil, seu legado continua vivo na missão franciscana. Dom Frei Janusz, que foi seu noviço, relembra que a única vez que viu Dom Agostinho chorar foi no dia de sua ordenação sacerdotal, de emoção por ver o primeiro padre fruto da Missão.

Obras de Dom Frei Agostinho

Dom Agostinho foi responsável pela construção da Cúria Diocesana, do Centro de Evangelização Caná, e da Catedral de Luziânia, que começou na cripta antes de ser concluída. Ele também trouxe as Irmãs do Puríssimo Coração de Maria da Polônia para trabalhar na Diocese.

Após sua aposentadoria como bispo, Dom Agostinho retirou-se para a Missão no Juruá, Amazonas, onde viveu o restante de sua vida. Seu legado permanece, e sua dedicação à missão franciscana e à Diocese de Luziânia é motivo de gratidão.

 

Paróquias São Marcos e São Lucas

Outro momento marcante foi a exposição das atividades pastorais das paróquias da Província, com apresentações de Frei Roberto Cândido sobre as Paróquias São Marcos e São Lucas.

Relembrando o início de sua fundação, o frade destacou alguns diferenciais da comunidade. "Em Brasília, nossos números se destacam. São muitas as crianças que participam da catequese. Os crismandos também somam um total de jovens que não se vê em outras comunidades da arquidiocese", explicou o pároco.

 

Frei Roberto enfatizou: "Os números de nossa paróquia se destacam na arquidiocese de Brasília. Nas outras comunidades,

você não vê um envolvimento tão grande dos fiéis nas pastorais como temos aqui" .

A paróquia tornou-se, então, um solo frutífero para a evangelização. Segundo o pároco, isso ocorreu devido ao trabalho dos missionários poloneses que ali passaram. "A espiritualidade franciscana é percebida nas muitas pastorais promovidas aqui, principalmente no movimento da Renovação Carismática Católica. Obras que só foram possíveis graças aos frades que trabalharam incansavelmente para fazer desta comunidade um jardim de vocações", afirmou Frei Roberto.

 

Paróquia Santa Clara, no Sol Nascente

Logo após, Frei Henrique Mendonça e Frei Marcelo Dutra falaram sobre a Paróquia Santa Clara, no Sol Nascente. A Paróquia Santa Clara abrange uma área de cerca de 2.625 metros quadrados e está situada em uma região que cresceu entre os anos de 1980 e 1990. A paróquia inclui as capelas de São Benedito, Nossa Senhora da Estrada, Santo Antônio, Felipe Neri, entre outras. Este setor abriga cerca de 100 mil pessoas e é considerado a segunda maior favela do Brasil. A comunidade local expressa sua gratidão pela confiança do cardeal no desenvolvimento desta nova paróquia.

A Paróquia Santa Clara foi criada há dois anos, em abril de 2000, em um terreno doado por um morador, contando com o auxílio de diversos benfeitores. Em 2015, devido à urgência pastoral do Sol Nascente, foi construída uma Casa Filial, com a presença de uma comunidade religiosa franciscana. Hoje, o Sol Nascente enfrenta altos índices de criminalidade e uma situação de grande carência, mas a atuação dos Frades Franciscanos Conventuais tem contribuído para melhorar o desenvolvimento social da cidade. Esse trabalho é um verdadeiro testemunho evangélico da presença da Igreja e da Ordem, guiada pelo carisma de São Francisco de Assis, Santa Clara e São Maximiliano Kolbe.

O simpósio também contou com a participação de Frei Tomasz Król, Delegado da Província de Varsóvia, que reforçou os laços entre as províncias e a missão franciscana ao redor do mundo.

Este evento marca o início de um ano especial de reflexões, celebrações e recordações sobre os 50 anos de caminhada da Província São Maximiliano Maria Kolbe.

 

 

 

 

       Este ano, celebramos 50 anos da Província São Maximiliano Kolbe, ressaltando nossas origens, passos e perspectivas. A celebração do Jubileu, remonta meio século, desde a chegada de Dom Agostinho, no dia 16 de outubro de 1974, estabelecendo a Missão tão almejada pela nossa “Província-Mãe de Varsóvia”, em ação de graças pela Beatificação do frei Maximiliano M. Kolbe, ocorrida no dia 17 de outubro de 1971. Sendo um ideal sagrado, nasceu a Missão no Brasil.

       A festa do Jubileu acontecerá na missa central do dia 26 de outubro, às 10 horas da manhã, com a presença do nosso Ministro Geral, frei Carlos Trovarelli; Frei Rogério Xavier, Assistente Geral e Frei Tomas, delegado da Província de Varsóvia. Será uma grande oportunidade de unirmos as frades das diversas jurisdições, tendo em vista que no dia 26 de outubro, teremos a Profissão Solene de três confrades: Frei Tiago, Frei João Victor e Frei Christian.
       A festa o Jubileu será de 5 dias, com o Simpósio da História da Província, do dia 21 a 26 de outubro 2024. As celebrações ocorrerão na Basílica de São Francisco de Assis. Às 19h, no Auditório do ISB, haverá as exposição sobre aspectos da História da Província com as presenças dos frades Missionários Poloneses e frades brasileiros nativos.
       Essa Semana celebrativa será enriquecida com a sessão que ocorrerá na Câmara Distrital de Brasília dia 24/10, às 09h, e na Câmara Federal, no dia 25 às 10h. Esses são dois importantes eventos que visam prestigiar e valorizar todas as pessoas que colaboraram no nascimento, crescimento e desenvolvimento da Província e as diversas regiões de nossas presenças dando a ela moções de louvores.

 

     A vida de  São Francisco de Assis é lembrada por ter sido vivida de forma impactante, pois ele foi capaz de viver um ideal por excelência, sendo para todos um testemunho real a nossa sociedade. São Francisco Assis foi um homem de objetivo nítido, que repercutiu em sua sociedade e até o faz até os dias de hoje no mundo atual, pois  conseguiu um  grande feito que foi “realizar em vida um ideal pleno, dando  sentido a si e aos irmãos.  

     Normalmente, fazemos memória da mocidade extravagante de São Francisco de Assis, como jovem esnobe, esbanjador, dedicado as paixões, etc. Seus sonhos de adolescente, inspirados pela carga cultural da família, o motivara a  ser um nobre,  um “ grande cavaleiro”  que,  mediante os espólios de guerra, poderia realizar seu desejo de nobreza.

     Havia nele o sonho de status, de ascendência social, era vigente e perceptível, mas a realidade da vida recaiu sobre o jovem Francisco. Mas, contrário ao desejo de glória humana, está também a miséria humana, desconhecida pelos nobres que almejam a soberba.

      Francisco de Assis, após ver a atrocidade da guerra entre Assis e Perugia, na qual Assis saiu derrotada, se tornou prisioneiro, convalesceu-se doente que posteriormente foi resgatados pelos pais. A miséria humana também faz parte de um propósito divino. Vagarosamente, Francisco foi despertando dos seus sonhos íntimos, para constatar a realidade da vida.

      Ele foi compreendendo o risco do mundo afortunado, compreendendo que dentro de si Deus o inspirava a uma mudança de vida, um processo de conversão diante das ilusões do prazer, do poder e do ter. A ação divina agiu na vida do jovem Francisco que, diante da enfermidade. Ele se tornou sóbrio aos desejos do mundo, e se abriu ao desígnio e propósito divino.

     Assim sendo, nasceu no contato com Deus, através do silencio e a oração um ideal, de forma especial quando ouve a voz de Cristo nas ruinas de São Damião “De joelho diante do Crucificado sentiu-se confortado... ouviu uma voz que vinha da cruz e lhe falou por três vezes Francisco, vai e restaura a minha casa”  São (LM, 2,1). Ele  abandonou a vida antiga, a família, fez-se de louco pelo amor de Deus, ele iniciou uma vida entregue a fé, na condição de liberdade de Filho de Deus.

     São Francisco priorizou, a partir de então, a vida interior, a voz divina em si, tornando-se um novo homem “E afastando-me deles, aquilo que me parecia amargo converteu-se para mim em doçura da alma e do corpo” (Testamento 03). Ele aprendeu a ver em Deus o Sumo Bem, compreendendo que a criação resvala aspectos desse bem, percebendo  valor do irmão, o valor  da Igreja, o valor da a criação divina.

    Esse  Ideal vivido por São Francisco de Assis, revela um diálogo constante consigo mesmo, baseado na inspiração divina, compreendendo voz de Deus como dom particular. São Francisco de Assis renovou a vivência do catolicismo na época, viveu intensamente o amor à criação de Deus, à natureza, aos animais, e, sobretudo, ao ser humano. Vivendo em total doação, valorizando especialmente os mais pobres, chamando  todas as criaturas de irmãos, se considerava a menor dentre as as criaturas.

     São  Francisco  de Assis viveu por 44 anos, partiu para a eternidade no início da noite de 3 de outubro de 1226, sendo celebrada a sua festa dia 04 de outubro. São Francisco de Assis conseguiu realizar o ideal que questionou sua sociedade, que apontou uma mudança de valores. Tal ideal criou um novo paradigma, ressaltando a grandeza da inspiração divina no interior do homem, respeitando sua liberdade de filho de Deus.

     Esse foi o propósito da vida do Pobrezinho de Assis, que não só mudou vida dele, mas impactou a humanidade no decorrer de séculos, transformou muitas vidas, sugeriu uma nova sociedade,  uma nova mentalidade, uma nova pessoa.

 

Fr. Gilberto de Jesus, OFMConv.

Ministro Provincial

     Aconteceu ontem (17) a Santa Missa na Basílica de Nossa Senhora de Aparecida, em Aparecida do Norte (SP). Na ocasião, a Santa Celebração foi presidida pelo Cardeal Emérito, Dom Raymundo Damasceno, sendo concelebrada pelos frades sacerdotes da Província São Maximiliano Maria Kolbe e também estiveram presentes frades irmãos religiosos, frades professos, postulantes, paroquianos da Basílica de São Francisco e demais paróquias administradas pela Província.

     A Santa Missa foi presidida na intenção dos 50 anos da chegada dos frades ao Brasil. Foi uma oportunidade de rezar pelos frades missionários poloneses, que continuam a na Missão, pelos frades brasileiros sacerdotes e irmãos, pelas etapas formativas, por nossas instituições provinciais, nossa Delegação no Nordeste e nossa Missão no Amazonas.

     Que o materno da Virgem de Aparecida esteja sempre com a Província, para realizar o Reino de Deus no meio dos homens! Paz e Bem!

 

Frei Gilberto de Jesus (OFMConv)
Ministro Provincial

Quarta, 04 Setembro 2024 14:03

800 anos dos Estigmas de São Francisco

     Neste ano a Ordem Franciscana comemora os 800 anos estigmas de São Francisco, ocorrido em setembro de 1224, no Monte Alverne. As chagas que ele portou durante os últimos dois anos de sua vida revelam mais do que uma experiência única no encontro com o Serafim Crucificado, mais uma identificação de quem, em sua vida, buscou assemelhar-se em tudo ao Cristo pobre e humilde da Cruz.

     São Boaventura descreve que desde o começo de sua conversão, São Francisco cuidava de trazer em seu corpo, pela mortificação da carne, a cruz de Cristo que já levava em seu coração (LM 1,6). O ponto de partida da devoção de São Francisco a Paixão de Cristo foi o encontro que teve com o crucifixo de São Damião. O Deus que falava com Francisco possuía um rosto: o do crucificado. Francisco tinha plena convicção de que havia o Cristo da cruz que lhe havia falado e confiado uma tarefa concreta que deveria cumprir em toda a sua vida. Desde à sua conversão até sua morte, Francisco buscou viver uma união plena com aquele de quem desejava ser cada vez mais semelhante.

     A vocação é um dom de deus. O jovem Francisco vivia ansioso por conquistas, por reconhecimento e glória humana, e deus se serviu dessa inclinação natural para atraí-lo e fazê-lo passar da sede de glória à ambição da verdadeira glória. Em seu diálogo com Deus Francisco se coloca disponível a servir.” Senhor, que que queres que eu faça?” A partir deste momento, há nele uma notável mudança interior, que faz nascer o desejo de conformar-se com a vontade divina.

     Assim, inicia-se em Francisco uma inversão total de sua escala de valores. Para melhor conhecer a vontade do Senhor foi necessário que tudo aquilo que antes lhe era amado e desejado possuir, passasse então a desprezar. Com sua conversão escolhe praticar a vida de penitência. E o que antes lhe causava desprezo ou era amargo suportar, convertera para ele na doçura da alma e de corpo.

     Com revelação Divina, podemos entender que Francisco não se converteu a uma filosofia de vida ou a um tipo de ideologia. a conversão de Francisco está relacionada a uma Pessoa. Mas, não se envolve com um personagem histórico do passado, e sim, com o Cristo vivo, presente, que fala com ele. Cristo tornar-se para ele” o caminho, verdade e vida” em sua busca de conhecer a Deus Pai (Ad.1,1).

     Sua vida de penitência se inspirará cada vez mais a Cristo como o servo perfeito, que manifesta seu amor profundo e total ao Pai, aceitando viver a vida dos homens, suportando a fome, a sede, o sofrimento e, finalmente, a morte em uma cruz para a salvação de todos. Francisco quer ser como Ele. Cristo é o servo perfeito do grande Rei, Francisco também o será.

     A experiência da impressão das chagas no monte Alverne, dois anos antes de sua morte, retrata o ápice de toda a vida de um homem convertido a Cristo. Francisco o imita perfeitamente, de uma tal intensidade que devia desembocar quase que normalmente na estigmatização. Assim como Francisco imita a Cristo, padece com ele na Cruz:

     “O Senhor, meu Jesus Cristo, duas graças eu te peço que me faças antes de eu morrer: a primeira é que, em vida, eu sinta na alma e no corpo, tanto quanto possível, aquelas dores que Tu, doce Jesus, suportaste na hora da tua dolorosa paixão. A segundo, é que eu sinta, no meu coração, tanto quanto possível, aquele excessivo amor, do qual Tu, filho de deus, estavas inflamado, para voluntariamente suportar uma tal paixão por nós pecadores” (3ª Cons. Estigmas).

 

Os estigmas da atualidade

     De acordo com o Papa, a exemplo do santo de Assis, todo cristão é chamado a ir ao encontro dos "estigmatizados" pelas dores da vida:

     "Um discípulo de Jesus encontra no estigmatizado São Francisco um espelho de sua identidade. É por isso que o cristão é chamado a se dirigir de maneira especial aos "estigmatizados" que encontra: os "marcados" pela vida, que carregam as cicatrizes do sofrimento e da injustiça sofrida ou dos erros cometidos. E, nessa missão, o Santo de La Verna é um companheiro de viagem, apoiando-os e ajudando-os a não se deixarem esmagar pelas dificuldades, pelos medos e pelas contradições, próprias e alheias. Se você quiser conhecer bem o Cristo sofredor, procure um franciscano."

      

A unidade franciscana

     Francisco ressaltou a importância da unidade presente no carisma dos Frades Menores, e sublinhou que este também é um chamado de Cristo Crucificado para a missão que lhes foi confiada: 

     "Seu Santo Fundador lhes oferece um poderoso lembrete para que façam a unidade em si mesmos e em sua história. De fato, o Crucifixo que lhe aparece em La Verna, marcando seu corpo, é o mesmo que foi impresso em seu coração no início de sua "conversão" e que lhe havia indicado a missão de "reparar sua Igreja".

 

Fontes: Frei Daniel Dellandera, OFM: Mosteiro da Luz e Vatican News

Terça, 03 Setembro 2024 13:18

Setembro: mês da bíblia

A Igreja nos convida a conhecer mais a fundo Bíblia

     Estamos em setembro e, no Brasil, já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês da Bíblia”. Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o Mês da Bíblia em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30.

     São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do Papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por esse santo recebeu o nome de Vulgata que, em latim, significa “popular” e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.

     Ao celebrar o Mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a fundo a Palavra de Deus, a amá-la cada vez mais e a fazer dela, a cada dia, uma leitura meditada e rezada. É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-Lo no mundo presente, tão necessitado de Sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247).

     A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação à nossa salvação. Jesus é o centro e o coração da Sagrada Escritura. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas no Antigo Testamento para o povo de Deus.

          Ao lê-la, não devemos nos esquecer de que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Todas as palavras da Sagrada Escritura têm seu sentido definitivo n’Ele, porque é no mistério de Sua Morte e Ressurreição que o plano de Deus Pai para a nossa salvação se cumpre plenamente.

 

São Jerônimo, presbítero e doutor da igreja

     Origens 

     Sofrônio Eusébio Jerônimo é o nome completo de São Jerônimo. Nasceu em Estridão, atual Croácia. Não se sabe a data exata do seu nascimento, estima-se que seja por volta de 347. De família cristã e rica, São Jerônimo recebeu uma sólida educação e, ajudado pelos seus pais, completou os estudos em Roma. Ali, deu-se à vida mundana, deixando-se levar pelos prazeres. Porém, logo se arrependeu, recebeu o Batismo e seguiu a vida contemplativa. 

     Vida 

     Jerônimo estudou por toda a vida, viajando a Europa ao Oriente com sua biblioteca dos clássicos antigos, nos quais era formado e graduado doutor. Passando pela França, conheceu um monastério e decidiu retirar-se para vivenciar a experiência espiritual. Uma de suas características era o gosto pelas entregas radicais. Ficou muitos anos, no deserto da Síria, praticando rigorosos jejuns e penitências, que quase o levaram à morte. Em 375, depois de uma doença, Jerônimo passou ao estudo da Bíblia com renovada paixão. Foi ordenado sacerdote pelo bispo Paulino, na Antioquia, em 379. Mas Jerônimo não tinha vocação pastoral e decidiu que seria um monge dedicado à reflexão, ao estudo e divulgação do cristianismo.

Primeira Tradução da Bíblia para o Latim

     Chamado pelo Papa

     Voltou para Roma em 382, chamado pelo Papa Dâmaso, para ser seu secretário particular. Jerônimo foi incumbido de traduzir a Bíblia (do grego e do hebraico) para o latim. Nesse trabalho, dedicou quase toda a sua vida. O conjunto final de sua tradução da Bíblia em latim chamou-se “Vulgata” e tornou-se oficial no Concílio de Trento.

     Suas obras

     Romano de formação, Jerônimo era um enciclopédico. Sua obra literária revelou o filósofo, o retórico, o gramático, o dialético, capaz de escrever e pensar em latim, em grego, em hebraico, escritor de estilo rico, puro e eloquente ao mesmo tempo. Dono de personalidade e temperamento fortíssimo, sua passagem despertava polêmicas ou entusiasmos.

     Retirada para Belém

     Devido a certas intrigas do meio romano, retirou-se para Belém, onde viveu como um monge, continuando seus estudos e trabalhos bíblicos. Para não ser esquecido, reaparecia, de vez em quando, com um novo livro. Suas violências verbais não perdoavam ninguém. Teve palavras duras para Ambrósio, Basílio e para com o próprio Agostinho. Mas sempre amenizava as intemperanças do seu caráter para que prevalecesse o direito espiritual.

     Dedicação à Palavra de Deus

     Páscoa

     São Jerônimo passou o resto da sua vida em Belém, onde sempre se dedicou à Palavra de Deus, à defesa da fé, ao ensino da cultura clássica e cristã e ao acolhimento dos peregrinos. Faleceu em sua cela, nas proximidades da Gruta da Natividade, em 30 de setembro, provavelmente no ano 420. 

     Contribuição Póstuma

     Este santo homem, impetuoso e, muitas vezes, polêmico e divergente, era odiado, mas também muito querido. Não era fácil dialogar com ele, porém deu uma contribuição ao Cristianismo, com seu testemunho de vida e seus numerosos escritos. Com efeito, deve-se a ele a primeira tradução da Bíblia para o latim, chamada Vulgata: traduziu os Evangelhos do grego e o Antigo Testamento do hebraico; ainda hoje, a Vulgata, embora revisada, é o texto oficial da Igreja de língua latina. 

     Oração

     “Grande tradutor e divulgador da Palavra de Deus, foste tão íntimo das escrituras e nos ensinaste esse belo caminho para a união com Cristo. Dai-nos amor à Palavra, dedicação em lê-la, rezá-la e meditá-la como tu mesmo tiveste. Amém.”

 

Fonte: Canção Nova, Mês da Bíblia e São Jerônimo

 

 

     É com imensa gratidão e profundo entusiasmo que a Província São Maximiliano Maria Kolbe convida Vossa Senhoria para a celebração do Jubileu de 50 anos de nossa Fraternidade Provincial. Este marco é uma expressão de nossa fé e um testemunho da dedicação e do árduo trabalho de tantos que contribuíram para a nossa missão, desde a chegada de Dom Frei Agostinho Stefan, OFMConv. ao nosso país, em 1974.

     Este evento memorável ocorrerá entre os dias 21 a 26 de outubro de 2024, na sede da Província, localizada no SGAN 915, Módulos ABC, Asa Norte- DF (Basílica Santuário São Francisco de Assis e auditório do Instituto São Boaventura).

     Esta será uma oportunidade para juntos comemorarmos 50 anos de fecundas histórias e de belos testemunhos da ação de Deus nesta Província. Venha celebrar conosco esta ação de graças, a qual certamente renovará o nosso compromisso com a missão do Evangelho e fortalecerá a nossa comunidade provincial.

     Dom frei Janusz Marian Danecki, falecido no dia 30 de agosto de 2024, foi sepultado no cemitério Jardim da Imaculada, na Cidade Ocidental (GO), no domingo dia 1º de setembro. Após o velório em Campo Grande (MS), no dia 31 de agosto, seu corpo veio de transporte aéreo para Brasília, sendo transportado posteriormente ao Santuário Jardim da Imaculada (GO), onde aconteceu a celebração da Santa Missa de corpo presente às 00h30, presidida pelo Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus (OFMConv.); o Vigário Provincial, Frei Amilton Leandro Gomes do Nascimento (OFMConv.), o guardião do Jardim da Imaculada, frei Jorge Campelo (OFMConv.) e demais confrades da Província.

     Durante a madrugada aconteceu o velório com muitos presentes na Capela do Santuário e durante o domingo aconteceu, às 15h, a Celebração de Exéquia e Sepultamento. Estiveram presentes no sepultamento os bispos: Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande (MS); Dom Vitório Pavanello, bispo Emérito da Arquidiocese de Campo Grande (MS); Dom Waldemar Passini, bispo Ordinário da Diocese de Luziânia (GO); Frei Gilberto de Jesus (OFMConv.), Ministro Provincial da Provincial de São Maximiliano M. Kolbe, os frades sacerdotes e irmãos religiosos, padres diocesanos, irmãs religiosas de diversas congregações, OFS, MI, membros do Santuário Jardim da Imaculada e demais comunidade paroquiais.

     Após a celebração, o cortejo foi para o Cemitério Imaculada Conceição, no Jardim da Imaculada. Foi um momento de emoção, tristeza, mas de grande confiança no Mistério da Paixão e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Este doloroso momento leva todos a compreender que nosso confrade, Dom frei Janusz Marian Danecki, viveu com integridade sua fé, testemunhando seu amor a Deus, à Igreja e à Virgem Santíssima nos ensinando muito. De fato, ele “viveu, trabalhou, sofreu, se alegrou e morreu pela Imaculada”.

 

Frei Gilberto de Jesus (OFMConv)

   Ministro Provincial

Segunda, 02 Setembro 2024 12:36

Falecimento de Dom Janusz Marian Danecki

     “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11, 25)

     Dom Frei Janusz Marian Danecki nasceu em 8 de setembro de 1951 e, infelizmente,  veio óbito no dia 30 de agosto de 2024, aos 72 anos. Estava exercendo o ministério episcopal na Arquidiocese de Campo Grande (MS) por 09 anos, desde sua Ordenação Episcopal em 01 de maio de 2015. Ele exerceu o ministério presbiteral por 47 anos como religioso, desde o primeiros votos e tinha 53 anos de vida religiosa franciscana.

     Dom Mariano, ou Frei Janusz, foi o homem que testemunhou a Ressurreição, com a sua alegria, disposição, coragem e paz interior, pois ele  revelou a muitos corações o Reino de Deus. A vida de Dom Mariano, não foi fácil, não foi cômoda, mas cheia de dificuldades. Uma vida de desafios, de incompreensões, de dores, sofreu percalços, dúvidas, ataques. Era um homem de maturidade, de humanidade, que sabia de onde vinha e para onde iria. Por isso, tornou-se um norte, um exemplo para jovens, crianças e adultos,  pois revelava a alegria do Ressuscitado.

     É importante dizer que nossas casas, paróquias e a Província em geral foram favorecidas com o ensinamento e testemunho de Frei Janusz. Ele foi o formador da maioria dos nossos primeiros frades brasileiros, além dos trabalhos de governo da Custódia, que deu origem à nossa Província São Maximiliano Maria Kolbe. Ademais dos frades, muitos outras congregações femininas cultivaram um profundo amor a ele, por sua caridade, simplicidade, amor e dedicação.

     Nos últimos 20 anos de sua vida, desde a ereção de nossa Província em 2003, Dom Mariano (frei Janusz) se dedicou à Arquidiocese de Campo Grande (no dia 25 de fevereiro de 2015, o jornal L’Osservatore Romano publicou a nomeação de Frei Janusz como Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Campo Grande)

     Em Campo Grande, desde 2015, foi solidário e companheiro a Dom Dimas, auxiliando com dedicação na vida da Arquidiocese, sendo reconhecido no meio do Povo de Deus como um homem de Deus, zeloso, humilde e sábio Pastor do Rebanho do Senhor, sendo um grande referencial da vida religiosa da Igreja Local.

     De 2008 a 2015 esteve em Juruá,  junto ao povo simples onde, com alegria e determinação, continuava a obra deixada por Dom Agostinho. Ele acompanhou os últimos momentos de Dom Frei Agostinho, sendo solícito, amigo, dedicado, cuidando dele até os último dia de vida. Dom Mariano, atendeu com grande atenção o povo mais simples, assistiu a juventude formando uma sinfonia musical, trabalhando com a juventude, sendo muito querido entre o povo de Juruá no Amazonas.

     De 2003 a 2007 exerceu a função de Vigário Provincial e de formador, tendo um papel importante na condução da Província e na condução da vida formativa, sendo de grande importância nos primeiros passos da nova Província eregida em 2003.

     Dom Mariano chegou ao Brasil em 1985 e, nos seus primeiros 18 anos aqui no nosso país, dedicou-se à formação inicial, principalmente como mestre do postulado no Jardim da Imaculada. Concentrou-se também no Jardim da Imaculada, na Revista Cavaleiro da Imaculada, na Paroquia Santo Antônio e no serviço de secretaria Custódia São Maximiliano Maria Kolbe. Dom Mariano entrou no seminário em 1965, com apenas 14 anos de idade, e passou seus primeiros anos de vida religiosa dando especial atenção à sua formação presbiteral, estudando por seis anos no Seminário Menor e noviciado e mais seis anos de formação acadêmica em Filosofia e Teologia. Após a ordenação presbiteral, dedicou-se  por oito anos à experiência pastoral na Polônia. Neste período, nasceu seu desejo de ser missionário no Brasil. Rezemos por esse nosso confrade que testemunhou com fidelidade o amor a Deus e à Igreja.

 Frei Gilberto de Jesus (OFMConv.)

Ministro Provincial

Quarta, 28 Agosto 2024 20:12

Romaria Aparecida 2024

Província São Maximiliano
16 A 19 DE SETEMBRO

     Entre os dias 16 e 19 de setembro, os frades da Província São Maximiliano Maria Kolbe farão uma peregrinação à Basílica Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, São Paulo, como parte das comemorações pelos 50 anos da Província. Os frades partirão de Brasília, no dia 16/09, em um ônibus semileito com destino à cidade de Aparecida e devem chegar em 17/09.

     No dia 17/09, eles chegarão ao hotel para tomar o café da manhã e logo em seguida visitarão o Santuário. Após o almoço, sairão para Guaratinguetá (SP) para visitar a igreja de Frei Galvão e, após esta, partirão para Cachoeira Paulista, onde devem visitar o Santuário da Misericórdia, na Canção Nova. Às 18 horas, novamente no Santuário Nacional de Aparecida, celebrarão a Santa Missa na intenção do jubileu de 50 anos da Província e pelos 800 anos dos Estigmas de São Francisco de Assis. A Santa Missa será presidida por Dom Raymundo Damasceno, Arcebispo Emérito de Aparecida, e será televisionada pela TV Aparecida.

     No dia 18/09, farão um tour pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida e sugere-se que no período da tarde seja feito o caminho do Rosário e visite-se Porto de Itaguaçu (onde a imagem de Nossa Senhora Aparecida fora encontrada).

     No dia 19/09, após o café da manhã, terão a manhã livre e partirão para o embarque de volta à Brasília após o almoço.

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