Franciscano

  • O Evangelho como ponto de partida
    Francisco parte do Evangelho para reconstruir a vida e parte da vida para confrontar-se com o Evangelho. Esta opção e escolha não seria apenas viver o Evangelho e acolhê-lo em sua vida, mas também anunciá-lo aos seus irmãos. Novamente, em seu Testamento, Francisco escreve: “E depois que o Senhor me deu irmãos, o Senhor mesmo me revelou que eu devia viver segundo a forma do Santo Evangelho” (Test 4,14).Francisco tinha clareza quanto à sua missão: o primeiro movimento é acolher a palavra de Deus, embeber-se dela, aprofundá-la na vida, confrontar-se com ela, para ser luz no caminhar e vigor no viver. E depois, levá-la e transmiti-la ao povo de Deus. E assim, seu dinamismo missionário impele-o a ir ao encontro de todos os homens. Diante do envio e da missão, ele sente a paixão que tem pelo anúncio da Boa Nova.Ele sente a vocação missionária a que Deus o chamou e sente-se feliz e realizado em ser o bom samaritano a difundir esta mensagem, não só aos leprosos, mas à humanidade toda.   Este artigo é o terceiro da série do site Franciscanos para o Mês da Bíblia: O Evangelho pautou a vida de São Francisco de Assis. Fonte: Franciscano. Autor: Frei Atílio Abati. Extraído do livro “Francisco, um encanto de Vida”, Editora Vozes.
  • O fim de semana foi de muitos encontros para a equipe do Serviço de Animação Vocacional
    Continuando as atividades do Mês Vocacional (entenda mais aqui), o Serviço de Animação Vocacional (SAV) em nossa província teve outro fim de semana de muitos trabalhos. Novamente, a equipe do SAV teve de se dividir em grupos para atuar em todos os encontros. No sábado e no domingo, estiveram em Uruaçu (GO) e no domingo em Niquelândia (GO). Na cidade de São Sebastião (DF), também no domingo, quem representou o SAV foram os pré-noviços do Seminário de Pré-Noviciado de Santa Maria dos Anjos.   Uruaçu No sábado e no domingo, 25 e 26 de agosto, alguns frades do SAV estiveram na cidade de Uruaçu (GO) participando do encontro vocacional "Ide”. Sendo realizado no Seminário Diocesano de São José, o encontro foi promovido pelo SAV da Diocese de Uruaçu e proporcionou aos jovens um contato maior com os franciscanos, que lhes apresentaram o carisma de nossa Ordem. Este encontro contou também com a presença de outras congregações e membros de comunidades de vida. Nesse ambiente fraterno, os jovens puderam conhecer os diversos carismas, bem como tirar dúvidas e se dedicara à oração e à partilha. Participaram das atividades os Freis Beneval Soares (OFMConv).  e Marcelo Borges (OFMConv).   Niquelândia No domingo, 26, parte da equipe do SAV esteve na cidade de Niquelândia (GO), também da Diocese de Uruaçu. Foi realizado no Santuário São José, um encontro vocacional misto promovido pela paróquia. Esse encontro, que se destacou por sua simplicidade, aconteceu durante o período da manhã e teve como objetivo do apresentar o carisma franciscano, bem como o teor da vida religiosa enquanto seguimento radical de Jesus Cristo. Durante o encontro, foi tratado com os participantes as questões que envolvem as diversas vocações dentro da Igreja. Os jovens mostraram-se muito interessados, expressando um forte desejo em descobrirem a sua vocação. O encontro foi concluído ao meio-dia. Estiveram presentes neste encontro os Freis Josimar Mendes (OFMConv), Luís Ventura (OFMConv) e Ricardo Elvis (OFMConv).   São Sebastião Ainda no domingo, representando a equipe do SAV, os pré-noviços do Seminário Maior de Pré-Noviciado Santa Maria dos Anjos, que fica em Santa Maria (DF), estiveram na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em São Sebastião (DF), para participar do Despertar Vocacional Paroquiano. O encontro teve o intuito de auxiliar os jovens no processo de discernimento vocacional e foi marcado pela partilha e convivência fraterna. Os pré-noviços André Moreira, Diogo Kennedy e Felipe Sampaio falaram aos participantes sobre o modo de ser livre no movimento do Espírito, já que o é o Espírito Santo que santifica e ilumina cada católico e católica a respeito de sua própria vocação.   Confira mais fotos na galeria!  Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV aqui.
  • O profeta e o seu Evangelho
    Francisco teve com o Evangelho uma intimidade difícil de se compreender. Amava o Evangelho, mas ele não teria sido Francisco, se seu amor não tivesse desejado possuir o próprio livro. A magnífica Bíblia da Idade Média, com os maravilhosos textos desenhados em letras elegantes, tinha para ele algo de sagrado. Já foi, de per si, um rito religioso, quando ele, com seus dois companheiros, entrou na pequena igreja de São Nicolau e lá abriu o livro sobre o altar, manifestou-se ali uma forma de respeito que, em nosso tempo, impregnado de obras tipográficas, se tomou impossível: o respeito pela palavra manuscrita. Com isso, adquirem um sentido mais profundo em certas ações aparentemente mágicas. Nas cartas que ditava, não permitia Francisco que se riscasse uma letra, mesmo que fosse um erro de ortografia. Recolhia com o mesmo respeito em qualquer pedacinho de pergaminho que encontrava no chão. Perguntaram-lhe, certa vez, por que tinha tanto cuidado até mesmo com obras de autores pagãos. A resposta tem um quê surpreendente, “Porque nelas se encontram as letras que compõem o glorioso nome do Senhor”. Por umas cinco vezes insiste ele, em suas cartas, em que se devem guardar respeitosamente as palavras do Evangelho, onde quer que sejam encontradas. Francisco sentia o alcance psicológico desse simbolismo. “Devemos cuidar de tudo que encerra Sua Palavra sagrada. Assim ficamos profundamente compenetrados da sublimidade do nosso Criador e de nossa dependência em relação a Ele”, escreverá mais tarde ao Capítulo de seus irmãos. A verdadeira dificuldade de se compreender como Francisco lia a Bíblia, não se encontra na cultura medieval. O que é difícil compreender é o fato raro de a Bíblia ser lida aqui por um homem que era como ela o desejava. Ele não tinha necessidade dum comentário que a suavizasse. Com heróica abertura, Francisco aceitava o texto ao pé da letra, pois este já há muito o havia empolgado. Talvez tenha ele, alguma vez, explicado a Bíblia de uma maneira por demais rigorosa – nunca, porém, branda demais. Devemos perguntar se a concepção de Francisco a respeito da Bíblia ainda vale para nós. Em cada mudança religiosa na história, encontra-se o homem diante da pergunta: que é propriamente autêntico na Bíblia e que é que se conseguiu descobrir com o correr do tempo? E em cada período são sempre os grandes cristãos que, da forma mais pura, reconhecem a autenticidade. Não se requer uma visão genial para se descobrir o que corrigir num texto ou apontar alguns cantos carcomidos numa estrutura eclesiástica antiquada. Quando se trata, porém, de valores eternos, é absolutamente necessária uma visão de fé. Não é tão estranho que um homem como Francisco, que se afastara, por assim dizer, da própria cultura para viver o Evangelho até às últimas consequências – que este Francisco tenha descoberto algo que sobrepuja qualquer cultura. As grandes personalidades não estão à frente de seu tempo, estão acima dele.   Este artigo é o segundo da série do site Franciscanos para o Mês da Bíblia: O Evangelho pautou a vida de São Francisco de Assis. Via: Franciscanos. Extraído do livro “Francisco de Assis, Profeta de Nosso Tempo”, Editora Vozes. Autor: Por N.G. Van Doornik.
  • O que se diz a respeito de Francisco?
    Alguns depoimentos sobre Francisco e aquilo que o fazia viver. Poucos depoimentos que nos ajudam a ir completando o perfil de Francisco. Humanista e humorista: Francisco ao longo de sua vida foi um fenômeno de massa, certamente por seu estilo evangélico, mas também porque era um gênio em termos de comunicação. Captava imediatamente as necessidades e expectativas de quem dele viesse se acercar. Tinha um inato sentido para o espetáculo. Era um artista. Nos tempos de sua juventude cantava pelas ruas e participava das serestas com seus amigos. Depois de sua conversão costumava expressar-se na pregação com movimentos corporais e gestos semelhantes aos dos trovadores e jograis. Se em sua juventude havia sonhado ser cavaleiro, servindo-se da linguagem cavalheiresca da época, depois de sua conversão continuava empregando um vocabulário de palavras e imagens muito diversas da linguagem religiosa habitual. Falava de seus frades como cavaleiros da Távola Redonda, da pobreza como uma noiva. Às vezes pregava com a linguagem de cantigas de amor em voga na época, transformando-as, dando-lhe um sentido religioso.  Conseguiu superar a dicotomia entre sagrado e profano, laical e clerical, linguagem profana e linguagem eclesiástica. Certa vez, ante suas admiradoras do sexo feminino, improvisou uma pregação feita apenas de gestos. Sua conversão ao Evangelho não tirou dele este aspecto jovial e festivo. Ao contrário, chegou mesmo a potenciá-lo. Para ele, Deus era uma festa e dançava quando dele se aproximava ou d’Ele falava.  Sua própria vida era permanentemente uma celebração litúrgica pelos campos e nas cidades.  Para ele, a natureza era o templo visível da divindade onde ele celebrava espontaneamente a liturgia cósmica. Inventou um estilo novo de encarnar o Evangelho unindo intimamente a coerência da mensagem de Jesus com seu jeito jovial e festivo. A santidade com a poesia. O humanismo com o humorismo. A religião com a estética. Conseguiu revestir o cristianismo de alegria.  Seu estilo de vida tão original foi bem captado pelas multidões que sempre sabem descobrir o essencial da vida. (José Antonio Merino, Encarte de Vida Nueva n. 2263) Francisco e o Papa Francisco: Tomei o nome de Francisco por guia e inspiração no momento da minha eleição para bispo de Roma. Acho que Francisco é o exemplo por excelência do cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade. É o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia, amado também por muitos que não são cristãos. Manifestou uma atenção particular pela criação de Deus e pelos mais pobres e abandonados. Amava e era amado por sua alegria, a sua dedicação generosa, o seu coração universal. Era um místico e um peregrino que vivia com simplicidade em uma maravilhosa harmonia com Deus, com os outros, com a natureza e com si mesmo. Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenhamento na sociedade e a paz interior. (Laudato Si’”, 10).   Não era isso que fazia Francisco viver? Em torno dos estigmas: Estigmas, sinais de um desejo de privação de toda posse:  Aquele que tem as mãos estigmatizadas não pode mais assenhorear-se do mundo como antes. Aquele cujos pés estão estigmatizados não pode mais caminhar pela terra como conquistador e dominador. Aquele tem o lado atingido não pode mais ocultar seus dons na caixa torácica, nem mesmo seus ressentimentos e remorsos.  O pássaro da liberdade encontra uma fresta para se lançar livremente por montes e vales. O homem que assim se reconhece, atingido em sua carne, nada tem de próprio, distribui os bens. A natureza é reencontrada em inédito esplendor. A fraternidade originária esconde o ardor divino que o provoca. Estigmas, forma de pregação - Os estigmas constituem uma forma de pregação quando os lábios emudecem.  Os estigmas constituem um foco para a palavra do silêncio, aquela que se submete a todas as criaturas para melhor ser atendida. Os estigmas são os lábios e pálpebras da carne que revelam e contemplam as profundezas no momento em que tudo se cala, onde o ambiente manda que se cale, onde acontece a cegueira e não um mero mal enxergar. Quando o contencioso com os frades se torna mais forte, que o destino da Fraternidade franciscana parece incerto, quando o Evangelho corre o risco de ser uma utopia ou simplesmente um ingênuo sonho, Francisco toma a decisão de subir o Alverne e viver intensa solidão. Finalmente, no silêncio do intercâmbio misterioso, acontece um face a face, a partilha de sofrimento do amigo com o Amigo. Nada podemos dizer. Simplesmente meditar em nosso coração.   Via: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães (OFM). Fontes: Bernard  Forthomme, Par excès d’amour. Les stigmates de François d’Assise, Ed. Franciscaines, Paris  2004, p  28-29
  • O Serviço de Animação Vocacional participou de muitos encontros para divulgar o carisma franciscano
    Durante o último fim de semana, entre os dias 28 e 30 de setembro, os membros do Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Província participaram de diversas atividades pelas cidades de Brasília. No sábado, participaram de um encontro na Granja do Torto e também realizaram visitas na casa dos vocacionados. No sábado e no domingo, estiveram presentes no Encontro Formativo da Pastoral Vocacional, em Goiânia (GO). Confira as atividades abaixo!   Goiânia Na sexta e no sábado, outros frades do SAV participaram Encontro Formativo da Pastoral Vocacional do Regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O encontro foi realizado no Centro Pastoral Dom Fernando, em Goiânia (GO) e teve como objetivo apresentar o texto-base do IV Congresso Vocacional do Brasil e atuar como preparação para o Pré-Congresso Regional Vocacional. O assessor do encontro, o Padre Geraldo Tadeu (RCJ), apresentou o texto-base a partir do método ver-julgar-agir, que é uma via metodológica-teológica instaurada pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM). O principal tema tratado no texto-base é a criação de uma cultura vocacional na Igreja, ou seja, todos os cristãos e cristãs batizadas são responsáveis pela dimensão vocacional dentro da eclesiologia. Durante a explanação do primeiro passo – ver- o religioso demonstrou que, para a fundamentação desta cultura, o texto apresenta uma leitura dos tempos atuais nos quais os jovens e as jovens estão imersos, bem como a fixação no descartável, as situações de não comprometimento e a ausência da perspectiva de futuro. Todos estes problemas atingem, diretamente, a Igreja. No segundo passo - julgar, o Padre Geraldo demonstrou que tudo precisa partir do pressuposto evangélico, ou seja, precisamos crer, principalmente os animadores e as animadoras vocacionais, que todas as coisas acontecem da ação de Deus na vida desta juventude. E, ao mesmo tempo em que os jovens e as jovens estão imersas nesta cultura, eles e elas também anseiam por coisas sublimes. Assim, aqueles e aquelas que estão na Pastoral Vocacional, precisam atuar como um solo de escuta, acompanhamento e acolhida, expressando as muitas possibilidades e caminhos diferentes dos atrativos modernos e mundanos. A partir disto, pode-se criar uma caminhada para a vocação alicerçada em Jesus numa espécie de antropologia vocacional, em que vocação é uma realização humana daqueles e daquelas que se disponibilizam a viver o evangelho. Diante dos comportamentos hodiernos de coisificação e descarte do ser humano, a Pastoral pode proporcionar uma antropologia evangélica. Tem-se neste agir, a criação de uma Cultura Vocacional. A Pastoral é considerada agora um Ministério da Igreja que pode desenvolver uma iniciação cristã baseada nos sentimentos evangélicos.       Granja do Torto No sábado, a equipe do SAV participou do Despertar Vocacional Vicariato Norte da Arquidiocese de Brasília, realizado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Granja do Torto (DF). O evento, cujo tema fora “Seduziste-me Senhor, e eu me deixei seduzir”, foi dedicado à apresentação de carismas; matrimonial, sacerdotal, religioso e de comunidades de vida. Pela manhã, os frades, juntamente dos religiosos, religiosas e seminaristas que participaram do Despertar, visitaram diversas paróquias da região para realizar um momento de animação vocacional com jovens catequizandos. No período da tarde, os membros do SAV fizeram uma exposição aos participantes da Missão Vocacional sobre a espiritualidade franciscana vivida no carisma.   Visita aos familiares Ainda no sábado, outros integrantes do SAV visitaram as famílias dos vocacionados candidatos ao ingresso na nossa Ordem no ano que vem. Esta missão é uma etapa importante no processo de discernimento vocacional desses jovens, tendo em vista que seja necessário que, não somente o jovem conheça a nossa vida ao participar dos encontros vocacionais, mas também que nós, indo ao encontro de sua família, conheçamos um pouco da realidade de sua vida familiar, ao passo que os seus familiares passam a nos conhecer também. As visitas acontecem também para esclarecer dúvidas e a sua realização é motivo de alegria tanto para os religiosos quanto para os vocacionados e os seus familiares. Dizia o nosso Pai São Francisco que a mãe e o pai de um frade é mãe e pai de todos os demais frades e, nesse sentido, essa visita acontecesse: mostrando aos pais que não estão perdendo seus filhos, mas que estão ganhando muitos outros e se tornado parte da grande família franciscana!       Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV aqui. Confira as fotos na galeria! RCJ = Rogacionistas do Coração de Jesus.
  • Ordenação diaconal dos irmãos de nossa Província
    A Província São Maximiliano Kolbe do Brasil, da Ordem dos Frades Menores Conventuais, convida a todos e a todas para as Celebrações Eucarísticas nas quais serão ordenados diáconos, os seguintes irmãos: Frei Beneval Soares Bomfim (OFMConv); Frei Francisco Ferreira da Silva (OFMConv); Frei Geraldo Leite da Silva Junior (OFMConv); Frei Marcus Orlando Figueiredo Pinto (OFMConv); Frei Maykon Anderson de Oliveira Silva (OFMConv); Frei Paulo Arante Rodrigues (OFMConv); Frei Wagner da Silva Faustino (OFMConv).   Celebrações Serão ordenados diáconos, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Leonardo Ulrich Steiner, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília, os nossos irmãos: Frei Beneval Soares Bomfim (OFMConv); Frei Francisco Ferreira da Silva (OFMConv) Frei Geraldo Leite da Silva Junior (OFMConv); Frei Marcus Orlando Figueiredo Pinto (OFMConv); Frei Maykon Anderson de Oliveira Silva (OFMConv). ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado, 15 dezembro às 10h. Paróquia São Marcos e São Lucas EQNP 09/13 Área Especial EFGH Ceilândia (DF) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook.   Será ordenado diácono, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Manoel Delson (OFMCap), Arcebispo da Paraíba, o nosso irmão: Frei Wagner da Silva Faustino (OFMConv) ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado 22 de dezembro às 10h Santuário Nossa Senhora da Conceição Av. Dom Vital - Centro Pedras de Fogo (PB) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook.   Será ordenado diácono, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Fernando Barbosa dos Santos (CM), Bispo da prelazia de Tefé, o nosso irmão: Frei Paulo Arante Rodrigues (OFMConv). ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado 05 de janeiro às 10h Paróquia Santo Antônio Rua Minas Gerais, S/N Tefé (AM) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook.
  • Ordenação Presbiteral dos frades de nossa província
    Será celebrada em 08 de dezembro deste ano, às 10h no Santuário São Francisco de Assis, em Brasília (DF), a Santa Missa na qual serão ordenados presbíteros, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Levi Bonatto, Bispo Auxiliar de Goiânia (GO), os nossos diáconos: Frei Décio Sousa da Cruz (OFMConv); Frei Adailton Borges Gomes Jr (OFMConv).   Confirme presença em nosso evento no Facebook clicando aqui.    Os neo-presbíteros celebrarão as primeiras missas nos seguintes dias e horários. Frei Décio Sousa da Cruz: "Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo" (Mt 10,7). Dia 09/12 10h: Paróquia Santa Clara, Anápolis - GO. Dia 16/12 (ainda sem horário definido): Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, Salvador - BA   Frei Adailton Borges “Seduziste-me Senhor e eu me deixei seduzir” (Jr 20,7). Dia 09/12 às 10h: Paróquia São Maximiliano, Águas Lindas - GO. Dia 23/12 às 7h30: Comunidade Santo Antônio, Candeias - BA
  • Os mártires da Argélia serão beatificados em 08 de dezembro
    Foi anunciado nesta sexta-feira, 14, pela Igreja na Argélia que o bispo Pierre Claverie e seus 18 companheiros, incluindo os sete monges cistercienses de Tibhirine, serão beatificados em 8 de dezembro na Basílica de Santa Cruz, em Oran. A data entrará para a história da Igreja argelina, dia escolhido para relembrar a beatificação dos 19 mártires, religiosos e religiosas francesas assassinados na década de 1990, tempos sombrios para a Argélia. Os bispos argelinos falam em um comunicado de uma "grande alegria" e uma "boa notícia". Deve-se dizer que o caminho foi longo, pois a Causa da Beatificação foi aberta em 2006, em Argel. 21 anos após o assassinato, seis religiosas e onze monges, incluindo os 7 cistercienses de Tibhirine, tiveram seu martírio reconhecido. Em janeiro, o Santo Padre aprovou a promulgação dos decretos da beatificação.   Década sombria para a Argélia Esta beatificação diz respeito a um total de 19 pessoas consagradas, alguns deles bem conhecidos, como o irmão Christian de Chergé ou Dom Pierre Claverie. Os nomes dos outros religiosos e religiosas são menos familiares ao grande público. Os monges de Tibhirine foram sequestrados em março de 1996, no mosteiro Nossa Senhora do Atlas, Argélia. Somente suas cabeças foram encontradas poucos meses mais tarde. As seis religiosas, foram mortas nesta mesma década, em 1994 e 1995, na capital, Argel. Dom Pierre Claverie, Bispo de Oran, foi assassinado em 1º de agosto de 1996 com a explosão de uma bomba em frente ao bispado. Ele tinha 58 anos de idade. Esses mártires que viveram a serviço do povo argelino serão homenageados em nome das milhares de vítimas, principalmente muçulmanas, da guerra civil dos anos 90.   Fonte: Vatican News.
  • Outubro: mês missionário
    Em outubro, a Igreja celebra o mês missionário em memória de Santa Teresinha do Menino Jesus (que tem a sua festa no primeiro dia do mês) que é reconhecida pela Igreja como a padroeira das missões. Este é o momento dos cristãos e das cristãs de colaborarem com as missões no mundo. Esse ano, o tema do mês, reforça a importância do discurso das Bem-Aventuranças, “Felizes os que promovem a Paz” (Mt 5,9). Na Mensagem deste ano para o Dia Mundial das Missões, instituído pelo Papa Pio XI em 1926, o Papa Francisco destaca “Todo homem e toda mulher é uma missão e essa é a razão pela qual se vive na terra ser atraídos e enviados. Cada um de nós é chamado a refletir sobre esta realidade, ‘Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo’” (papa Francisco, Evangelii gaudium, 273). Para colaborar de forma concreta com as missões, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) prepararam várias ações e um rico material que vai ajudar as comunidades a trabalharem a temática. Destacamos três deles: 1 – Rezar pelas missões e missionários 2 – Ir ao encontro dos que mais necessitam 3 – Contribuir com a coleta em favor da evangelização dos povos. Saiba mais clicando aqui.   Oração do Mês Missionário 2018 Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós Vos louvamos e bendizemos pela Vossa comunhão, princípio e fonte da missão. Ajudai-nos, à luz do Evangelho da paz, testemunhar com esperança, um mundo de justiça e diálogo, de honestidade e verdade, sem ódio e sem violência. Ajudai-nos a sermos todos irmãos e irmãs, seguindo Jesus Cristo rumo ao Reino definitivo. Amém.   Fontes: Canção Nova, CNBB e Rádio Canção Nova.
  • Padroeiro da Província: 14 de agosto – São Maximiliano Maria Kolbe
    Filho de Júlio Kolbe e Maria Dabrowska, Raymond Kolbe nasceu em 8 de janeiro de 1894 na cidade de Zdunska Wola, na Polônia. Maximiliano veio de uma família de pobres operários, mas que eram muito religiosos e isso o fez ingressar ainda novo, aos treze anos de idade, no Seminário Franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais. Rapidamente demonstrou forte vocação à vida religiosa, sendo um estudante que deixou marcas pela mente brilhante e por ser muito atuante, apesar da pouca idade. Ao ser enviado para terminar sua formação em Roma manifestou sua profunda devoção à Virgem Maria quando fundou um apostolado mariano ao qual deu o nome de "Milícia da Imaculada". Demonstrava então o seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada. Terminou seus estudos na cidade de Roma. Lá, recebeu o sacramento da ordem em 1918. Nessa ocasião, assumiu o nome religioso de Maximiliano Maria, em homenagem a São Maximiliano e a Nossa Senhora. Depois de ordenado, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia. Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. Aconteceu que, diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte. Um dos dez sorteados era Francisco Gajowniczek que, ao ter conhecimento disto, desesperadamente, caiu em prantos, “Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!”. Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial e decidiu que deveria morrer no lugar daquele pai de família e assim se identificou, “Sou um Padre Católico”. O comandante concordou. Os soldados alemães despiram, então, São Maximiliano e os outros nove. Depois, prenderam eles numa cela escura, húmida e pequena. Ali, os dez prisioneiros ficaram sem água e sem alimentos para morrerem aos poucos. Duas semanas depois, Kolbe, acostumado aos jejuns e pela força da oração, ainda sobrevivia e, com ele, ainda restavam outros dois. Os soldados, querendo que desocupassem logo a cela, aplicaram neles injeções letais e, desta maneira, São Maximiliano morreu em 14 de agosto de 1941. Em 1971, o Papa João Paulo II celebrou a beatificação de São Maximiliano Maria Kolbe e, em 1982, o mesmo Papa celebrou a sua canonização. Nessa ocasião, o pontífice deu a ele o título de "Padroeiro do nosso difícil século XX" e mártir da caridade. Na cerimônia em que Padre Kolbe foi canonizado, Francisco Gajowniczek estava presente e testemunhou a coragem e o amor daquele Padre Franciscano que se ofereceu para sofrer e morrer em seu lugar. Por seu intenso apostolado, é considerado o patrono da imprensa.     Fontes: Canção Nova, Cruz Terra Santa e Franciscanos
  • Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e Dom Frei Agostinho são homenageados em Juruá
    Neste fim de semana, entre os dias 03 e 05 de agosto, aconteceu em Juruá (AM), o VII Festival Folclórico que, na edição deste ano, homenageou a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Foram momentos de muita alegria e emoção na festa que celebrou os 47 anos de fundação da paróquia, relembrando a obra de Dom Frei Agostinho e de todo o trabalho realizado durante a Missão Amazônia na região. O Frei Flávio Amorim, pároco e missionário da Amazônia, contou que o festival foi muito significativo para a obra da missão e de Dom Frei Agostinho, “ele que teve coragem de vir e compartilhar o carisma franciscano por estas terras. Se estamos aqui e já podemos colher alguns frutos, foi graças aos frades que vieram, mas principalmente por Dom Frei Agostinho. E aqui está o grande significado dessa festividade para a nossa missão: o reconhecimento do trabalho de tudo o que frades conventuais fizeram em Juruá”, explicou o Frei Flávio.   E, para solenizar não somente os 13 anos da presença franciscana em Juruá, mas também os 70 anos de entrada na ordem e os 60 anos de ordenação do Cavaleiro da Imaculada (clique aqui e leia mais sobre estas datas noticiadas no site), foram preparadas diversas homenagens e apresentações pelos Grupos Folclóricos Encanto Azul e Cheiro da Mata e pela Pastoral da Juventude (PJ) da comunidade. Grupos homenagearam os 47 anos de fundação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e a obra de Dom Frei Agostinho.   Em um verdadeiro espetáculo, o assunto escolhido pelo grupo Encanto Azul foi “Celebração”, tema esse que foi posto em prática numa grande solenidade que tratou da memória da Paróquia desde a sua fundação, ainda em 1971. Iniciando a sua apresentação com uma pequena procissão guiada pela imagem de Nossa Senhora de Fátima e ao som do brado “Viva Nossa Senhora de Fátima”, eles ainda fizeram uma demonstração da luta por território entre os macacos Guariba e Prego, finalizando com o Ritual Indígena. O grupo folclórico Encanto Azul cantou o brado "Viva Nossa Senhora de Fátima" em ação de graças à Padroeira da Paróquia.   Já o grupo Cheiro da Mata expôs o tópico “Juruá: minha terra, minha gente”, fazendo uma crônica sobre toda a história da cidade e de seu povo: dos ribeirinhos que são compostos, principalmente, por seringueiros que vieram dos estados do Nordestes durante o ciclo da borracha; e dos indígenas, em especial às tribos dos Kanamari, que viveram na região, e dos Madija Kulina que, até hoje, lutam por sua sobrevivência. Para versar estas narrativas, os integrantes do Cheiro da Mata contaram a lenda do Sapo e do Boto-Cor-deRosa, tendo como ponto de partida a chegada do cavaleiro da Imaculada. Em um relato emocionante, o jovem Sabóia recordou, com muito carinho e gratidão, a trajetória do frade pioneiro e missionário até sua vinda para a cidade. Foram utilizados quadros da padroeira e de Dom Frei Agostinho como cenário, sendo acompanhados pela Paróquia ao fundo. Tratando de tradições e lendas folclóricas, o grupo Cheiro da Mata contou a história de seu povo e da Paróquia.   Em sua apresentação, a quadrilha da PJ fez a trouxa a montagem “Juruá: terra de festa e fé”, em que fez uma abordagem sobre a história da Paróquia com enfoque à chegada do missionário da amazônia. Para compor esta narrativa, assim como o grupo anterior, os jovens e as jovens utilizaram como cenário a quadros do frade de Nossa Senhora de Fátima, tendo ao fundo a própria igreja. O pessoal da pastoral preparou também poema sobre a temática, que segue: Juruá: terra de festa e de fé Venho aqui neste lugar, para poder lhes apresentar o amor a minha terra, o meu chão e o meu lugar. A emoção é muito forte, chego a me maravilhar, pois aqui nós mostraremos a paixão por Juruá. Neste momento eu agradeço a precensa da população, pois esse povo também entende que cultura é diversão. Não poderíamos esquecer o incetivo a que nós foi dado, pelo apoio oferecido o nosso muito obrigado. Agora chegou a hora e eu começo a me arrepiar, vou falar de duas coisas que consagram Juruá. Juruá é terra festiva de que sabe se organizar, os ensaios foram constantes porque queriamos arrazar, nos figurinos mostraremos uma beleza diferencial, pois aqui nunca ouve parecida ou igual. Tudo isso tem motivo que é o maior e o central, expressar a nossa fé por meio do festival. Esse povo ribeirinho que foi o pilar do Caitaú, decidiram plantar a mão, a semente mais poderosa de que se precisa uma nação. Nesta terra chegaram gente, que vinham de todo lugar, os olhares se cruzavam e é por isso que aqui você está. O seringueiro chegou primeiro, vinham atrás de enriquecer, mais ao entrar nesta floresta foi que aprenderam que a riqueza era viver. A comunidade foi sendo criada, por nossos pais e avós, e o que começou no Paranaguá, se tornou a mais bela princesinha do rio Juruá. Aqui também chegaram os missionarios em uma missão, foram eles os precursores da nossa fé e devoção. Aqui eles chegavam, e não queriam mais voltar parecia que essa terra era o seu verdadeiro lugar, os laços eram tão fortes que pareciam ser da nossa família, e na verdade era isso mesmo pôs só a nós e que eles tinham. Alguns aqui morreram, como um destino marcado, para se tornarem santo onde mais se sentiam amado. Eu falo de D.Agostinho o humilde santo do amor, que acabou se tornando símbolo, pela historia que aqui criou. A ele devemos muito, pelo o que nos ensinou, sua missão aqui foi cumprida com muita honra e louvor. A tradição festeira mais antiga, não poderia aqui faltar, pois a verdadeira festa do povo está no meio dos arraiá. Em maio é nossa Senhora de Fátima, o festejo mais atrativo da região, em outubro é São Francisco ho santo de tradição. Aqui eu vou terminando com orgulho em me expressar, em dizer que essa quadrilha foi uma atração espectacular, trouxe história, trouxe emoção, trouxe a garra desta nação, e aqui eu me despeço na certeza desta missão.   A Pastoral da Juventude da Comunidade também participou do festival, falando da padroeira e da presença franciscana em Juruá.   Confira no vídeo alguns momentos das apresentações dos grupos folclóricos. Veja mais fotos na galeria!  Saiba mais sobre Dom Frei Agostinho aqui, acompanhe as notícias da Missão Amazônia aqui e em sua fanpage no Facebook e leia outras notícias sobre a Paróquia Nossa Senhora de Fátima clicando aqui.
  • Paróquia Nossa Senhora Aparecida: Novenário e Festa em ação de graças à Padroeira
    Na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em João Pessoa (PB), foi celebrada no início deste mês a Novena e a Festa da Padroeira. O novenário foi iniciado no dia 03, seguindo o tema central “Em Jesus, com Maria, restauremos a vida”. Durante todos os dias, foram refletidos pontos menores dentro do tema principal e, após as orações, aconteceram quermesses com comidas típicas, bingos e música. Na primeira noite, os fiéis e as fiéis contemplaram o assunto “Assumir a missão sem olhar para trás”, na segunda noite, o tema de meditação foi “Grande é a messe, mas pouco são os operários” e continuaram rezando nos dias posteriores com as asserções: Segui-lo a promover a fraternidade; Matrimônio, uma via de santidade; Misericórdia, um caminho para a Vida Eterna; Ouvintes e discípulos missionários; Senhor ensina-nos a orar; Viver; e Cremos na força da oração, como a reflexão final da novena. Já no dia da Festa da Padroeira (12), a Santa Missa foi presida pelo Frei José Nasareno (OFMConv) e contou com participação de muitos religiosos e fiéis da comunidade. Após a comunhão, todos e todas saíram em procissão com a imagem de Nossa Senhora Aparecida pelas ruas próximas à Matriz e, retornando à Igreja para a Bênção Final. A Solenidade aconteceu sob proposição “Mãe dos humildes e peregrinos”.   Como também era o Dia das Crianças, a Pastoral dos Jovens Santa Rosa de Viterbo e a Catequese Infantil, realizaram o evento “Brincando com a Mãe Aparecida”. Destinada à todas as crianças da Paróquia, na comemoração, aconteceram diversas brincadeiras. Foi um dia de muita alegria e diversão, mas também de oração e contemplação de Nossa Mãezinha Aparecida.   Clique aqui e acompanhe outras notícias da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em sua página no Facebook. Colaborou: Thony Cavalcanti. Texto Original: Joseanna Alves.  Veja mais fotos na galeria!   Saiba como foram as celebrações da Festa de Nossa Senhora Aparecida nas comunidades franciscanas. Clique aqui. 
  • Paróquia Santo Antônio do Menino Deus celebrou a festa de S. Francisco pela primeira vez
    Na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, em João Pessoa (PB), as celebrações em Ação de Graças ao Seráfico Pai foram iniciadas em 25 de Setembro com a Novena de São Francisco de Assis e tiveram como como um de seus objetivos, apresentar a pessoa de Assis e o seu carisma, já que esta é a primeira vez em que os fiéis desta paróquia, que antes estava sob a administração da diocese, participaram das solenidades franciscanas. Assim, toda a comunidade se dedicou bastante para atuar na realização. Na quarta-feira (03), por volta das 19h30, fora celebrada a Santa Missa e, posteriormente, fora realizado o Trânsito de São Francisco de Assis. Um momento de muita emoção que trouxe à reflexão daqueles e daquelas que estavam presentes, a partida deste mundo daquele que morreu em perfeita santidade. Neste dia, todos tiveram a alegre surpresa de receber o Arcebispo da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson, que foi vestido com seu hábito franciscano para participar das celebrações.  Ontem (04), a partir das 09h, durante a Solenidade de São Francisco, foram recebidos na Paróquia os animais de estimação da comunidade para a bênção aos animais pela graça do Seráfico Pai. À tarde, os frades do Convento Nossa Senhora Aparecida partilharem um almoço para confraternizar a vida e obra do Pobrezinho de Assis.  À noite, em virtude de data tão importante ao movimento franciscano, foi finalizado o novo presbitério e instalado, o também novo, sistema de som da igreja. Às 19h30, foi celebrada a Santa Missa pelo Vigário Geral da Arquidiocese da Paraíba, Padre Luís Junior. Foram realizados ainda na Missa, a instituição de 18 novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.   Conheça mais sobre São Francisco aqui.  Leia sobre o significado de alguns momentos de sua vida na série Vocação Franciscana, clique aqui.  Veja a Saudação do Ministro Provincial por ocasião da Festa de São Francisco de Assis aqui. 
  • Pontifícia Obra da Propagação da fé, como tudo começou…
    Outubro é o mês dedicado às Missões em toda a Igreja (entenda mais aqui). Desde o ano de 1926 o Papa Pio XI instituiu o penúltimo domingo desse mês como o Dia Mundial das Missões, dedicado à oração e a ofertas em favor da evangelização dos povos. Como sabemos, a missão é de Deus, entretanto, Ele quis contar conosco como seus cooperadores nessa tarefa. Para isso, ao longo da história, tem chamado a muitas pessoas, como você e eu. Partilhamos aqui a vida de uma jovem mulher que sentiu esse apelo de Deus, deixando-se guiar pelo Espírito. Ela é Paulina Maria Jaricot, nascida em Lyon, França, em 21 de julho de 1799, em um contexto de fim de revolução, após os anos difíceis do totalitarismo de Napoleão. Era o auge da revolução industrial na França. Portanto, um período cheio de muitas tensões e inseguranças que tocava diretamente a fé, pois a Igreja passava por inúmeras e severas perseguições do Estado, em um clima liberal e ateu favorável à indiferença a Deus. Para exemplificar, as Missões Estrangeiras de Paris (MEP) só conseguiu enviar, durante esse período, apenas dois missionários para o Oriente. Nesse cenário, Paulina e seu irmão Filéias, embora tivessem uma vida segura e confortável, foram alimentados desde crianças pelas correspondências dos missionários que estavam no oriente, sobretudo na China. Ouviam os desafios enfrentados e as necessidades da Igreja para o anúncio do Evangelho, bem como sobre a realidade de sofrimento que passava aquele país do oriente, especificamente dos perigos de morte sofridos por crianças. Essas leituras provocaram um impacto profundo na vida dos irmãos, a ponto de Filéias decidir ser missionário na China. Paulina quis ir, mas não podia, mas seu irmão a incentivava com estas palavras “Coitadinha, você não pode. Mas vai pegar um rastelo, juntará um montão de ouro, e daí o mandará para mim…”. (NAÏDENOFF, Georges. p.8) * Paulina, que tem o espírito empreendedor e uma paixão profunda por Jesus, tem uma intuição em favor das missões na cozinha de sua casa e decide colocá-la em prática. Ela nos diz em seu diário “Uma tarde em que meus pais jogavam cartas e que eu, sentada no canto do fogão, buscava em Deus o auxílio, isto é, o plano desejado, foi dada uma visão clara desse plano, e eu entendi a facilidade que qualquer pessoa do meu círculo de relações teria para achar dez associados que contribuíssem com uma moedinha cada semana para a Propagação da Fé. Eu vi ao mesmo tempo a oportunidade de escolher, dentre os associados mais capazes, os que inspiravam mais confiança, para receber de dez chefes de dezenas a coleta dos seus associados, e a conveniência de um chefe que reunisse as coletas de dez chefes de centenas, para depositar o total em um centro comum… Com receio de esquecer esse modo de organização, anotei-o imediatamente, e admirou-me diante da facilidade, da sua simplicidade, que ninguém antes de mim tivesse tido essa ideia. Lembro-me também que, faltando-me os termos apropriados, escrevi: dezenários, para designar chefes de dezenas; centenários, para indicar os que receberiam de dez chefes as coletas de cem associados; e milenários, os que, em meu pensamento, iriam receber de dez centenários as coletas de mil associados.” (NAÏDENOFF, Georges. p. 16) * Seguindo sua intuição e animada pelas cooperadoras e cooperadores, em 3 de maio de 1822 nascia a Obra da Propagação da Fé, com o objetivo de manter o espírito missionário aceso no coração de cada cristão por meio de uma profunda vida de oração, e por meio de uma cooperação material para garantir a ação da Igreja nas terras de missão, favorecendo a evangelização, a vida dos missionários, o bem do povo. Ela deixará registrado em seus escritos: “Das fracas coletas recolhidas nominalmente para a China e Cochinchina, com a finalidade precisa de manter um catequista com a quantia de 180 francos anuais e, com ele, as criancinhas em perigo de morte. Esse resultado era bonito demais para renunciar”. (NAÏDENOFF, Georges. p. 21) * Este projeto se revelou tão eficaz que no ano de 1922 o Papa Pio XI elevou a Obra da Propagação da Fé à Obra Pontifícia, tomando para si esse empreendimento missionário e o propondo para a Igreja Universal como modelo de cooperação missionária. Hoje, nos aproximando da celebração dos 200 anos dessa rede de cooperadores e cooperadoras da missão de Jesus, que é a Pontifícia Obra da Propagação da Fé (POPF), continuamos a seguir e fazer acontecer a inspiração de Paulina por meio das POM, que dinamiza e promove, além das atividades missionárias, a Campanha Missionária realizada em toda a Igreja em favor das missões no mundo inteiro. Tal coleta forma o fundo mundial de solidariedade para a evangelização dos povos e garante a sustentação e manutenção de dioceses, vicariatos apostólicos e prelazias no mundo inteiro, bem como, a abertura e manutenção de seminários, financiamentos de obras sociais e assistência aos missionários em todo o mundo. Portanto, é interessante também, neste ano do laicato, redescobrir Paulina Jaricot que, não deixando sua condição de leiga, assumiu sua vocação missionária e criou essa rede de cooperação missionária que até os nossos dias segue fazendo o bem à vida da Igreja Universal. Ela nos confessa: “O desejo imenso de amar, a sede devoradora de possuir a meu Deus, fazia-me também desejar trabalhar para a sua glória. Queria contribuir para a glória da Igreja. E nunca senti atração pela vida religiosa. Ia assistir às cerimônias de vestição de hábito: uma força irresistível arrastava-me com alegria para fora de seu santo abrigo e parecia-me gritar, para meu desagrado: não é aqui que você se deve consagrar a Jesus Cristo”. (NAÏDENOFF, Georges. p. 28) * Paulina morreu em 9 de janeiro de 1862, falida e pobre. Que ela continue nos inspirando e nos ajudando a nos tornar, cada vez mais, uma Igreja Missionária, fazendo-nos compreender que não importa onde estivermos ou qual o estado de vida que assumamos na Igreja, a missão é nossa essência e por isso não podemos nos esquivar de colaborar com ela, tanto espiritual quanto materialmente até o comprometimento de toda a vida.   Via: POM. Autor: Pe. Badacer Neto, Secretário da Pontifícia Obra da Propagação da Fé. * NAÏDENOFF, Georges. Paulina Jaricot, Fundadora da Obra Missionária Pontifícia da Propagação da Fé. Série Fundadores. Pontifícias Obras Missionárias, Brasília, 2009.
  • Presidente do CNLB falou sobre os legados da realização do Ano Nacional do Laicato na Igreja no Brasil
    No último domingo (25), foi celebrada a Solenidade de Cristo Rei, data que marca o fim do Ano Litúrgico da Igreja Católica, na 34ª semana do Tempo Comum. A Igreja no Brasil comemora o dia nacional dos cristãos leigos e leigas nessa solenidade, em memória do compromisso que os membros da Ação Católica (organização laical de grande envergadura no século passado) assumiam a cada ano, nesse dia, de agir em prol de uma sociedade justa e fraterna, sinal do Reinado de Cristo. Após a culminância do Ano Nacional do Laicato nesta data, a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil (CNLB), Marilza Lopes Schuina, conversou com a equipe da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na entrevista, ela falou das influências da vivência deste ano temático para a Igreja no Brasil e para a sociedade, “O legado para o âmbito eclesial se firma no dinamismo da organização das comunidades, na formação laical e na criação de novos conselhos de leigos e leigas em âmbitos diocesano e paroquial”. Para a sociedade, segundo ela, continua o desafio da auditoria cidadã da dívida pública, uma das propostas do ano. Para o CNLB, segundo Marilza, uma grande alegria foi o reconhecimento e o fortalecimento pelos próprios cristãos leigos e leigas de sua vocação laical, o sentir-se e colocar-se como verdadeiro sujeito eclesial, com consciência crítica do ser e fazer laical. Integrante da Comissão Especial para o Ano do Laicato, Marilza enumerou uma série de aprendizados e desafios que este ano trouxe para a Igreja no Brasil. A presidente do CNLB reforçou que o 25 de novembro não foi o encerramento, mas um ponto de culminância do Ano Nacional do Laicato. Segundo ela, por obra do Espírito Santo, a continuidade desta reflexão sobre o papel dos leigos e leigas na Igreja e na sociedade vai se dar na Campanha da Fraternidade 2019 que vai debater as políticas públicas, uma oportunidade para o laicato aprofundar sua atuação neste campo.   O CNLB é uma associação de fiéis leigos e leigas católicos de direito público, que congrega e representa o laicato brasileiro na sua diversidade e riqueza de movimentos, pastorais e associações dos mais variados tipos. O Conselho tem como objetivo articular o laicato, em conselhos regionais, diocesanos e locais.    Confira a entrevista completa em: CNBB.
  • Primeiro Encontro do Núcleo Local da Milícia da Imaculada em Anápolis
    Foi realizado no último sábado (03), na Paróquia Santa Clara, em Anápolis (GO), o primeiro encontro do núcleo local da Milícia da Imaculada (MI) “Nossa Senhora das Graças. O encontro teve como tema “O silêncio de Maria” e participaram dele cerca de 80 fiéis, entre consagrados, consagradas, paroquianos e paroquianas. O evento foi iniciado às 06h20 com a oração do Ofício da Imaculada. O presidente nacional da MI, Marcelo Meneses, apresentou a primeira conferência, em que falou sobre a consagração e sobre a própria milícia. O assistente espiritual local, Frei Décio Souza (OFMConv.), também palestrou. O frade tratou do “Silêncio de Maria”. Ao longo do dia, os participantes e as participantes também tiveram a recitação da Ladainha de Nossa Senhora, momentos de animação com a banda, a oração do Santo Terço e do Terço da Misericórdia, em que ambos foram cantados.   Também esteve presente o Frei Jailton Docilo (OFMConv.), que foi o fundador do núcleo da MI de Anápolis e hoje é o assistente espiritual do grupo em Niquelândia (GO). Na ocasião, o Frei Jailton presidiu a Santa Missa celebrada no encerramento do encontro, em que relembrou vários fatos marcantes na história do núcleo por ele fundado. Logo após, a senhora Helena, presidente do núcleo local, agradeceu a todos pelo trabalho realizado.   Veja também: A Primeira Assembleia Nacional da Milícia da Imaculada.  Saiba mais sobre a reestruturação dos núcleos locais da MI clicando aqui e aqui. 
  • Programação das Celebrações de Nossa Senhora Aparecida nas comunidades de nossa Província
    Nesta quinta-feira, 12 de outubro, celebramos o dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (conheça a história da Santa clicando aqui), declarada, desde 1929 pelo Papa Pio XI, como a Padroeira do Brasil. Clique nos links abaixo e confira a programação nas comunidades de nossa província:   Águas Lindas (GO): Paróquia São Maximiliano Kolbe;   Candeias (BA): Santuário Nossa Senhora das Candeias;   Cidade Ocidental (GO): Santuário Jardim da Imaculada;   Goiânia (GO): Paróquia Nossa Senhora da Libertação;   João Pessoa (PB): Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Cristo;   Niquelândia (GO): Santuário São José;   Novo Gama (GO): Paróquia Imaculada Conceição.
  • Provincial visitou no último domingo, 11, o Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino
    No último domingo, o Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.), fez uma visita às Irmãs Clarissas da Ordem de Santa Clara no Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino, em Brazlândia (DF). Às 10h, o provincial presidiu a Santa Missa na capela e, logo em seguida, na sala do capítulo, compartilhou com a irmãs um momento de fraternidade, encerrando a visita com um almoço. Durante a conversa, o frade e as irmãs trataram de diversos assuntos, dentre eles: as decisões do 201º Capítulo Geral Extraordinário (saiba mais clicando aqui), realizado no mês de julho em Roma; as recentes mudanças solicitadas pela Ordem; a extinção do Convento de Santa Rosa em Viterbo, na Itália, que pertencia às Clarissas Urbanitas (entenda mais aqui); e também foi comunicada a mudança nos assistentes espirituais do Mosteiro, que agora são os Freis Bernardo Vitório (OFMConv.) e Israel Sobrinho (OFMConv.), que substituem o Frei João Batista Wajgert (OFMConv.).   Confira a Santa Missa celebrada em ação de graças à Santa Clara no Mosteiro Deus Trino clicando aqui.  Veja também "A vocação segundo a Irmã Maria Inês e o carisma de Santa Clara" clicando aqui. 
  • Religiosas da Diocese de Luziânia se encontraram no último sábado, 18 de agosto
    Foi realizado no último sábado, 18, o Encontro com as Religiosas no Centro Pastoral Caná da Catedral Diocesana de Luziânia (GO). Estiveram presentes as religiosas da diocese para debater o tema “A Vida Consagrada nasce e renasce do encontro com Jesus assim como Ele é: pobre, casto e obediente”. O encontro foi iniciado pela Santa Missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Waldemar Passini. Logo em seguida, foi realizada uma palestra pelo Frei Cassimiro Cieslik (OFMConv), que reside atualmente no Convento-Santuário Jardim da Imaculada, na Cidade Ocidental (GO). Em sua conferência, o frade tratou do tema proposto e, ao ver tantas irmãs juntas na catedral, sentiu-se inspirado a ler as palavras de João Paulo II, na Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Vita Consecrata”, que fala da importância da vida consagrada para a Igreja. Ressaltando a vivência daquelas que seguem a radicalidade do batismo e citando a exortação, o Frei Casimiro destacou os seguintes trechos “a consagração é como o perfume de alto preço derramado em Cristo por puro ato de amor. E, é desta vida ‘derramada’ sem reservas que se difunde um perfume que preenche toda a casa. A casa de Deus, a Igreja, é adorada e enriquecida hoje, não menos que outrora, pela presença da vida consagrada".  (Exortação Apostólica sobre a Vida Consagrada, Edições Paulinas, 1996, p. 206-206).   Encerrando a palestra, o frade disse “a vida consagrada é o dom de Deus que as pessoas apaixonadas por Ele abraçam conforme o carisma dos fundadores e das fundadoras para seguir mais de perto o Senhor Jesus Cristo na pobreza, castidade e obediência. E assim, glorificam Deus Pai - Sumo Bem, constroem a Igreja e ajudam na salvação do mundo. Se santificam dia-a-dia no serviço da caridade, tornando-se sal da terra e luz do mundo. E, além disso, são o sinal preclaro da esperança de Vida Nova no Amor Eterno. Então, que não nos falte coragem, ânimo e fé na ida consagrada na Igreja e no mundo de hoje”, afirmou ele. Continuando, as irmãs de cada congregação e instituto falaram sobre as suas experiências e missões na diocese. Logo após, o encontro foi encerrado com um almoço fraterno. De Luziânia, estiveram presentes as irmãs do Instituto das Servas Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus, as Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia e Irmãs Filhas do Puríssimo Coração da Santíssima Virgem. De outras cidades participaram Irmãs Franciscanas da Penitência e Caridade Cristã (Valparaíso - GO), Irmãs Mercedárias Missionárias do Brasil (Cristalina - GO), Irmãs Missionárias dos Pobres de Santa Teresinha do Menino Jesus – Casa Aldeia da Paz (Santo Antônio do Descoberto - GO), Irmãs Servas Consoladoras de Jesus no Calvário (Águas Lindas - GO) e Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia (Padre Bernardo - GO).   Confira as fotos na galeria!
  • REPAM realiza processo de escuta dos jovens para o Sínodo 2019
    Entre os dias 07 e 09 deste mês, em Manaus (AM), foi realizada pela Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), uma atividade de escuta que reuniu cerca de 30 jovens para refletir sobre o Sínodo de 2019, que tem a realidade amazônica como tema. Os participantes são representantes de uma diversidade de grupos juvenis e, na ocasião, responderam ao questionário do Documento Preparatório. Pastorais, movimentos eclesiais e sociais, congregações religiosas, comunidades indígenas e quilombolas estiveram representadas no encontro. Os jovens divulgaram uma carta aberta à Igreja e à sociedade. No texto, que reflete as respostas ao questionário, os jovens indígenas, caboclos, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, habitantes da zona rural e urbana, moradores das periferias e das fronteiras, afirmam que são “afetados diretamente pelas ameaças que dia a dia excluem, matam, degradam e cerceiam a vida dos povos”. Pensando na Igreja com rosto amazônico, a juventude da Amazônia brasileira afirma querer que ela seja “inculturada, que respeite a diversidade da juventude dos povos amazônicos, que resistem e assumem as lutas nos diversos espaços em que estão inseridos”. E pedem “à hierarquia eclesial e a todo o povo de Deus, coragem para responder aos desafios do nosso século e que possam acreditar na beleza da novidade que a juventude traz”, afirma o texto. Os jovens encerram a carta manifestando apoio ao Papa Francisco, cujo pontificado “lança sopros de alegria e novidade no seio da Igreja no processo de escuta do Sínodo da Juventude e Sínodo para a Amazônia”, dizem eles. Como horizonte a ser perseguido, a partir do Sínodo, os jovens afirmam sonhar “uma Igreja na qual as juventudes sejam protagonistas e que as mulheres tenham voz e vez. Uma igreja que promova e defenda a vida em todos os âmbitos, sem medo de assumir e atuar na opção preferencial pelos pobres, a luta dos povos indígenas, comunidades tradicionais, migrantes e jovens da Amazônia. Uma Igreja menos clerical, em que os leigos e leigas, especialmente as juventudes, se apropriem, sejam protagonistas na ação pastoral e tenham apoio na capacitação técnica para sua atuação, dentro e fora dos espaços eclesiais”, concluem as juventudes da Amazônia brasileira presentes na atividade de escuta.   Fonte: Vatican News.