Franciscano
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Retiro Espiritual para a reestruturação do Núcleo da MI em Niquelândia
Foi realizado neste sábado, 15, no Santuário São José, em Niquelândia (GO), um Retiro Espiritual dedicado especialmente à consagração à Nossa Senhora para a Milícia da Imaculada (MI). O encontro faz parte de uma série de visitas dos frades com o objetivo de reestruturar e estabelecer os núcleos da MI nas comunidades de nossa província. Iniciando o retiro, após a celebração da Santa Missa, os fiéis e as fiéis da comunidade rezaram o Ofício de Maria e, em seguida, participaram da conferência “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo, 2,5), ministrada pelo Frei Antônio dos Santos (OFMConv), que pregou mais duas vezes ao longo do dia. Na palestra, o religioso fez uma reflexão sobre a santidade como o caminho de seguimento de Jesus Cristo para cada cristão. “Todo o encontro foi voltado para a escuta da palavra de Deus com um toque feminino: o auxílio de Maria”, explicou Frei Antônio. No período da tarde, foi realizada outra palestra, agora sobre a Conferência 23 de São Maximiliano, que trata do caminho da perfeição, em que o fundador da MI afirma que a melhor forma de se chegar a Jesus é por Nossa Senhora, “pela Imaculada para Cristo”. Após cada uma das exposições, os participantes e as participantes eram convidados a um momento de reflexão sobre as temáticas propostas para que eles não só pensassem sobre o que fora apresentado, como também expusessem suas conclusões. Em seguida, todas e todos participaram de um momento devocional na gruta de Nossa Senhora de Lurdes, que se encontra no Santuário. Lá, rezaram o Terço da Misericórdia nas intenções da Milícia da Imaculada e na frutificação dos trabalhos deste novo núcleo que estava sendo formado. Foi um momento profundo e de muita espiritualidade. Na última palestra foi debatida a ocasião do martírio de São Maximiliano com o tema “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13). Posteriormente, o Frei Jailton Docílio (OFMConv), assistente espiritual da MI na comunidade, conduziu uma Adoração ao Santíssimo. Encerrando o retiro, na nave do Santuário São José, o Presidente Nacional da Milícia, Marcelo Menezes, exortou os novos consagrados a serem perseverantes no desejo de descobrirem, a cada dia, a graça de serem milicianos e milicianas segundo o carisma kolbiano. “Foi um grande dia com ricos momentos! Tivemos uma experiência de Deus muito profunda”, contou o Frei Antônio sobre tudo o que vivenciou no retiro. Quer saber mais sobre a Milícia da Imaculada? Visite o site do Santuário Jardim da Imaculada, a sede nacional da MI. Veja também como foi a Primeira Assembleia Nacional da Milícia da Imaculada clicando aqui. -
Santa Clara de Assis: fundadora da 2ª Ordem e amiga pessoal de Francisco
Santa Clara foi a fundadora da Ordem das Clarissas e amiga pessoal de São Francisco de Assis. Contemporânea de São Francisco e fundadora da Ordem das Clarissas, Santa Clara nasceu em 1193. Vinda de uma família rica, ela decidiu abdicar de seus bens e sua nobreza para viver na humildade. Seus pais planejavam casá-la com algum nobre, no entanto, Clara, ainda com 18 anos de idade, em um gesto de muita coragem e inspirada no profundo desejo de seguir a Cristo, deixou a casa paterna e, na companhia de uma amiga, Bona di Guelfuccio, uniu-se, secretamente, aos franciscanos na Porciúncula. O pai de Santa Clara, revoltado com a fuga da filha, envia um tio chamado Monaldo para resgatar a filha viva ou morta. Monaldo consegue alcançar Santa Inês, que sofre agressões e é arrastada pelo tio montanha abaixo. Nesse momento, ela chama pela irmã Clara, que começa a rezar impiedosamente pela irmã e um milagre se instaura: Santa Inês fica tão pesada que torna impossível o ato de arrastá-la no chão e mesmo assim, Monaldo não se dá por vencido e tenta agredi-la com um golpe, mas imediatamente sente a mão se contrair. Sem saber mais como agir, ele desiste de levar Santa Inês e foge. Era a tarde do Domingo de Ramos do ano de 1211, quando, em um gesto tão significativo quanto histórico, Francisco cortou os cabelos de Clara e vestiu o hábito penitencial. A partir de então, tornou-se humilde e pobre, uma virgem esposa de Cristo e a Ele totalmente consagrada. Sobretudo no início de sua experiência religiosa, Clara teve em Francisco de Assis não só um mestre a quem seguir os ensinamentos, mas também um amigo fraterno. A amizade entre estes dois santos constitui um aspecto muito belo e importante. Efetivamente, quando duas almas puras e inflamadas do mesmo amor por Deus se encontram, há na amizade recíproca um forte estímulo para percorrer o caminho da perfeição. A amizade é um dos sentimentos humanos mais nobres e elevados que a Graça divina purifica e transfigura (leia aqui um artigo sobre a amizade entre os santos). Após ter transcorrido um período de alguns meses em outras comunidades monásticas, resistindo às pressões de seus familiares que no início não aprovavam sua escolha, Clara se estabeleceu com suas primeiras companheiras na igreja de São Damião, onde os frades menores tinham preparado um pequeno convento para elas. Lá, Clara, juntamente com outras mulheres, deu início à Ordem, contemplativa e feminina, da Família Franciscana, as Clarissas, da qual se tornou mãe e modelo, principalmente no longo tempo de enfermidade, período em que permaneceu em paz e totalmente resignada à vontade divina. Em uma das quatro cartas que Clara enviou a Santa Inês de Praga, filha do rei da Bohemia e que queria seguir seus passos, ela fala de Cristo, seu amado esposo, com expressões nupciais, que podem surpreender, mas que comovem: “Amando-o, és casta, tocando-o, serás mais pura, deixando-se possuir por ele, és virgem. Seu poder é mais forte, sua generosidade, mais elevada, seu aspecto, mais belo, o amor mais suave e toda graça. Agora tu estás acolhida em seu abraço, que ornou teu peito com pedras preciosas… e te coroou com uma coroa de ouro gravada com o selo da santidade” (Lettera prima: FF, 2862). Um bispo flamengo, Santiago de Vitry, que estava em visita à Itália, que afirma ter encontrado um grande número de homens e mulheres, de toda classe social e descreve como estes viviam nos primeiros anos do franciscanismo, “deixando tudo por Cristo, escapavam ao mundo. Chamavam-se frades menores e irmãs menores e são tidos em grande consideração pelo senhor Papa e pelos cardeais. As mulheres moram juntas em diferentes abrigos não distantes das cidades. Não recebem nada e vivem do trabalho de suas mãos. E lhes dói e preocupa profundamente que sejam honradas mais do que gostariam, por clérigos e leigos” (Carta de outubro de 1216: FF, 2205.2207). Santiago de Vitry tinha captado com perspicácia um traço característico da espiritualidade franciscana, a que Clara foi muito sensível: a radicalidade da pobreza associada à confiança total na Providência divina. Por este motivo, ela atuou com grande determinação, obtendo do Papa Gregório IX ou, provavelmente, já do Papa Inocêncio III, o chamado Privilegium Paupertatis (cfr FF, 3279). Em base a este, Clara e suas companheiras de São Damião não podiam possuir nenhuma propriedade material. Tratava-se de uma exceção verdadeiramente extraordinária em relação ao direito canônico vigente. As autoridades eclesiásticas daquele tempo o concederam apreciando os frutos de santidade evangélica que reconheciam na forma de viver de Clara e de suas irmãs. Isso demonstra também que nos séculos medievais, o papel das mulheres não era secundário, mas extremamente relevante. A propósito disso, é oportuno recordar que Clara foi a primeira mulher da história da Igreja que compôs uma Regra escrita, submetida à aprovação do Papa, para que o carisma de Francisco de Assis se conservasse em todas as comunidades femininas que iam se estabelecendo em grande número já em seus tempos, e que desejavam se inspirar no exemplo de Francisco e Clara. Em 1198, ocorreu uma invasão moura à Assis e em meio a muita pobreza e necessidade aconteceu um fato que consagrou Santa Clara para sempre na história. Eles tentaram invadir o convento e Santa Clara, mesmo acamada e doente, fez questão de ir até o portão de entrada. Ali, em lágrimas, ela conseguiu pegar o ostensório com o Santíssimo Sacramento e proferir as seguintes palavras, “Senhor, guardai Vós estas vossas servas, porque eu não as posso guardar”. Ouviu-se então uma voz suave dizendo, “Eu te defenderei para sempre”. Imediatamente os mouros são tomadas por um medo descomunal e fogem, deixando o convento intacto e a salvo. Nesse mosteiro, viveu durante mais de quarenta anos, até sua morte, ocorrida em 1253. Foi canonizada por Alexandre IV no dia 15 de agosto de 1265. Confira logo abaixo um vídeo da Irmã Elka Santos (Irmãs Franciscanas da Sagrada Família) falando sobre o importância do carisma clareano para todas as ordens franciscanas! Fontes: Canção Nova, Franciscanos e Nossa Sagrada Família. Leia mais sobre outros Santos e Santas Franciscanas clicando aqui. -
Santa Missa em ação de graças ao aniversário natalício do Frei Luís Felipe Marques (OFMConv.)
Na manhã desta quarta-feira, 12, foi celebrada uma Santa Missa em ação de graças ao aniversário natalício do Frei Luís Felipe Marques (OFMConv.). A Eucaristia foi presidida pelo aniversariante e concelebrada pelo Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.) e pelos frades Mayko Ataliba (OFMConv.) e Beneval Soares (OFMConv.). Durante a homilia, o Frei Mayko falou sobre a importância da fraternidade e do cuidado com os irmãos referindo-se ao serviço à vocação realizado pelo formador Frei Luís. “A amizade e o Amor ao próximo foram os caminhos ensinados por Cristo e que, posteriormente, foram cultivados por São Francisco”, expressou ele. A Capela São Francisco de Assis, da Casa de Formação de Pós Noviciado de mesmo nome, estava cheia de irmãos e irmãs em Cristo que ansiavam celebrar o Corpo do Deus Filho e também parabenizar o frade aniversariante pela graça de mais um ano vivido em prol da divulgação do carisma franciscano. Estiveram presentes os formandos da casa, os pré-noviços da Província, os frades da região, as irmãs clarissas e os fiéis próximos ao trabalho da Ordem. Logo após a Santa Missa, todos e todas encontraram-se no refeitório do Pós-Noviciado. Em um momento de união e alegria fraterna, compartilharam o almoço e o dom da vida do irmão. Confira mais fotos na galeria abaixo! -
Santa Missa celebrada em ação de graças ao aniversário natalício do Frei Rafael Normando
Foi celebrada hoje, 24, na Capela São Boaventura, no Instituto São Boaventura (ISB), em Brasília, uma Santa Missa em ação de graças ao aniversário natalício do Frei Rafael Normando (OFMConv). Estiveram presentes frades, formandos e membros da Ordem Franciscana Secular (OFS) das comunidades de Brasília e região. O Frei Marcelo Veronez, em sua homilia, comentou a importância que a fraternidade tem na vida religiosa consagrada. A Eucaristia foi presidida pelo aniversariante que agradeceu a todos pela presença não na celebração, mas também em sua vida e caminhada na Igreja. Logo após, todos e todas se reuniram no refeitório do ISB e partilharam de um almoço fraterno. Confira as fotos na galeria! -
Santa Missa celebrada na Capela Santa Clara de Assis em ação de graças à padroeira e à futura Casa Filial
No último sábado, 11, às 19h, foi celebrada a Santa Missa Solene em ação de graças à Padroeira na Capela Santa Clara de Assis, no bairro Sol Nascente, em Ceilândia (DF). O Frei Rômulo Albuquerque presidiu a celebração e, em sua homilia destacou que Clara é, para todas as ordens franciscanas, um modelo de pobreza, humildade e caridade. Estiveram presentes, cerca de 200 pessoas com a animação preparada pelos próprios fiéis. Ao final da celebração, o Frei Rômulo realizou a tradicional bênção dos pães. Logo após, em frente à Igreja e acompanhado da comunidade local, o frade fez uma procissão guiada por uma imagem de Santa Clara de Assis. Na capela, que é vinculada à Paróquia São Marcus e São Lucas, em breve, será inaugurada a Casa Filial Santa Clara de Assis. As obras já foram finalizadas, faltando agora apenas serem realizados alguns detalhes e a aquisição da mobília do local. -
Santa Missa em ação de graças à Santa Clara no Mosteiro Deus Trino
Foi celebrada no último sábado (11), às 19h, a Santa Missa Solene em Ação de Graças à Festa de Santa Clara de Assis, que foi realizada no Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino, em Brazlândia (DF). Na celebração estiveram presentes muitos fiéis, Irmãs Franciscanas da Sagrada Família em clausura e membros da Ordem Franciscana Secular (OFS). A celebração foi presidida pelo Frei Hoslan Guedes (OFMConv) que, em sua homilia, relembrou o caminho e o carisma clareano e como as irmãs franciscanas desempenham um papel essencial na humildade e na vida contemplativa, sendo ainda a "esperança de renovação da fé" para as ordens franciscanas. O Frei Hoslan explicou também que devemos nos desprender das coisas deste mundo e de todas as suas influências. Para isso, ele exemplificou como a minoridade de Santa Clara era uma de suas principais características em que, ao serem oferecidos bens e segurança a ela e às suas seguidoras pelo Papa Gregório IX, ela prontamente responde, “não me tire a graça de ser pobre”, tendo nesta a busca de assemelhar-se à imagem do Deus humilde. Ao final da Santa Missa, foi realizada a tradicional bênção dos pães e o sorteio de algumas imagens. Logo após, todos e todas participaram da festa social com barraquinhas de comidas típicas. -
Santidade é o sentido maior do existir humano
Com muita frequência nos perguntamos sobre o sentido da nossa existência neste mundo. Os grandes pensadores, a começar por Aristóteles, fizeram esta pergunta essencial, “por que existimos?”. O porquê nos remete, consequentemente, a um para quê? Se formos coerentes, devemos nos perguntar, também: para quê existimos? Destas indagações, importantes e oportunas, nasceram reflexões belíssimas sobre o sentido do existir humano. Certamente, se Deus nos deu o dom de existir, devemos existir para alguma finalidade... Todavia, numa dimensão cristã, não serão somente os nossos recursos culturais, adquiridos com anos de estudos, bebidos nas grandes universidades, que nos darão o entendimento maior do sentido e da finalidade da nossa existência neste mundo. São Paulo, que na Carta aos Efésios nos diz que por revelação recebeu o conhecimento dos mistérios, afirma categoricamente que o Espírito Santo revela aos santos apóstolos e profetas o que antes não fora manifestado aos filhos dos homens. Paulo quer nos dizer que é possível, sim, com o auxílio do Espírito Santo, “compreender perfeitamente qual seja a largura, o comprimento, a altura e a profundidade” do o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejamos cheios de toda a plenitude de Deus! (Efésios 3,18-21) Como consequência deste raciocínio, podemos até afirmar que só cresceremos na santidade se formos capazes de entender o amor de Cristo que age em nós pela ação do Espírito Santo. Este conhecimento, este aprendizado, certamente, não o obteremos nos bancos escolares. Santo Agostinho, grande filósofo e teólogo, talvez ancorado na Carta aos Colossenses, tentando responder a estas indagações, diz que “tudo o que existe deve sua existência ao Deus criador”. (Cf. Santo Agostinho, De genesi contra Manichaeos, 1, 2, 4: PL 36, 175) Portanto, se recebemos o dom da vida, é para corresponder à vocação para a qual fomos chamados. Aqui, desponta como luz o grande chamado à santidade: "Sede santos, assim como vosso Pai celeste é santo". (Mt 5,48). Santidade será, sem sombra de dúvidas, a medida alta do nosso existir. Lemos na Exortação: “O desígnio do Pai é Cristo, e nós n’Ele. Em última análise, é Cristo que ama em nós, porque a santidade «mais não é do que a caridade plenamente vivida».Por conseguinte, «a medida da santidade é dada pela estatura que Cristo alcança em nós, desde quando, com a força do Espírito Santo, modelamos toda a nossa vida sobre a Sua». Assim, cada santo é uma mensagem que o Espírito Santo extrai da riqueza de Jesus Cristo e dá ao seu povo” (GE 21). “ Santidade não é um “momento” na vida, mas, toda a vida... ” É muito significativo entender que santidade não é um momento na vida de uma pessoa, mas, toda a vida da pessoa, ainda que tenha tido fraquezas, erros, quedas, decepções, momentos de deserto, etc. Isso deve nos encorajar ainda mais a não desanimar no caminho de santidade, que se constrói na totalidade da nossa existência. Jamais esquecer que santidade é construção. Deus, mesmo, fala através da vida de um(a) santo(a). Sobre isso, diz-nos o Papa na Exortação: “Para identificar qual seja essa palavra que o Senhor quer dizer através dum santo, não convém deter-se nos detalhes, porque nisso também pode haver erros e quedas. Nem tudo o que um santo diz é plenamente fiel ao Evangelho, nem tudo o que faz é autêntico ou perfeito. O que devemos contemplar é o conjunto da sua vida, o seu caminho inteiro de santificação, aquela figura que reflete algo de Jesus Cristo e que sobressai quando se consegue compor o sentido da totalidade da sua pessoa”. (GE 22) Portanto, não obstante todas as nossas debilidades humanas, não desanimemos da possibilidade de construir um bonito projeto de santidade. Toda a vida é missão, diz o Papa. E, Deus, continua sinalando coisas importantes para todos nós... Basta que O escutemos... Afirma o Pontífice na Exortação: “Tenta fazê-lo, escutando a Deus na oração e identificando os sinais que Ele te dá. Pede sempre, ao Espírito Santo, o que espera Jesus de ti em cada momento da tua vida e em cada opção que tenhas de tomar, para discernir o lugar que isso ocupa na tua missão. E permite-Lhe plasmar em ti aquele mistério pessoal que possa refletir Jesus Cristo no mundo de hoje. (GE 23) O mais sagrado na possibilidade de construir santidade é, decididamente, não voltar atrás. Para refletir: Somos agradecidos a Deus pelo dom da nossa existência? Temos deixado espaço para Deus construir em nós o seu projeto de amor? Via: Vatican News. Autor: Padre Renato dos Santos (SDB). -
São Francisco e o Irmão Lobo: quando a diferença não é mais problema
Certa vez, São Francisco foi visitar a cidade de Gubbio, na Itália. Assim que chegou, Francisco soube que os moradores enfrentavam problemas com um lobo selvagem que estava a atacar diversos animais das criações locais e também até as próprias pessoas. Apavorados, ninguém se atrevia a passar os muros da cidade. O Pai Seráfico, que amava a criação e via o seu Criador em todas as criaturas, tinha por costume, conversar com os animais. Para ajudar os moradores de Gubbio, ele decidiu então falar com o lobo violento. Todos ficaram esperançosos, pois sabiam dos inúmeros feitos do Pobrezinho. Francisco saiu então a procurar pelo animal. Sozinho e com o terço na mão, andou pela floresta até se deparar com canino. Raivoso e com os pelos ouriçados, o lobo estava pronto para atacar. Entretanto, o animal ao perceber que as intenções de Francisco eram outras, se acalmou. Ao encontro do lobo, o Seráfico Pai se aproximou como quem se aproxima de um irmão e então disse: - Irmãozinho lobo, quero somente conversar com você, meu irmão. E, caso você esteja me entendendo, levante, por favor, a sua patinha para mim! O irmão lobo, perante tão grande vibração de amor e carinho, perdeu toda a sua ferocidade. Assim, levantou confiante a pata da frente e calmamente a pôs na mão aberta de Francisco, que novamente lhe dirigiu a palavra com toda a sua graça: - Querido irmão lobo, vou fazer um trato com você! De hoje em diante, vou cuidar de você, meu irmão! A cidade vai lhe dar comida, já que, por culpa das pessoas, a floresta não lhe oferece mais o alimento necessário. Você vai poder entrar em minha casa e vou lhe dar comida. Assim, seremos sempre amigos! Você por sua vez, também será amigo de todas as pessoas desta cidade, pois de agora em diante, terá acolhimento, comida e carinho. Desta forma, não precisará mais matar ou agredir alguém para sobreviver. Com a promessa de nunca mais lesar nem homem nem animal, foi o lobo com Francisco até a cidade. Os moradores abandonaram a sua raiva a passaram a chama-lo de irmão lobo. Quando o animal morreu de velhice, foi um grande pesar para toda a cidade, já que todos de Gubbio viam o amor divino de Francisco refletido nos olhos do lobo. Cada vez que ele ia até a porta da cidade buscar o seu alimento, era como se os moradores vissem Francisco chegando para oferecer amor e compreensão a todos os homens e mulheres. Quando a diferença não é mais problema O escritor francês Michel Sauquet¹ reflete sobre o acontecimento: A mensagem é clara. O lobo não é naturalmente mau. Estava com fome e as pessoas não haviam pensado nisso. Compreender o outro que é diferente, que tem suas razões que talvez minha razão ignore. “Francisco não é ingênuo, explica Bernard Forthomme, “É a fome que faz com que o lobo saia da mata e o torna feroz e criminoso. Aliança alguma pode ser concluída sem que a questão de fome e de injustiça tenha sido resolvida”. O que empolgante nesta história é aquilo que passa depois da conclusão do “tratado de paz”. O lobo, designado de “irmão” não é mais reprovado, mas abertamente adotado pela população de Gubbio, não, porém, assimilado. Nada perdeu de seu aspecto de lobo – mas é acolhido e alimentado. Torna-se mesmo “mascote” da cidade onde vive ainda por dois anos antes de morrer para desolação de todos. A diferença não é mais um problema. Chegou mesmo a tornar-se motivo de júbilo, objeto de atenção afetuosa e alegre. Fontes: Caminho Franciscano, Cultura da Paz e Franciscanos. ¹: Michel Sauquet, Le Passe Murailles, Ed. Franciscaines, Paris, p. 27. -
SAV visita familiares dos vocacionados de nossa ordem
No último domingo (04), a equipe do Serviço de Animação Vocacional (SAV), realizou visitas às famílias de três vocacionados de nossa Ordem. Para tal, os frades foram até as cidades de Valparaíso de Goiás (GO) e Cidade Ocidental (GO). Foram momentos oportunos de diálogo, acolhida e alegria fraterna. Todo acompanhamento no discernimento vocacional do qual os vocacionados participaram ao longo do ano, começa a adentrar caminhos mais consistentes em um processo que exige o conhecimento mútuo entre eles e a Província. Por isso, os frades do SAV visitam o ambiente familiar dos jovens candidatos ao Postulantado 2018. Com as visitas, a equipe do SAV busca conhecer melhor os vocacionados e também se aproximarem de suas realidades, sobretudo, no que diz respeito à relação destes com suas famílias. Além disso, está uma oportunidade também para os parentes de entrarem em contato com os frades, esclarecendo possíveis dúvidas sobre o percurso vocacional almejado pelos jovens. Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV, clique aqui. -
SAV: frades participaram de Despertar Vocacional e realizaram visitas às casas dos vocacionados
No último sábado (06), os membros do Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Província estiveram presentes em algumas atividades pastorais na região do Distrito Federal e entorno. Em Samambaia (DF), estiveram no Despertar Vocacional da Arquidiocese de Brasília e visitaram as famílias de vocacionados nas cidades de Águas Lindas de Goiás (GO) e Ceilândia (DF). Confira! Despertar Vocacional Alguns frades integrantes do SAV de nossa Província participaram do Despertar Vocacional da Arquidiocese de Brasília, realizado na Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Samambaia (DF). No evento, foi proporcionado aos jovens e às jovens, momentos de partilha de experiências e carismas durante as palestras, módulos de conversa e orações. Assim, no contato com os freis, padres, religiosos, religiosas e leigos e leigas casadas, os participantes e as participantes puderam esclarecer dúvidas sobre discernimento vocacional, bem como conhecer um pouco mais sobre o processo das diversas vocações. Visita Vocacional No mesmo dia, outros frades do SAV continuaram as visitas às casas dos vocacionados que desejam ingressar no postulantado 2019. A primeira visita foi realizada na casa do jovem Mateus Andrade, em Águas Lindas de Goiás (GO). Posteriormente, os religiosos foram à casa de Marcos Vinícius Valentin, no Setor P Norte, que fica na Ceilândia (GO). Foram momentos de partilha e de conhecimento da história dos vocacionados e de seus familiares. As visitas também foram oportunidade para os religiosos fazerem uma experiência de acolhida dos vocacionados à essa família em que eles ingressam, a família franciscana. Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV aqui. -
Seminário celebra os 10 anos do Acordo Brasil-Santa Sé
Entre os dias 12 e 14 de novembro, a Comissão Episcopal para a Implementação do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com a Arquidiocese de Campinas e Pontifícia Universidade Católica de Campinas realiza seminário “10 Anos do Acordo Brasil-Santa Sé”, na sede da universidade. O documento que dá amparo aos direitos essenciais ao desenvolvimento da missão da Igreja no Brasil foi assinado em 13 de novembro em 2008, na Cidade do Vaticano. Este instrumento jurídico é um dos mais importantes marcos nas relações entre Igreja e Estado no Brasil. De acordo com o consultor canônico da CNBB, Frei Evaldo Xavier Gomes, o documento “é o maior marco nas relações Igreja e Estado no Brasil” e “é o fruto de anos de diálogos e negociações entre a autoridade eclesiástica e o governo brasileiro”. O seminário vai apresentar uma programação diversificada ao longo de três dias, entre conferências, a celebração de uma Santa Missa Solene e momentos de comemoração. Entre os principais temas das conferências estão: Personalidade Jurídica dos Entes Eclesiásticos (Dioceses, Congregações, Ordens, Associações, Institutos e outros), Filantropia, Aspectos Contábeis das Organizações Religiosas, Questões Estatutárias, Relações entre Igreja e Estado, Vínculo Empregatício, Bens tombados – Patrimônio Histórico e Religioso e outros. As inscrições já podem ser feitas diretamente no site da PUC Campinas. As vagas são limitadas. No mesmo endereço estão disponíveis informações sobre a programação do evento. Saiba mais sobre a programação e faça a sua inscrição clicando aqui. Entenda os artigos do acordo aqui. O Acordo Ainda de acordo com o assessor canônico, o texto não caracteriza a concessão de privilégios ou qualquer discriminação, mas “garante à Igreja Católica no Brasil o exercício daqueles direitos essenciais ao desenvolvimento de sua missão para o bem do povo brasileiro, especialmente aos mais necessitados”. Frei Evaldo explica ainda que o texto do Acordo, que possui 20 artigos, consolida em um único instrumento legal, direitos já garantidos pela legislação brasileira e pela jurisprudência dos tribunais do país. Durante a 56ª Assembleia Geral da CNBB, que aconteceu em abril, em Aparecida (SP), foi realizada uma sessão comemorativa. Além disso, outra contribuição da Comissão foi a elaboração de um Vade-Mécum, disponível no site da editora Edições CNBB. A Comissão No âmbito da CNBB, foi criada em 2011 a Comissão Episcopal para a Implementação do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, presidida atualmente pelo arcebispo emérito de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, ex-Presidente da CNBB (2011-2015). Fonte: CNBB. -
Seminário marca dez anos da assinatura de acordo diplomático entre Brasil e Santa Sé
Na última terça-feira (13), a assinatura do acordo entre o Brasil e a Santa Sé completou 10 anos. A celebração desta data aconteceu no seminário realizado pela Comissão Episcopal para o Acordo Brasil-Santa Sé da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pela arquidiocese de Campinas (SP) e pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), entre os dias 12 e 14 de novembro, no auditório Dom Gilberto, no Campus I da universidade. Palestras e conferências fizeram parte da programação do evento, com debates sobre temas referentes à atuação da Igreja no Brasil e suas relações com a sociedade brasileira nos seus aspectos jurídicos, administrativos, legais, contábeis e culturais. Personalidade jurídica dos entes eclesiásticos, filantropia, vínculos empregatícios, aspectos contábeis e questões estatutárias das organizações religiosas, relações entre Igreja e Estado, patrimônios históricos e religiosos, foram algumas das temáticas aprofundadas no seminário. O evento reuniu bispos, padres, religiosas e religiosos, juristas, professores, estudantes e outros profissionais de áreas como a contabilidade e do direito. Também contou com a participação do arcebispo de Salvador (BA) e vice-presidente da CNBB, dom Murilo Krieger; do secretário-geral da entidade, dom Leonardo Steiner; e do secretário do Sínodo dos Bispos, cardeal Lorenzo Baldisseri, que foi núncio apostólico no Brasil entre 2002 e 2012. O primeiro-secretário da Nunciatura Apostólica no Brasil, monsenhor Josep Lluis Serrano Pentinat, também esteve presente. Membro da Comissão para o Acordo Brasil-Santa Sé, o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer, destacou a importância do acordo para que se tenha publicamente assegurada a presença da instituição Igreja Católica no Brasil. “Desde a Proclamação da República, com a queda do regime do padroado, que vigorou durante o período colonial e imperial no Brasil, com o advento da República, a separação entre Igreja e Estado, a Igreja Católica não tinha mais o reconhecimento público de uma instituição publicamente reconhecida. Então, era importante haver um instrumento jurídico que desse esse reconhecimento público, além de assegurar a liberdade religiosa e a liberdade de atuação da própria Igreja segundo as suas finalidades e características próprias”, afirmou o cardeal Odilo Scherer. O acordo A norma que sela o estatuto jurídico da Igreja Católica no país possui 20 artigos, nos quais consolida, um único instrumento legal, direitos já garantidos pela legislação brasileira e pela jurisprudência dos tribunais do País. O documento consolida em um único instrumento legal, direitos já garantidos pela legislação brasileira e pela jurisprudência dos tribunais do país. O acordo entre a República Federativa do Brasil e Santa Sé foi elaborado e firmado no Vaticano, em 13 de novembro de 2008, aprovado pelo Congresso Nacional por meio do Decreto Legislativo nº 698, de 7 de outubro de 2009. O referido acordo entrou em vigor internacionalmente em 10 de dezembro de 2009. O Decreto nº 7.107, de 11 de fevereiro de 2010, promulgou o tratado entre o Estado brasileiro e a Sé Apostólica. A Comissão No âmbito da CNBB, foi criada em 2011 a Comissão Episcopal para a Implementação do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, presidida atualmente pelo arcebispo emérito de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, ex-Presidente da CNBB (2011-2015). Fonte: CNBB. -
Ser jovem em tempos tenebrosos
O Sínodo sobre a juventude aconteceu e com ele alguns jovens tiveram a oportunidade de estar inseridos no seio deste acontecimento eclesial e ouvir que a Igreja se preocupa com eles. Quer ouvi-los, captar seus desejos e aspirações, falar-lhes. Fazê-los sentir que nestes tempos tenebrosos que vivemos os jovens são o presente e a esperança de futuro. É difícil ser jovem hoje em dia. A vida se torna cada vez mais difícil. As relações afetivas são voláteis e frustrantes. O futuro profissional inexiste e muitas vezes anos de estudo e preparação desembocam no lodaçal viscoso e repugnante do desemprego e das faltas de oportunidade. Além disso, a violência que transforma nossa época em uma terceira guerra mundial em capítulos é uma ameaça constante à vida da juventude, sobretudo da mais pobre e vulnerável. No Brasil, os números são assustadores. Matamos perto do equivalente a uma guerra do Vietnam por ano. E as vítimas são em sua maioria jovens do sexo masculino, em sua grande maioria negros. A essa juventude se dirigiu a Igreja Católica reunida em sínodo. E o documento final afirma que se procurou estabelecer um verdadeiro diálogo com a geração que hoje vive o que antes se considerava os anos dourados. Hoje já não se sabe se realmente o são. Tantas são as ameaças, as dificuldades, a falta de horizontes que as gerações anteriores, incluindo a nossa, presenteou a atual geração jovem. Os padres sinodais afirmam ter tentado honesta e esforçadamente realizar uma escuta empática que evitasse respostas pré-concebidas e receitas prontas. Reconheceram que nem sempre a têm realizado e manifestaram o desejo de realmente fazê-lo. Porque – constatam – os jovens querem ser escutados, desejam ser ouvidos e que se lhes preste a atenção que merecem. Anseiam serem acompanhados por pessoas sensíveis e capazes, que possam ajudá-los em suas perplexidades e buscas. O Sínodo confirmou sua intuição de que a juventude hoje, apesar de todos os problemas e dos contínuos estímulos a ela lançados pela globalização, a secularização e os desertos contemporâneos, ainda sente sede de Deus e busca uma espiritualidade. Talvez não busque tanto uma religião ou uma instituição, mas sim uma espiritualidade, algo que dê sentido à vida e ajude a viver. Por isso, a Igreja se sente estimulada a recuperar a importância do dinamismo da fé em seu diálogo com as novas gerações. O documento também pede perdão pelos recentes casos de abuso por parte de pessoas da Igreja com tantos jovens e assume o firme compromisso de adotar rigorosas medidas de prevenção que impeçam a repetição de tão tristes acontecimentos, a partir da seleção e formação mais cuidadosa daqueles a quem serão confiadas tarefas de responsabilidade e educativas. Parece-me que aí se encontra um dos pontos altos do documento. Já é mais que hora de falar a verdade aos jovens. É imperioso que a Igreja se mostre a eles e elas com sua verdadeira face. Sem filtros. Sem camuflagens. Trata-se da Igreja de Cristo, santa e pecadora. Nela os jovens deverão poder encontrar o brilho e o fulgor da santidade que é dom do Espírito Santo. Mas também poderão encontrar – e certamente isso ocorrerá – as sombras e as trevas das fraquezas e dos pecados que dão testemunho constante de quão humana é essa comunidade de homens e mulheres que se dispõe a seguir Jesus Cristo e anunciar seu Evangelho. Uma Igreja que tem a coragem de mostrar-se tal qual é e de pedir perdão por erros cometidos terá muito mais credibilidade junto aos jovens. E será muito mais capaz de acompanhá-los em seus discernimentos e escolhas, acolhendo-os como mãe carinhosa, com seus defeitos e qualidades. Nessa relação sempre renovada pela verdade, poderá acontecer o diálogo da juventude com a Igreja. Sem falsos moralismos ou inverdades que matam a credibilidade e o diálogo. O texto bíblico que permeia o documento como fio condutor é a belíssima passagem do encontro dos discípulos de Emaús com o Cristo Ressuscitado. Desolados e perdidos no caminho, os dois que partiam em direção a Emaús sentiam que a esperança lhes havia sido roubada. Tudo apostaram no Galileu de palavras de fogo e amor ardente e agora, com sua morte, o chão se abria sob seus pés. O forasteiro os ouviu e caminhou com eles. Não lhes mentiu nem deu soluções fáceis. Mas explicou que o sofrimento e a morte fazem parte da vida humana, tal como os profetas já haviam dito. No entanto, Deus era maior que a dor e a morte e o demonstrara ressuscitando seu Filho que os homens mataram. O pão partido e partilhado foi o sinal desta vida que não morre. E os dois, que já nada mais esperavam, reconheceram o Senhor e reencontraram o sentido e a razão para viver. Que assim seja com os jovens de hoje que esperam da Igreja palavras de esperança e luz. Tomara que esse Sínodo seja o marco de um novo tempo no qual as trevas possam ser atravessadas na esperança de que a palavra final para os jovens será o amor. Fonte: CRB Nacional. Autora Original: Maria Clara Bingemer, professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio. -
Serviço de Animação Vocacional no XXII Hallel
No último fim de semana, entre os dias 22 e 23 de setembro, a equipe de Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Província esteve presente na XXII edição do Hallel – O som da coragem, realizado no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília (DF). Durante estes dois dias, fiéis de todas as idades participaram das diversas atrações oferecidas pelo evento: celebrações de Santas Missas, adoração ao Santíssimo Sacramento, momentos de louvor e oração, shows musicais, conferências e palestras, stands de vendas, módulos vocacionais e formativos e etc. A partir do tema “Não temas Maria” (Lc 1, 30), todo o festival esteve orientado à evangelização, sobretudo a levar a Palavra de Deus por meio da música. O SAV participou dos stands vocacionais, na Praça Jovem, do Módulo Vocacional e dos stands de vendas (Pró-Vocações Franciscanas). Na ocasião, os frades partilharam de suas experiências vocacionais com muitos dos jovens que participaram do evento, de modo a propor aqueles que os buscavam, os aprendizados que podiam auxiliá-los no processo de discernimento vocacional. Além disso, no Módulo Vocacional, apresentaram a alegria do carisma franciscano, também por meio da música e expuseram o quanto ele pode ser profético aos nossos dias. Ademais, a simples presença de nossos frades entre a juventude e os fiéis de forma geral, desde já, muito contribui para o testemunho vocacional nas dioceses em que exercemos o nosso trabalho vocacional. Saiba mais do evento no site oficial. Conheça o trabalho vocacional do SAV clicando aqui. Acompanhe o SAV por sua fanpage no Facebook. Veja outras fotos na galeria! -
Serviço de Animação Vocacional participou de diversos encontros neste fim de semana
Neste fim de semana, entre os dias 18 e 19 de agosto, o Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa província participou de diversos eventos nas regiões do Distrito Federal e Goiás. Para isto, os integrantes da equipe tiveram de se dividir em grupos menores para atuarem na realização do Encontro Vocacional em Brasília, Encontro Vocacional Paroquial em Ceilândia, Encontro de Jovens em Águas Lindas e uma entrevista para a Rádio Nova Aliança. Confira a seguir! Brasília Nos dias 18 e 19 deste mês, foi realizado no Seminário Maior de Pós-Noviciado São Francisco de Assis, em Brasília, o VI Encontro Vocacional deste ano. No sábado, aconteceu o encontro específico de vocacionados e que teve a participação de 11 jovens. Além da prática esportiva no período da tarde, o grupo refletiu sobre a exposição “Forma (e não fôrma) de Vida Franciscana”, apresentada pelo Frei Luís Felipe Marques. Na ocasião, o promotor vocacional falou sobre o discernimento do chamado de Deus na vida dos jovens a partir do autoconhecimento. No dia seguinte, aconteceu o encontro vocacional aberto a todos os interessados em ingressar na ordem. Estiveram reunidos junto à equipe do SAV, seis jovens que refletiram sobre a I Admoestação de São Francisco (Do Corpo do Senhor) e sobre o testemunho de vida evangélica de Santa Clara de Assis. A dinâmica do encontro foi conduzida por momentos de oração, lazer e partilha. Ceilândia No sábado, 18, parte da equipe do SAV esteve presente na Paróquia São Marcos e São Lucas, na Ceilândia, para participar de um Encontro Vocacional Paroquial. Organizado pelo Promotor Vocacional da paróquia, Frei Alex Nuno, o encontro teve como objetivo oferecer aos jovens e às jovens participantes, uma oportunidade de diálogo e de esclarecimentos sobre possíveis dúvidas vocacionais. A ocasião também foi uma oportunidade de oferecer uma interação entre juventude que frequenta a paróquia. Estiveram presentes religiosas e religiosos e leigas e leigos das mais diversas vocações para auxiliar neste discernimento. Águas Lindas Já no domingo, 19, os frades do SAV participaram do encontro de jovens “Franciscanamente”, na paróquia São Maximiliano Maria Kolbe, em Águas Lindas (GO). O encontro, que teve como Tema “Senhor, que queres que eu, teu jovem, faça?”, foi uma ocasião para apresentar aos jovens alguns aspectos da vida e da espiritualidade de São Francisco de Assis, discernindo de que maneira isso pode auxiliar na vivência de sua juventude. Foram muitas as dinâmicas conduzidas pelos religiosos e religiosas, membros da comunidade e pelo Setor de Juventude Paroquial. Todas elas foram elaboradas para revelar o quanto, ainda hoje, o carisma franciscano tem a contribuir para um modelo de vida e de santidade que seja testemunho da ação de Deus em nosso mundo. Rádio Nova Aliança No domingo, os freis Jesus Amaral e Rodrigo Oliveira, estiveram nos estúdios da Rádio Nova Aliança, em Brasília, para dar testemunho sobre a vida religiosa consagrada. Durante a conversa, os frades, juntamente das Irmãs Operárias de São José, elencaram alguns pontos que marcaram o início de suas caminhadas religiosas. Foi abordado também sobre o ingresso dos freis na ordem franciscana e o processo durante a formação. Veja mais fotos na galeria! Quer saber mais sobre o que é a vocação? Clique aqui. Confira a atuação do Serviço de Animação Vocacional de nossa província aqui. Acompanhe o SAV por sua fanpage no facebook (clicando aqui) e fique por dentro de todas as novidades! -
Serviço de Animação Vocacional realizou o VIII Encontro Vocacional, o último deste ano
O Serviço de Animação Vocacional (SAV) realizou neste fim de semana, nos dias 20 e 21 de outubro, o último Encontro Vocacional de nossa Província neste ano. No sábado, 11 jovens participaram de atividades formativas, oracionais e recreativas, proporcionadas pelos frades do SAV na Casa de Formação São Francisco de Assis. O encontro específico possibilita uma maior proximidade entre a Província e os jovens que a ela recorrem, a fim de que seu processo de discernimento vocacional, sobretudo neste momento final, seja bem conduzido e vivido. Para isso, os jovens participaram de um momento formativo com o promotor vocacional, Frei Luís Felipe Marques (OFMConv), e também do encontro PROVOCAE, organizado pela Fraternidade Frei Junípero, da Juventude Franciscana (JUFRA) do DF, que teve o intuito de animar novos jovens para a JUFRA. No domingo, 3 outros jovens uniram-se na participação do encontro, totalizando 14 vocacionados. Durante a Santa Missa celebrada na Capela São Francisco de Assis, o Frei Felipe enfatizou na homilia o modo discipular de seguir a Cristo, ideal evangélico de Francisco e, hoje, de cada um de nós. Além disso, os vocacionados participaram de orações e palestras, e pela convivência fraterna, buscaram estes jovens, juntamente com os frades, reconhecer o chamado e a ação de Deus em suas vidas. Ele, que nos inspira bons propósitos, ajude-nos a bem cumpri-los no percurso de nossas vocações. O VIII Encontro Vocacional Franciscano foi o último a ser realizado neste ano. E você jovem, já pensou em ser franciscano? Tire suas dúvidas clicando aqui, ou entre em contato com a Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Província ligando no telefone 3347-6859 / 3340-0476 e pelas redes sociais (aqui) ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.. Saiba como foram os outros Encontros Vocacionais de 2018: III Encontro, IV Encontro, V Encontro Vocacional e VII Encontro Vocacional.. Conheça também a atuação do SAV em outras cidades clicando aqui. -
Setembro: o mês da Bíblia
O mês de setembro, para nós, católicos do Brasil, é o mês dedicado à Bíblia. A celebração foi criada em 1971 com a finalidade de instruir os fiéis sobre a Palavra de Deus e acontece em setembro em razão da Festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30. Entretanto, desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no último domingo de setembro. Buscando auxiliar às comunidades, paróquias e dioceses, a Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Brasil (CNBB) disponibilizou dois subsídios de apoio aos fiéis. O texto-base divulgado tem como tema é “Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Livro da Sabedoria” e o lema “A sabedoria é um espírito amigo do ser humano”. Em 2018, o texto-base para o Mês da Bíblia se propõe a auxiliar a leitura e o estudo da primeira parte literária do Livro da Sabedoria (Sb 1,1-6,21). Como objetivo principal, prevê que as pessoas, de forma individual, e as comunidades, em grupo, cheguem à leitura do texto bíblico, por mais que este se revele exigente. O itinerário foi organizado de modo simples, a fim de que se tornasse o mais prático possível, colocando-se a serviço da compreensão daquilo que o Livro da Sabedoria expõe em seus primeiros capítulos. Acesse o material clicando aqui. São Gerônimo São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do Papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar a tradução latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por esse santo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa “popular” e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias. Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo, sendo o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade. Fontes: Blog Canção Nova, Canção Nova e CNBB. -
Shalom assume Centro Internacional Juvenil São Lourenço
A Comunidade Católica Shalom está à frente do Centro Internacional Juvenil São Lourenço, localizado junto à antiquíssima basílica de San Lorenzo in Pisciubus, dedicada ao santo mártir romano do século III, São Lourenço, na Via Pfeiffer 4, a pouquíssimos metros do Vaticano. Um local tranquilo, silencioso, de oração. É como um lar, com acolhida, ao lado da Praça São Pedro. O Centro Internacional Juvenil São Lourenço agora está sob responsabilidade da comunidade internacional Shalom, a pedido do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida. O espaço é aberto a todos, mas direcionado principalmente aos jovens, como explica o assistente internacional da comunidade Shalom, padre Cristiano Pinheiro. “Os jovens são como que o indutor do carisma Shalom. Então, sem pestanejar, nós aceitamos esse convite. Claro que a gente discerniu, mas era uma coisa muito clara que era a vontade de Deus pra nós”, disse. O centro está aberto todos os dias, de 11 da manhã até depois da missa, por volta de 19h. Jesus Sacramentado fica exposto das 11h até 17h30 quando é recolhido para a celebração da Santa Missa. Aos sábados, há também grupo de oração, às 17h, seguido da celebração eucarística. Em seguida, de acordo com o padre Cristiano, há sempre um momento para promover a cultura do encontro entre os jovens e anunciar Jesus por meio da diversão, da arte ou da simples convivência fraterna na construção de um testemunho de Cristo. Ao falar do carinho com que prepararam o espaço para receber os peregrinos que passam por Roma, padre Cristiano faz um convite especial: “Você de língua portuguesa, você do Brasil especialmente, eu quero convidar você para vir conhecer a sua casa em Roma. O coração da Igreja ele é a casa dos jovens. O jovem não é o futuro da Igreja, o jovem é o presente da Igreja, é agora, hoje você tem um lugar na Igreja. Então, você que faz parte da Igreja, você que quer ser protagonista na sua missão, na sua paróquia, na sua comunidade, na sua diocese, quando vier a Roma, venha conhecer a tua casa, venha rezar um pouco, venha fazer amizade com outros jovens de várias partes do mundo. É alegria garantida”, finalizou. Aos jovens A igreja do Centro São Lourenço foi dedicada aos jovens pelo Papa João Paulo II, idealizador das Jornadas Mundiais da Juventude. Nela, ele colocou a cruz do Ano da Redenção, que se tornou depois a famosa cruz peregrina da JMJ. Há também um ícone de Nossa Senhora trazido pelo Santo Padre que são como as grandes relíquias do centro. Fontes: Comshalom e Vatican News. -
Simplicidade e espiritualidade
“Que bom saber que Deus anda nos procurando. Será que abrimos-lhe caminhos e sendas?” Um dos escritores mais profícuos e profundos de nossos tempos e que reflete inteligente e criticamente sobre o ser gente e ser cristão é Christian Bobin. Dele é o seguinte pensamento: “Eliminei muitas coisas inúteis de minha vida e Deus se aproximou para ver o que se passava”. Os que eliminam coisas supérfluas são aqueles que abrem as portas para a chegada do Senhor. Coisas inúteis em geral são coisas complicadas. Vamos tentar fazer um breve elogio da simplicidade. Simples é aquilo que se opõe a complexo, sofisticado, complicado, aquilo que é formado de um só elemento, o que nosso espírito não tem dificuldade de captar e apreender, tanto no campo prático como no nível das ideias. André Comte-Sponville, filósofo, assim escreve sobre o tema: “Ser simples é ser natural, sem duplicidade, sem cálculo, sem composição (…). Quase se poderia dizer que simplicidade é esquecimento de si. Nesse sentido a simplicidade é uma virtude, não o contrário de egoísmo como a generosidade, mas o oposto de narcisismo, de presunção, da autossuficiência (…) Por isso é fácil compreender os simples, amá-los, viver com eles”. Atentemos para o binômio simplicidade e espiritualidade. Jesus gostava de dizer que seu Pai costumava revelar seus mistérios aos simples e humildes. Estamos diante de uma visão da simplicidade como despojamento. Voltemos a Comte-Sponville referindo-se à contemplação ligada à simplicidade: “É a atitude da consciência quando ela se limita a considerar a coisa como ela é, sem querer possuí-la, utilizá-la, julgá-la”. Thomas Merton diz que “a contemplação não é visão, porque ela vê sem ver e conhece sem compreender”. No campo da espiritualidade, simplicidade é o movimento de ir para além das palavras, dos conceitos e dos raciocínios. E agora Simone Weil a nos ajudar: “Quando se ouve Bach ou uma melodia gregoriana, todas as faculdades da alma se orientam para ou se calam para apreender esta coisa perfeitamente bela, cada uma à sua maneira. A inteligência entre outras: nada tem a ver com afirmar ou negar, mas de tudo se alimenta. A fé não deveria ser uma adesão desse tipo? Os mistérios da fé são degradados na medida em que são objetos de afirmação ou negação, quando na verdade precisam ser objeto de contemplação”. Cuidado para não simplificar demais as coisas! Pode haver sério risco nesse campo. Simples sim, mas não simplório. Defender a simplicidade sem mais pode significar a recusa de refletir, de ver a realidade como ela é, deixando de fazer as necessárias distinções. Pode ser que elogiemos a simplicidade para acobertar nossa preguiça de pesquisar, de buscar, de discernir. Uma inadequada busca de simplicidade leva a certo empobrecimento do mundo. Virtus in medio, sempre. O evangelho é anunciado por aqueles que vivem com simplicidade. “Esta sociedade precisa descobrir que precisamos voltar a uma vida simples e sóbria. Não basta aumentar a produção e alcançar um nível superior de vida. Não é suficiente ganhar sempre mais, comprar cada vez mais coisas, desfrutar de maior bem-estar. Esta sociedade precisa como nunca do impacto de homens e mulheres que saibam viver com poucas coisas. Crentes capazes de mostrar que a felicidade não está em acumular bens. Seguidores de Jesus que nos lembram que não somos ricos quando possuímos muitas coisas, mas quando sabemos desfrutá-las com simplicidade e compartilhá-las com generosidade. Os que vivem uma vida simples e uma solidariedade generosa são os que melhor pregam hoje a conversão de que mais necessita a nossa sociedade” (Pagola, O caminho aberto por Jesus, Marcos, p. 133-134). Christian Bobin deve ter ficado feliz quando Deus veio saber o que se passava com ele quando simplificava sua vida… Quem sabe preparava o caminho para a comunhão com o Senhor… Via: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães (OFM). -
Simpósio no ISB celebrará o jubileu de 800 anos do encontro entre São Francisco e o Sultão
Entre os dias 08 e 10 de julho, a União do Conventuais no Brasil (UCOB) promoverá no Instituto São Boaventura (ISB), em Brasília, um Simpósio Franciscano para a celebrar o jubileu de 800 anos do encontro entre São Francisco de Assis e o sultão Al Malik Kamil em Damieta. O evento acontecerá em parceria à Conferência da Família Franciscana do Brasil (CFFB). Ao celebrar o Oitavo Centenário do encontro, num ambiente de aprofundamento, reflexão e discussão da diversidade, as entidades têm como objetivo promover no espaço acadêmico uma discursão ampla e participativa dentro da cultura de choque e rompimento dos dias de hoje. Numa perspectiva teológico-espiritual, será evidenciada a importância da minoridade para o encontro da diversidade. Já, dentro do âmbito filosófico, será destacada a riqueza do pensamento árabe e sua repercussão no encontro com o pensamento franciscano. Assim, será abordada a problemática do encontro e da diversidade. Para isso, serão realizadas conferências com abertura para questões e contribuições do público participante, como também de sessões temáticas conduzidas por três ou mais expositores. Essas sessões temáticas acontecerão em forma de mesa redonda de tal forma que expositores e público possam desenvolver um clima de discussão e debate, facilitará também a discussão da problemática do diálogo entre cristianismo e islamismo hoje. Entre cada atividade haverá um momento de intervalo para descanso, café e/ou almoço. Para encerrar, um ato celebrativo de caráter inter-religioso. Programação 08/07/2019 8h45 – Abertura Prof. Me. Fr. Luís Felipe Carneiro, OFMConv. (Província São Maximiliano M. Kolbe e Instituto São Boaventura) 9h – “Pelo Deus Altíssimo, no ardor da caridade” (cf. 1B 9): o encontro entre Francisco e o Sultão à luz da espiritualidade franciscana, Prof. Dr. Frei Elio Rojas, OFMConv. (Província Rioplatense da Argentina) 10h15 – Intervalo 10h45 – Entre a espada e a fé, um movimento de diálogo: o encontro entre Francisco e o Sultão numa leitura histórica e historiográfica Prof. Dr. Fr. Sandro Roberto da Costa, OFM (Instituto Teológico Franciscano – Petrópolis/RJ) 12h15 – Almoço 14h30 – Sessão temática: O encontro e o diálogo sob o olhar do franciscanismo Prof. Dr. Sandro Roberto da Costa, OFM; Prof. Ms. Fr. Gilson Miguel Nunes, OFMConv. (Província São Francisco e Conferência da Família Franciscana do Brasil) Fr. Beneval Soares Bonfim, OFMConv. (Coordenação) 09/07/2019 9h – O Islamismo e a busca pelo conhecimento: O contributo da filosofia árabe para o pensamento e a mística – Prof. Dr. Mônica Udler (Universidade de Brasília) 10h15 – Intervalo 10h45 – Entre o Tal e o Zulfiqar: Encontros e desencontros entre o pensamento franciscano e a filosofia árabe Prof. Dr. Marcos Aurélio Fernandes (Instituto São Boaventura e Universidade de Brasilia) 12h15 – Almoço 14h30 – Sessão temática: O diálogo e suas problemáticas atuais: dificuldades para uma cultura do diálogo Prof. Dr. Marcos Aurélio Fernandes (UnB), Prof. Dr. Luís Síveres (UCB), Doutoranda Paula Furtado Goulart (UnB), Fr. Bruno Carvalho, OFMConv. (Coordenação) 10/07/2019 9h – O encontro entre Francisco e o Sultão hoje: o diálogo entre cristãos e muçulmanos hoje Prof. Ms. Fr. Rafael Normando, OFMConv. (Província São Maximiliano M. Kolbe e Instituto São Boaventura) Dr. Cláudio Fonteles, OFS; 10h30 – Intervalo 11h15 – Momento celebrativo – O Encontro da diversidade: diálogo orante e inter-religioso. Via: CFFB.