franciscanos conventuais
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Missão Amazônia: jovens retornam da visita à comunidade ribeirinha de Forte das Graças
Os jovens e as jovens que partiram na quarta-feira passada, 05, em Missão à comunidade ribeirinha de Forte das Graças, retornaram no sábado, 08, e lá, realizaram um tríduo da festa da Padroeira do local, Nossa Senhora de Nazaré. Os integrantes e as integrantes da Juventude da Milícia da Imaculada (JMI) e da Comunidade Azinheiros da Justiça, com o auxílio de Antônio Sabóia da Pastoral da Juventude (PJ), também fizeram a formação de oito coroinhas, com a bênção e o recebimento das túnicas na sexta-feira, 07. Durante a sua presença na comunidade, a equipe dos missionários atuou na preparação das crianças para serem batizadas e, além disso, trabalharam na restauração da Igreja de Nossa Senhora. A missão havia sido organizada pelo Frei Flávio Amorim (OFMConv), que viajou com os jovens e as jovens. Todas as atividades foram planejadas em março deste ano, quando diversas comunidades ribeirinhas receberam a visita dos juruaenses (como havíamos noticiado aqui). O Frei Flávio explicou que a intensão das missões é instituir um Núcleo da JMI em cada uma das comunidades, acompanhando o desenvolvimento e a formação da juventude, sendo Forte das Graças a primeira a receber a obra em virtude da Festa da Padroeira. “Conviver com estas populações é retornar à experiência de vida comunitária e, ao mesmo tempo, perceber como essas pessoas estão sedentas de Deus já que, pode acontecer de ficaram quase um ano sem receberem a Celebração Eucarística. Tudo isso é muito bom e anima a nossa Missão aqui, em Juruá”, contou o frade. Confira mais fotos na galeria! Ajuda a Missão: Fundo Missionário ou Missão Kolbe Banco do Brasil Agência: 0452-9 Conta Corrente: 35820-7 CNPJ: 02501906/0001-15 Saiba mais sobre a Missão Amazônia clicando aqui. -
Missão Amazônia: novena a São Maximiliano e visita ao Museu Dom Frei Agostinho
Foi encerrada ontem, 14, na Solenidade de São Maximiliano, a novena em ação de graças ao padroeiro da província. A comunidade da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Juruá (AM), celebrou a vida e obra do fundador da Milícia da Imaculada entre os dias 05 e 13 deste mês e, neste período, realizaram diversas atividades. No sexto dia da novena (10), os jovens e as jovens milicianas fizeram um mutirão de limpeza na praia da cidade com o intuito de conscientizar a população sobre a nossa responsabilidade para com a criação. Já no dia seguinte (11), na festividade de Santa Clara, foi abençoado e inaugurado o Cinema Paroquial na sala da Juventude da Milícia da Imaculada (JMI). Na ocasião, foi transmitido o documentário “Jardim da Imaculada” (2013), produzido pela Canção Nova (que você pode conferir ). O Cinema Paroquial estará aberto às escolas locais e algumas já iniciaram a marcação de horários. Inauguração da sala de Cinema Paroquial. No encerramento da novena, durante a Solenidade de São Maximiliano, realizamos o Ofício da Imaculada Conceição e, logo depois, celebramos a Santa Missa presidida pelo Frei Flávio Amorim. As integrantes e os integrantes da JMI prepararam um jantar que foi partilhado num momento de muita fraternidade. Visita ao Museu do Cavaleiro da Imaculada Hoje, 15, os alunos e as alunas da Escola Municipal Dalila Litaiff conheceram o Museu Dom Frei Agostinho e visitaram o seu túmulo. O passeio faz parte de uma programação direcionada às escolas para que seus estudantes possam aprender sobre a vida e obra desse cidadão que escolheu Juruá por amor, um apóstolo incansável da Imaculada. O Frei Flávio acompanhou a visita e relatou a ocasião, “foi um momento de muita emoção. As crianças fizeram diversas perguntas e ficaram encantadas com a missão de Dom Frei Agostinho e o seu desejo em permanecer na cidade”, disse ele. O Frei Flávio, organizador desta programação, falou sobre o legado do Cavaleiro da Imaculada para a Missão Amazônia, “ele nos deixa um grande testemunho de amor à missão e, por ela se deixa consumir até o último momento. Isso é visível no testemunho do povo de Juruá. Que Dom Frei Agostinho cuide e interceda por essa bela obra!”, expressou ele. Frei Flávio falando aos estudantes e às estudantes durante a visita ao Museu Dom Frei Agostinho. Confira mais fotos na galeria! Saiba mais sobre a Missa Amazônia clicando aqui. Conheça mais da obra de Dom Frei Agostinho aqui. -
Missão Amazônia: Pastoral da Partilha e Visita Missionária
Foi realizado neste fim de semana, entre os dias 25 e 26, em Juruá (AM), o Encontro da Pastoral da Partilha da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. A comunidade paroquial esteve presente no encontro que foi assessorado por dona Lindomar e dona Aniana da Comissão de Animação da Pastoral da Partilha da Prelazia de Tefé (AM). Ainda em Juruá, a comunidade paroquial realizou, para encerrar o Mês Vocacional (leia mais aqui), uma Visita Missionária durante todo o dia pelos bairros de São Francisco, Tancredo Neves, Centro, Bairro das Flores e Esperança. A programação, que faz parte do Ano do Laicato, foi encerrada na celebração da Santa Missa às 19h30. Veja outros acontecimentos da Missão Amazônia aqui. Saiba mais sobre o Mês Vocacional clicando aqui. Confira mais fotos na galeria! -
Missão Amazônia: peregrinação do Barco Dom Frei Agostinho
Desde que ficou pronto, em 22 de outubro, o barco Dom Frei Agostinho, fez uma verdadeira peregrinação para que pudesse estar pronto para o auxílio da Missão Amazônia na cidade de Juruá (AM). Tudo começou ainda no domingo das eleições, 28, quando o Frei Flávio Amorim (OFMConv.) viajou à Manaus (AM) para preparar os caminhos a serem percorridos com a embarcação. Na terça-feira, 30, no Porto da Marina no Rio Negro, ainda na capital amazonense, o barco foi abençoado por Dom Sérgio Eduardo Castriani, Arcebispo de Manaus e que há muito mantém uma relação de admiração mútua para com os irmãos conventuais e a sua Missão, principalmente pelo Cavaleiro da Imaculada, Dom Frei Agostinho (OFMConv.). Em seguida, a embarcação foi testada, ocasião em que realizou a sua primeira viagem até a cidade de Tefé (AM). Já no dia 05 de novembro, quando o barco havia chegado ao seu destino, os Freis Flávio e Mário Pruszak (OFMConv.) deram andamento na documentação e regulamentação do mesmo. À tarde, por volta das 15h, no Porto de Tefé e no rio de mesmo nome, os frades, acompanhados do Frei Vogran Leluia (OFMConv.) e outros fiéis da comunidade, realizaram a segunda bênção ao barco pelas mãos de Dom Fernando Barbosa, Bispo da Prelazia de Tefé. Dom Fernando Barbosa e os Freis Flávio Amorim (OFMConv.) e Vogran Leluia (OFMConv.) na bênção ao barco em Tefé. Somente no último sábado, 10, a embarcação chegou à sua casa definitiva, a cidade de Juruá. Logo cedo, às 08h30, muitos e muitas fiéis da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, aguardavam a chegada do barco no Terminal Hidroviário. Chegada essa que foi realizada com muito carinho e acolhimento pela comunidade que alegrou-se com mais este passo importante da missão conventual na região. Dentre as documentações já liberadas para a embarcação, está a homologação que habilita a navegação e que foi autuada na quinta-feira, 08, como explica o Frei Flávio, “ainda é a autorização provisória, mas em torno de um mês, chegará a definitiva. E, assim, o nosso peregrino Dom Frei Agostinho, continua sua missão aqui na Amazônia”, pontuou o religioso relembro àquele que foi e é inspiração para muitos e muitas. Frei Flávio juntamente da comunidade de Nossa Senhora Aparecida na chegada da embarcação à Juruá. Conheça a Missão Amazônia aqui. Confira os últimos trabalhos franciscanos na Missão clicando aqui. Veja mais fotos na galeria! Ajude a Missão em Tefé Os frades precisam de sua ajuda para as obras na Casa de Missão em Tefé (confira aqui e aqui também). Você pode colaborar com qualquer quantia na conta: 16384-8, agência 3743, do Banco Bradesco – em nome de “Prelazia de Tefé – Paróquia Santo Antônio de Pádua”. Quaisquer dúvidas ou informações, entre em contato com o Frei José Adriano (OFMConv). -
Mutirão de Comunicação da Diocese de Goiás buscou reestruturar a Pascom Diocesana
Foi realizado no último fim de semana, entre 18 e 19 de agosto, na Diocese de Goiás, o Mutirão de Comunicação Diocesano em preparação para o 11º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), que acontecerá em julho do ano que vem em Goiânia. O evento (que havíamos noticiado aqui), que teve como tema “Uso das redes sociais, um desafio para a Igreja”, significou o primeiro passo na reestruturação da Pastoral de Comunicação (Pascom) Diocesana. O bispo diocesano de Goiás, Dom Eugênio Rixen, acolheu os participantes e apresentou o plano pastoral da Diocese. O coordenador da Pastoral da Comunicação do Regional Centro-Oeste, irmão Diego Joaquim CSsR, esteve presente durante todo o encontro. Em sua primeira fala, ele fez uma apresentação do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil – Documento 99 da CNBB. Segundo o Irmão Diego, a Pascom deve estar sempre de mãos dadas com as outras pastorais, “A Pastoral da Comunicação não é uma pastoral solitária. Deve estar sempre ligada com outras e nunca se limitar a ações isoladas, como montar murais, postar fotos nas redes sociais e atualizar o site da paróquia. A missão verdadeira da Pascom é comunicar o Cristo a todos os povos”, explicou ele. Assessoraram o Muticom Goiás a jornalista Camyla Nogueira, apresentadora do programa Goiás da Sorte e gestora de redes sociais, que falou aos participantes sobre as redes sociais e como a Igreja está fazendo essa comunicação para o mundo; o padre Warlen Maxwell, apresentador do programa Encontro Semanal da Arquidiocese de Goiânia, que refletiu sobre a Mensagem do papa Francisco para o 52º Dia das Comunicações Sociais, cujo tema é “A verdade vos tornará livres” (Jo 8,32) e lema “Fake News e o jornalismo de paz”. Já o professor Venício Artur de Lima fez uma explanação sobre a Leitura Crítica da Mídia e Fake News. O símbolo do Muticom, que foi entregue em Joinville para a Arquidiocese de Goiânia e está percorrendo as dioceses de Goiás e Arquidiocese de Brasília, neste ano, foi trazido novamente a Goiânia para estar no Mutirão de Comunicação Arquidiocesano, que acontecerá dia 1º de setembro. Talita Salgado, assessora de comunicação da Arquidiocese, recebeu o símbolo, que depois vai ser levado para o Muticom da Diocese de Uruaçu, no dia 2 de setembro. Próximos Mutirões de Comunicação Diocesanos Arquidiocese de Goiânia - 1º de setembro Diocese de Uruaçu - 2 de setembro Diocese de São Luís de Montes Belos - 15 de setembro Diocese de Jataí - 16 de setembro Diocese de Rubiataba-Mozarlândia - 19 a 21 de outubro Jornada da Comunicação Regional (Rubiataba) - 19 a 21 de outubro Saiba mais sobre o Muticom clicando aqui. Via: CNBB Centro-Oeste. Autor Original: Marcos Paulo Mota, estudante de Jornalismo da Pontífice Universidade Católica de Goiás. -
Na última quarta-feira (28), foi realizada a cerimônia de formatura no ISB e celebrada a Santa Missa de encerramento das atividades acadêmicas
Na última quarta-feira (28), foi realizada no auditório do Instituto São Boaventura (ISB), em Brasília (DF), a cerimônia de formatura de 6 frades e 1 leigo do curso de teologia, mais 4 pré-noviços do curso de filosofia. Na ocasião também foi realizada a profissão de Fé do Frei Luís Felipe Marques (OFMConv.) que tomou posse como novo diretor do Instituto São Boaventura. A celebração da Santa Missa de encerramento das atividades acadêmicas foi uma ação de graças por todo esse ano de 2018. O Coral do Frei Mayko Ataliba (OFMConv), professor de música do ISB, acompanhado de alguns pré-noviços da Casa de Formação Santa Maria dos Anjos, se apresentou neste dia, dando vida à uma antiga tradição. A Eucaristia foi presidida pelo Frei Ronaldo Gomes (OFMConv.) e concelebrada pelos Freis Felipe, Givaldo Domingos (OFMConv.) e Marcos Pereira (OFMConv.). O Frei Ronaldo, custódio da Custódia Provincial Imaculada Conceição, do Rio de Janeiro, esteve presente representando a Pontifícia Faculdade São Boaventura de Roma, à qual o ISB é afiliado. Ao final da celebração, o Frei Luís Felipe, novo reitor do ISB, dirigiu agradecimentos pela presença do Frei Ronaldo e, dirigindo-se aos formandos, comentou que a experiência dos estudos deve levar o filósofo e o teólogo a manifestar a presença de Deus no meio de cada um de nós, “de um Deus encarnado e vivo, precisa sempre de um movimento de abertura, renunciando aos preconceitos e às visões curtas da sociedade e do mundo”, concluiu o novo reitor, destacando ainda aos formandos que estes precisam servir a comunidade eclesial com disposição e coragem, mas sem medo. Formaram-se em Teologia os seguintes frades: Geraldo Leite da Silva Junior (OFMConv.), Wagner da Silva Faustino (OFMConv.), Beneval Soares Bomfim (OFMConv.), Paulo Arante Rodrigues (OFMConv.), Marcus Orlando Figueredo Pinto (OFMConv.) e Maykon Anderson de Oliveira Silva (OFMConv.). Concluíram a graduação em Filosofia os pré-noviços: André Moreira Lima, André Salomão Mendes, Diogo Kennedy Lima e Gederson Aparecido Nunes. Veja mais fotos na galeria! -
Não tireis férias de Deus
Quando nós estamos cansados, procuramos uma forma para que possamos descansar. É natural que todos os trabalhadores tenham o seu tempo de descanso, as suas férias. Aliás, nós temos o dia para trabalhar e a noite para descansar. Já aqueles que trabalham à noite geralmente têm o dia para descansar. Mesmo no intervalo, durante o dia, no trabalho, existem aquelas horas do descanso. Quando o tempo passa, vencido um ano, todo trabalhador tem o direito a descansar. Jesus convida aqueles que estão cansados a se aproximarem dele, “Vinde a mim vós todos que estais cansados e eu vos darei descanso” (Mt 11,28). Em Cristo, nós encontramos alívio. O nosso Deus, tão bondoso, Pai Misericordioso, nos acompanha diariamente em nossas lidas, fadigas e vitórias. Ele, com seu amor de Pai, participa da nossa vida e nós não podemos fugir de Deus. Durante o tempo de férias, é muito importante que continuemos unidos àquele que dá vida. “Jesus veio para que todos tenham vida e a tenham em plenitude” (cf. Jo 10). Não podemos nunca pensar em tirar férias de Deus, ou seja, devemos sempre, e em qualquer tempo, viver a espiritualidade e nos alimentar de Deus, na presença de Cristo. Jamais, em determinado momento, parar, afastar-se de Deus, deixando que a vida percorra sem ele, sem oração, sem a participação na Eucaristia. É especialmente muito importante que os sacerdotes celebrem a Eucaristia todos os dias, mesmo em seu tempo de férias, que não tirem férias de Deus. Quando estou num lugar onde não há igreja, no meu tempo de férias, eu levo comigo minha pequena mala de missa e ali onde estou celebro a Eucaristia, seja numa casa de família ou mesmo num quarto de hotel onde estou passando, para não ficar sem a Eucaristia. Também vale dizer que as orações não devem ser feitas por obrigação, mas por causa do amor, da sintonia com Deus e com Cristo. Não podemos, portanto, pensar em tirar férias de Deus, mas devemos nos aproximar cada vez mais dele, viver nele, participar dele, aprofundar nossas raízes na vida do Senhor, como a árvore plantada à beira das águas que tem ali suas raízes deitadas naquelas margens e recebe a umidade. Aquela árvore cresce, produz folhas e frutos que muitas vezes servem para remédio ou para alimentos. Assim também, mergulhados no mistério do Senhor, nós somos chamados a ser um remédio e alimento para o mundo. E é Deus quem nos sustenta. Não podemos, portanto, pensar, em momento algum, em nos ausentar dele, tirar férias dele. As férias são para refazer as forças e as energias. No entanto, se nos afastarmos de Deus, vamos nos enfraquecer cada vez mais e ficar debilitados e não vamos conseguir agir na missão com fervor, com zelo, e nem mesmo ter forças para entregar nossas vidas a ele. Por tudo isso, não é uma boa ideia tirar férias de Deus. Quem tira férias do Senhor enfraquece, afasta-se dele e não produz os frutos desejados para o Senhor. Não fostes vós quem escolhestes Deus, mas foi ele quem vos escolheu para ir e produzir frutos para que o vosso fruto permaneça. Assim, peçamos que o Senhor nos ajude, abençoe-nos, para que nele encontremos vida e alegria. Não tenhamos uma espiritualidade por obrigação, mas por alegria de participar de sua vida. Via: CNBB Centro-Oeste. Autor: Dom Messias dos Reis Silveira, Bispo Diocesano de Uruaçu, Presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB. -
No dia 17 do próximo mês, será realizada a IV Escola de Maria
No dia 17 de novembro, será realizada no Convento e Santuário Jardim da Imaculada, que fica na Cidade Ocidental (GO), a IV Escola de Maria do ano de 2018. O evento tem como objetivo fornecer reflexões acerca da Formação Mariológica e todos os mistérios e saberes que podem ser compreendidos ao observarmos o exemplo de Maria. Esta edição tem como tema “Maria no evangelho de São Lucas”, sendo realizada das 15h às 19h, conta com a ministração do Frei Fabrício Nogueira (OFMConv) em uma espécie de aula interativa. O encontro, que acontece duas vezes ao ano é aberto a todos e a todas. Qualquer pessoa que se interesse em se aprofundar teologicamente sobre Nossa Senhora pode participar. As inscrições são limitadas e custam R$15, valor que será revertido na disponibilização de um kit com o material a ser utilizado no seminário. Saiba mais informações ligando no telefone (61) 3605-2652 ou acessando a fanpage do Jardim aqui. -
Nova edição da revista SIM destaca a campanha do Mês Missionário
A nova edição da revista SIM: Serviço de Informação Missionária, das Pontifícias Obras Missionárias (POM), dá continuidade à alegria do Evangelho por meio da campanha vivida por toda a Igreja durante outubro, o Mês Missionário (entenda mais clicando aqui), que tem como tema “Enviados para testemunhar o Evangelho da paz”, seguindo o lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), alinhados com a Campanha da Fraternidade, que refletiu sobre a superação da violência. Neste ano, as POM celebram 40 anos de missão e, com isso, serão relembradas na revista as vidas e obras de tantos missionários que construíram essa história. Para isso, foram produzidos e enviados, às 276 dioceses e prelazias do Brasil, diversos materiais que serão distribuídos nas paróquias e comunidades. O livrinho da Novena Missionária é o principal material e foi elaborado com o método da Leitura Orante da Palavra. Por essa grande celebração missionária, está sendo apresentada na revista a vida de Paulina Maria Jaricot, fundadora da Obra da Propagação da Fé e inspiração para a vivência do mês missionário. Paulina é a jovem mulher que sentiu esse apelo de Deus, deixando-se guiar pelo Espírito. Em sua condição de leiga, assumiu sua vocação missionária e criou essa rede de cooperação missionária que até os nossos dias segue fazendo o bem à vida da Igreja Universal. Complementa a edição, o artigo que apresenta os passos de construção do Programa Missionário Nacional. Essa é a proposta para melhor articular o trabalho da Igreja no Brasil, com um fio condutor comum, com projetos e ações que facilitem a formação, com respeito ao que é mais específico em cada Regional. Também fora apresentada pelas POM a proposta do Mês Missionário Extraordinário, proclamado pelo Papa Francisco para outubro de 2019. No mesmo ano, no dia 30 de novembro, ocorrerá o centenário da carta apostólica Maximum Iludi, do papa Bento XV. Fonte: Pontifícias Obras Missionárias. -
Novena e Solenidade de São Francisco na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus
A comunidade da Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, que fica no bairro Jardim Cidade Universitária, em João Pessoa (PB), já está com a programação da Novena e da Solenidade de São Francisco toda planejada. As celebrações serão realizadas entre os dias 25 de setembro e 04 de outubro e tem como um de seus objetivos, apresentar a pessoa de São Francisco de Assis e o seu carisma, já que esta é a primeira vez em que os fiéis desta paróquia, que antes estava sob a administração da diocese, participam das solenidades franciscanas. Por esta razão, a comunidade está muito envolvida e feliz com a preparação. A novena, que será iniciada no dia 25 deste mês, será celebrada sempre às 19h30. Em 03 de outubro, as Santas Missas serão celebradas às 07h e às 19h30, posteriormente à realização do Trânsito de São Francisco (que também será feita pela primeira vez na Paróquia). Atualmente, uma equipe de pedreiros está trabalhando na reforma do presbítero da igreja para que tudo esteja pronto até a novena. No último dia, 04 de outubro, a comunidade paroquial poderá levar os bichinhos de estimação para a Bênção dos Animais às 9h. A Eucaristia das 19h30 será presidida pelo Vigário Geral da Arquidiocese da Paraíba, Luís Junior. Na ocasião, serão realizadas também a instituição de novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão. Leia mais sobre a Paróquia Santo Antônio do Menino Deus clicando aqui. -
O Amor é a única riqueza necessária das primeiras clarissas
Clara tinha uma irmã chamada Catarina que acompanhou de perto sua saída do espaço da família para o espaço sagrado de São Damião. Quando a vontade de Deus é maior, não há projeto de família que segure. É mais uma que deixa os Offreducci Favarone para estar mais perto do Amado. Os passos de Clara deixam trilhas de seguimento. A família que um dia quis buscar Clara, vai também buscar Catarina. Não há força humana que possa arrastar uma força divina que está numa mulher. Catarina permanece com Clara. Francisco de Assis muda o nome de Catarina para Agnes, isto é, Inês. Derivado de agnella (cordeiro, ovelha). Junto às filhas de Favarone, vão morar Pacífica de Guelfuccio, Beatriz, irmã de Clara, e Hortolana, sua mãe. Narra Clara de Assis em seu Testamento, “Depois que o Altíssimo Pai celestial, pouco depois da conversão do nosso bem-aventurado Pai São Francisco, se dignou iluminar-me o coração para que, seguindo-lhe o exemplo, fizesse penitência, segundo a luz da graça que o Senhor nos comunicou através da sua vida maravilhosa e da sua doutrina, prometi-lhe voluntariamente obediência juntamente com as poucas Irmãs que o Senhor me tinha dado, logo depois da minha conversão. Vendo o bem-aventurado Francisco que nós, embora frágeis e fisicamente sem forças, não recusávamos nenhuma privação, pobreza, trabalho, tribulação, nem humilhação ou o desprezo do mundo, e até julgávamos tudo isso as maiores delícias, como dos seus frades, alegrou-se muito no Senhor. E, movido de piedade para conosco, assumiu o compromisso, por si e por sua Ordem, de ter sempre por nós o mesmo cuidado diligente e a mesma atenção especial que tinha para com os irmãos. E assim, por vontade de Deus e do nosso bem-aventurado pai Francisco, fomos morar junto da igreja de São Damião, onde em pouco tempo o Senhor nos multiplicou por sua misericórdia e graça, a fim de que se cumprisse o que tinha predito por seu santo. Pois, antes tínhamos morado em outro lugar, embora por pouco tempo” (TestC 24-32). Em São Damião, Clara começa com a força comum da convivência. Entra no lugar despojado, um eremitério que mais tarde torna-se mosteiro. Um novo e forte modo de vida para a relação com Deus no modo contemplativo. Um silêncio de Amor, uma vontade de viver apenas no Amor por Ele. Por vontade de Deus e de Francisco, Clara e suas primeiras Irmãs ocupam o sagrado espaço de São Damião. A pobreza do lugar e a Pobreza escolhida pelas primeiras Clarissas revelam que o Amor é a única riqueza necessária. Elas tem como referência o Evangelho e uma confiança na Providência que as levam a abandonar-se nas mãos do Senhor. A Pobreza é sinal de amor exclusivo ao Amado; um amor que se alimenta de silêncio, reverência e preces, cada dia, momento a momento, por toda a vida. A Pobreza une a dimensão fraterna em extremo cuidado. Conheça a biografia de Santa Clara aqui. Leia mais sobre o seu carisma aqui. Fonte: Carisma Franciscano. Autor: Frei Vitorio Mazzuco. -
O assistente geral da FALC, Frei Carlos Trovarelli, iniciou uma visita canônica à Província São Maximiliano Kolbe
Entre os dias 26 de junho e 07 de julho, o Frei Carlos Trovarelli, assistente geral da Federação dos Frades Menores Conventuais da América Latina e Caribe (FALC), realizou uma visita canônica à Província São Maximiliano Kolbe. Durante a sua estadia na Capital Federal, Frei Carlos visitou os conventos da Regional Centro da província: Convento São Francisco e Convento São Boaventura, ambos no conjunto do Santuário São Francisco de Assis, 915 Norte (Brasília); Convento São Marcos e São Lucas, em Ceilândia (DF); e Convento Santa Maria dos Anjos, em Santa Maria (DF). O assistente geral da FALC também esteve, entre a manhã de 27 à manhã de 28 de junho, na Casa de Formação Santa Maria dos Anjos, em Santa Maria. E, no dia 30 do mesmo mês, compareceu ao Seminário Maior de Pós-Noviciado São Francisco de Assis, em Brasília. As visitas fraternas foram ocasião de muita alegria e aprendizado intergeracional, manifestados nos diversos momentos que o encontro propôs. Você pode conferir mais detalhes clicando aqui. Frei Carlos Trovarelli junto dos pré-noviços da Casa de Formação Santa Maria dos Anjos. Ainda durante o período que esteve na Província, o Frei Carlos participou do Encontro de Guardiães, em que assistiu todas as conferências dos cinco dias do evento e apresentou uma síntese aos participantes sobre os critérios que a ordem exige dos guardiães, como você pode conferir clicando aqui. No sábado, 07, último dia de sua visita, Frei Carlos participou da Profissão dos Votos Solenes de seis frades da Província, conforme noticiamos aqui. Visita Canônica Em sua passagem por nossa província, o assistente geral da FALC acompanhou diversos momentos diferentes da rotina religiosa franciscana e, com eles, pode compreender a maneira como os frades vivem a Missão, o Evangelho e o Carisma da Ordem. Frei Carlos também pode compartilhar, em fraternidade, de sua experiência e supervisão. Com certeza, foram dias frutíferos. Durante o Encontro de Guardiães, Frei Carlos concedeu uma entrevista à equipe de comunicação da Cúria Provincial São Maximiliano Kolbe, falando do significado da Visita Canônica e o que é solicitado a ele pela ordem para averiguar durante as suas viagens. Confira a seguir: -
O coração do amigo chamado Jesus
Mês após mês, na primeira sexta-feira, temos o hábito prazeiroso de nos colocar diante de Jesus, vivo e ressuscitado, contemplado, de modo especial, com seu coração aberto, fonte de um bem querer sem limites. Ora, determo-nos do Coração do Senhor é extasiar-nos diante de seu amor que vai até o fim. Contemplando o peito aberto, vemos a concretização de um louco amor. “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando. Já não vos chamo de servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo de amigos porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15, 13-15) Jesus, nas páginas dos evangelhos, tem muitos títulos: pastor, caminho, verdade, ungido. Quando nos damos conta do amor de Jesus que dá a vida no alto, temos certeza de que Ele conquistou um novo título: nosso amigo. Não nos chama de servos, empregados, subalternos, súditos. Quer que sejamos seus amigos. Conquista-nos dando-nos sua vida. Ele vem do Mistério que é uma fornalha de amor. Enviado pelo Pai veio revelar, sussurrar aos nossos ouvidos, as ternuras do Pai. O Jesus do quarto evangelho quer ser o Amigo. Não existíamos. Viemos do nada. Nossos pais se encontraram e nascemos com as marcas do Infinito. Carregamos em nós a imagem daquele nos inventou. Sempre tivemos sobre nós o olhar do Mistério. Chamemo-lo assim de Mistério. Aquele que não sabemos descrever, mas que faz com que em nosso interior haja o palpitar de seu amor. Que vive perto, mais perto de nós do que somos a nós mesmos. Jesus, o revelador, o amigo que segreda intimidade à nossa intimidade, aquele que coloca sede na garganta da mulher da Samaria, pressa nas pernas de Zaqueu, lágrimas benditas nos olhos de Pedro depois da traição, aquele que salva a mulher pecadora das pedras dos falsos justos. Nada de imposição. Ele vai chegando, de seu jeito, Ressuscitado e dizendo que somos seus amigos, mesmo nos momentos de fragilidade, no coração de uma aventura conjugal com luzes e sombras, no tecido complexo da história e da arte de viver. Ele, ressuscitado, é nosso Amigo. “Cristo não é só o Senhor que salva, mas o amigo próximo que compreende e acompanha. A teologia atual sublinha a importância de um Cristo amigo numa época em que não poucos experimentam a solidão existencial. São vários os cristólogos que chamam atenção para esta frase que, segundo Mateus, resume a atuação de Jesus: ‘Não quebrará o caniço rachado, nem apagará o pavio que ainda fumega’” (Mt 12,20) (Pagola, João, p. 160). Fonte: Franciscanos. -
O Evangelho como ponto de partida
Francisco parte do Evangelho para reconstruir a vida e parte da vida para confrontar-se com o Evangelho. Esta opção e escolha não seria apenas viver o Evangelho e acolhê-lo em sua vida, mas também anunciá-lo aos seus irmãos. Novamente, em seu Testamento, Francisco escreve: “E depois que o Senhor me deu irmãos, o Senhor mesmo me revelou que eu devia viver segundo a forma do Santo Evangelho” (Test 4,14).Francisco tinha clareza quanto à sua missão: o primeiro movimento é acolher a palavra de Deus, embeber-se dela, aprofundá-la na vida, confrontar-se com ela, para ser luz no caminhar e vigor no viver. E depois, levá-la e transmiti-la ao povo de Deus. E assim, seu dinamismo missionário impele-o a ir ao encontro de todos os homens. Diante do envio e da missão, ele sente a paixão que tem pelo anúncio da Boa Nova.Ele sente a vocação missionária a que Deus o chamou e sente-se feliz e realizado em ser o bom samaritano a difundir esta mensagem, não só aos leprosos, mas à humanidade toda. Este artigo é o terceiro da série do site Franciscanos para o Mês da Bíblia: O Evangelho pautou a vida de São Francisco de Assis. Fonte: Franciscano. Autor: Frei Atílio Abati. Extraído do livro “Francisco, um encanto de Vida”, Editora Vozes. -
O fim de semana foi de muitos encontros para a equipe do Serviço de Animação Vocacional
Continuando as atividades do Mês Vocacional (entenda mais aqui), o Serviço de Animação Vocacional (SAV) em nossa província teve outro fim de semana de muitos trabalhos. Novamente, a equipe do SAV teve de se dividir em grupos para atuar em todos os encontros. No sábado e no domingo, estiveram em Uruaçu (GO) e no domingo em Niquelândia (GO). Na cidade de São Sebastião (DF), também no domingo, quem representou o SAV foram os pré-noviços do Seminário de Pré-Noviciado de Santa Maria dos Anjos. Uruaçu No sábado e no domingo, 25 e 26 de agosto, alguns frades do SAV estiveram na cidade de Uruaçu (GO) participando do encontro vocacional "Ide”. Sendo realizado no Seminário Diocesano de São José, o encontro foi promovido pelo SAV da Diocese de Uruaçu e proporcionou aos jovens um contato maior com os franciscanos, que lhes apresentaram o carisma de nossa Ordem. Este encontro contou também com a presença de outras congregações e membros de comunidades de vida. Nesse ambiente fraterno, os jovens puderam conhecer os diversos carismas, bem como tirar dúvidas e se dedicara à oração e à partilha. Participaram das atividades os Freis Beneval Soares (OFMConv). e Marcelo Borges (OFMConv). Niquelândia No domingo, 26, parte da equipe do SAV esteve na cidade de Niquelândia (GO), também da Diocese de Uruaçu. Foi realizado no Santuário São José, um encontro vocacional misto promovido pela paróquia. Esse encontro, que se destacou por sua simplicidade, aconteceu durante o período da manhã e teve como objetivo do apresentar o carisma franciscano, bem como o teor da vida religiosa enquanto seguimento radical de Jesus Cristo. Durante o encontro, foi tratado com os participantes as questões que envolvem as diversas vocações dentro da Igreja. Os jovens mostraram-se muito interessados, expressando um forte desejo em descobrirem a sua vocação. O encontro foi concluído ao meio-dia. Estiveram presentes neste encontro os Freis Josimar Mendes (OFMConv), Luís Ventura (OFMConv) e Ricardo Elvis (OFMConv). São Sebastião Ainda no domingo, representando a equipe do SAV, os pré-noviços do Seminário Maior de Pré-Noviciado Santa Maria dos Anjos, que fica em Santa Maria (DF), estiveram na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em São Sebastião (DF), para participar do Despertar Vocacional Paroquiano. O encontro teve o intuito de auxiliar os jovens no processo de discernimento vocacional e foi marcado pela partilha e convivência fraterna. Os pré-noviços André Moreira, Diogo Kennedy e Felipe Sampaio falaram aos participantes sobre o modo de ser livre no movimento do Espírito, já que o é o Espírito Santo que santifica e ilumina cada católico e católica a respeito de sua própria vocação. Confira mais fotos na galeria! Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV aqui. -
O profeta e o seu Evangelho
Francisco teve com o Evangelho uma intimidade difícil de se compreender. Amava o Evangelho, mas ele não teria sido Francisco, se seu amor não tivesse desejado possuir o próprio livro. A magnífica Bíblia da Idade Média, com os maravilhosos textos desenhados em letras elegantes, tinha para ele algo de sagrado. Já foi, de per si, um rito religioso, quando ele, com seus dois companheiros, entrou na pequena igreja de São Nicolau e lá abriu o livro sobre o altar, manifestou-se ali uma forma de respeito que, em nosso tempo, impregnado de obras tipográficas, se tomou impossível: o respeito pela palavra manuscrita. Com isso, adquirem um sentido mais profundo em certas ações aparentemente mágicas. Nas cartas que ditava, não permitia Francisco que se riscasse uma letra, mesmo que fosse um erro de ortografia. Recolhia com o mesmo respeito em qualquer pedacinho de pergaminho que encontrava no chão. Perguntaram-lhe, certa vez, por que tinha tanto cuidado até mesmo com obras de autores pagãos. A resposta tem um quê surpreendente, “Porque nelas se encontram as letras que compõem o glorioso nome do Senhor”. Por umas cinco vezes insiste ele, em suas cartas, em que se devem guardar respeitosamente as palavras do Evangelho, onde quer que sejam encontradas. Francisco sentia o alcance psicológico desse simbolismo. “Devemos cuidar de tudo que encerra Sua Palavra sagrada. Assim ficamos profundamente compenetrados da sublimidade do nosso Criador e de nossa dependência em relação a Ele”, escreverá mais tarde ao Capítulo de seus irmãos. A verdadeira dificuldade de se compreender como Francisco lia a Bíblia, não se encontra na cultura medieval. O que é difícil compreender é o fato raro de a Bíblia ser lida aqui por um homem que era como ela o desejava. Ele não tinha necessidade dum comentário que a suavizasse. Com heróica abertura, Francisco aceitava o texto ao pé da letra, pois este já há muito o havia empolgado. Talvez tenha ele, alguma vez, explicado a Bíblia de uma maneira por demais rigorosa – nunca, porém, branda demais. Devemos perguntar se a concepção de Francisco a respeito da Bíblia ainda vale para nós. Em cada mudança religiosa na história, encontra-se o homem diante da pergunta: que é propriamente autêntico na Bíblia e que é que se conseguiu descobrir com o correr do tempo? E em cada período são sempre os grandes cristãos que, da forma mais pura, reconhecem a autenticidade. Não se requer uma visão genial para se descobrir o que corrigir num texto ou apontar alguns cantos carcomidos numa estrutura eclesiástica antiquada. Quando se trata, porém, de valores eternos, é absolutamente necessária uma visão de fé. Não é tão estranho que um homem como Francisco, que se afastara, por assim dizer, da própria cultura para viver o Evangelho até às últimas consequências – que este Francisco tenha descoberto algo que sobrepuja qualquer cultura. As grandes personalidades não estão à frente de seu tempo, estão acima dele. Este artigo é o segundo da série do site Franciscanos para o Mês da Bíblia: O Evangelho pautou a vida de São Francisco de Assis. Via: Franciscanos. Extraído do livro “Francisco de Assis, Profeta de Nosso Tempo”, Editora Vozes. Autor: Por N.G. Van Doornik. -
O que se diz a respeito de Francisco?
Alguns depoimentos sobre Francisco e aquilo que o fazia viver. Poucos depoimentos que nos ajudam a ir completando o perfil de Francisco. Humanista e humorista: Francisco ao longo de sua vida foi um fenômeno de massa, certamente por seu estilo evangélico, mas também porque era um gênio em termos de comunicação. Captava imediatamente as necessidades e expectativas de quem dele viesse se acercar. Tinha um inato sentido para o espetáculo. Era um artista. Nos tempos de sua juventude cantava pelas ruas e participava das serestas com seus amigos. Depois de sua conversão costumava expressar-se na pregação com movimentos corporais e gestos semelhantes aos dos trovadores e jograis. Se em sua juventude havia sonhado ser cavaleiro, servindo-se da linguagem cavalheiresca da época, depois de sua conversão continuava empregando um vocabulário de palavras e imagens muito diversas da linguagem religiosa habitual. Falava de seus frades como cavaleiros da Távola Redonda, da pobreza como uma noiva. Às vezes pregava com a linguagem de cantigas de amor em voga na época, transformando-as, dando-lhe um sentido religioso. Conseguiu superar a dicotomia entre sagrado e profano, laical e clerical, linguagem profana e linguagem eclesiástica. Certa vez, ante suas admiradoras do sexo feminino, improvisou uma pregação feita apenas de gestos. Sua conversão ao Evangelho não tirou dele este aspecto jovial e festivo. Ao contrário, chegou mesmo a potenciá-lo. Para ele, Deus era uma festa e dançava quando dele se aproximava ou d’Ele falava. Sua própria vida era permanentemente uma celebração litúrgica pelos campos e nas cidades. Para ele, a natureza era o templo visível da divindade onde ele celebrava espontaneamente a liturgia cósmica. Inventou um estilo novo de encarnar o Evangelho unindo intimamente a coerência da mensagem de Jesus com seu jeito jovial e festivo. A santidade com a poesia. O humanismo com o humorismo. A religião com a estética. Conseguiu revestir o cristianismo de alegria. Seu estilo de vida tão original foi bem captado pelas multidões que sempre sabem descobrir o essencial da vida. (José Antonio Merino, Encarte de Vida Nueva n. 2263) Francisco e o Papa Francisco: Tomei o nome de Francisco por guia e inspiração no momento da minha eleição para bispo de Roma. Acho que Francisco é o exemplo por excelência do cuidado pelo que é frágil e por uma ecologia integral, vivida com alegria e autenticidade. É o santo padroeiro de todos os que estudam e trabalham no campo da ecologia, amado também por muitos que não são cristãos. Manifestou uma atenção particular pela criação de Deus e pelos mais pobres e abandonados. Amava e era amado por sua alegria, a sua dedicação generosa, o seu coração universal. Era um místico e um peregrino que vivia com simplicidade em uma maravilhosa harmonia com Deus, com os outros, com a natureza e com si mesmo. Nele se nota até que ponto são inseparáveis a preocupação pela natureza, a justiça para com os pobres, o empenhamento na sociedade e a paz interior. (Laudato Si’”, 10). Não era isso que fazia Francisco viver? Em torno dos estigmas: Estigmas, sinais de um desejo de privação de toda posse: Aquele que tem as mãos estigmatizadas não pode mais assenhorear-se do mundo como antes. Aquele cujos pés estão estigmatizados não pode mais caminhar pela terra como conquistador e dominador. Aquele tem o lado atingido não pode mais ocultar seus dons na caixa torácica, nem mesmo seus ressentimentos e remorsos. O pássaro da liberdade encontra uma fresta para se lançar livremente por montes e vales. O homem que assim se reconhece, atingido em sua carne, nada tem de próprio, distribui os bens. A natureza é reencontrada em inédito esplendor. A fraternidade originária esconde o ardor divino que o provoca. Estigmas, forma de pregação - Os estigmas constituem uma forma de pregação quando os lábios emudecem. Os estigmas constituem um foco para a palavra do silêncio, aquela que se submete a todas as criaturas para melhor ser atendida. Os estigmas são os lábios e pálpebras da carne que revelam e contemplam as profundezas no momento em que tudo se cala, onde o ambiente manda que se cale, onde acontece a cegueira e não um mero mal enxergar. Quando o contencioso com os frades se torna mais forte, que o destino da Fraternidade franciscana parece incerto, quando o Evangelho corre o risco de ser uma utopia ou simplesmente um ingênuo sonho, Francisco toma a decisão de subir o Alverne e viver intensa solidão. Finalmente, no silêncio do intercâmbio misterioso, acontece um face a face, a partilha de sofrimento do amigo com o Amigo. Nada podemos dizer. Simplesmente meditar em nosso coração. Via: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães (OFM). Fontes: Bernard Forthomme, Par excès d’amour. Les stigmates de François d’Assise, Ed. Franciscaines, Paris 2004, p 28-29 -
O Serviço de Animação Vocacional participou de muitos encontros para divulgar o carisma franciscano
Durante o último fim de semana, entre os dias 28 e 30 de setembro, os membros do Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Província participaram de diversas atividades pelas cidades de Brasília. No sábado, participaram de um encontro na Granja do Torto e também realizaram visitas na casa dos vocacionados. No sábado e no domingo, estiveram presentes no Encontro Formativo da Pastoral Vocacional, em Goiânia (GO). Confira as atividades abaixo! Goiânia Na sexta e no sábado, outros frades do SAV participaram Encontro Formativo da Pastoral Vocacional do Regional Centro-Oeste da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O encontro foi realizado no Centro Pastoral Dom Fernando, em Goiânia (GO) e teve como objetivo apresentar o texto-base do IV Congresso Vocacional do Brasil e atuar como preparação para o Pré-Congresso Regional Vocacional. O assessor do encontro, o Padre Geraldo Tadeu (RCJ), apresentou o texto-base a partir do método ver-julgar-agir, que é uma via metodológica-teológica instaurada pelo Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM). O principal tema tratado no texto-base é a criação de uma cultura vocacional na Igreja, ou seja, todos os cristãos e cristãs batizadas são responsáveis pela dimensão vocacional dentro da eclesiologia. Durante a explanação do primeiro passo – ver- o religioso demonstrou que, para a fundamentação desta cultura, o texto apresenta uma leitura dos tempos atuais nos quais os jovens e as jovens estão imersos, bem como a fixação no descartável, as situações de não comprometimento e a ausência da perspectiva de futuro. Todos estes problemas atingem, diretamente, a Igreja. No segundo passo - julgar, o Padre Geraldo demonstrou que tudo precisa partir do pressuposto evangélico, ou seja, precisamos crer, principalmente os animadores e as animadoras vocacionais, que todas as coisas acontecem da ação de Deus na vida desta juventude. E, ao mesmo tempo em que os jovens e as jovens estão imersas nesta cultura, eles e elas também anseiam por coisas sublimes. Assim, aqueles e aquelas que estão na Pastoral Vocacional, precisam atuar como um solo de escuta, acompanhamento e acolhida, expressando as muitas possibilidades e caminhos diferentes dos atrativos modernos e mundanos. A partir disto, pode-se criar uma caminhada para a vocação alicerçada em Jesus numa espécie de antropologia vocacional, em que vocação é uma realização humana daqueles e daquelas que se disponibilizam a viver o evangelho. Diante dos comportamentos hodiernos de coisificação e descarte do ser humano, a Pastoral pode proporcionar uma antropologia evangélica. Tem-se neste agir, a criação de uma Cultura Vocacional. A Pastoral é considerada agora um Ministério da Igreja que pode desenvolver uma iniciação cristã baseada nos sentimentos evangélicos. Granja do Torto No sábado, a equipe do SAV participou do Despertar Vocacional Vicariato Norte da Arquidiocese de Brasília, realizado na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Granja do Torto (DF). O evento, cujo tema fora “Seduziste-me Senhor, e eu me deixei seduzir”, foi dedicado à apresentação de carismas; matrimonial, sacerdotal, religioso e de comunidades de vida. Pela manhã, os frades, juntamente dos religiosos, religiosas e seminaristas que participaram do Despertar, visitaram diversas paróquias da região para realizar um momento de animação vocacional com jovens catequizandos. No período da tarde, os membros do SAV fizeram uma exposição aos participantes da Missão Vocacional sobre a espiritualidade franciscana vivida no carisma. Visita aos familiares Ainda no sábado, outros integrantes do SAV visitaram as famílias dos vocacionados candidatos ao ingresso na nossa Ordem no ano que vem. Esta missão é uma etapa importante no processo de discernimento vocacional desses jovens, tendo em vista que seja necessário que, não somente o jovem conheça a nossa vida ao participar dos encontros vocacionais, mas também que nós, indo ao encontro de sua família, conheçamos um pouco da realidade de sua vida familiar, ao passo que os seus familiares passam a nos conhecer também. As visitas acontecem também para esclarecer dúvidas e a sua realização é motivo de alegria tanto para os religiosos quanto para os vocacionados e os seus familiares. Dizia o nosso Pai São Francisco que a mãe e o pai de um frade é mãe e pai de todos os demais frades e, nesse sentido, essa visita acontecesse: mostrando aos pais que não estão perdendo seus filhos, mas que estão ganhando muitos outros e se tornado parte da grande família franciscana! Leia mais sobre outros encontros vocacionais do SAV aqui. Confira as fotos na galeria! RCJ = Rogacionistas do Coração de Jesus. -
Ordenação diaconal dos irmãos de nossa Província
A Província São Maximiliano Kolbe do Brasil, da Ordem dos Frades Menores Conventuais, convida a todos e a todas para as Celebrações Eucarísticas nas quais serão ordenados diáconos, os seguintes irmãos: Frei Beneval Soares Bomfim (OFMConv); Frei Francisco Ferreira da Silva (OFMConv); Frei Geraldo Leite da Silva Junior (OFMConv); Frei Marcus Orlando Figueiredo Pinto (OFMConv); Frei Maykon Anderson de Oliveira Silva (OFMConv); Frei Paulo Arante Rodrigues (OFMConv); Frei Wagner da Silva Faustino (OFMConv). Celebrações Serão ordenados diáconos, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Leonardo Ulrich Steiner, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Brasília, os nossos irmãos: Frei Beneval Soares Bomfim (OFMConv); Frei Francisco Ferreira da Silva (OFMConv) Frei Geraldo Leite da Silva Junior (OFMConv); Frei Marcus Orlando Figueiredo Pinto (OFMConv); Frei Maykon Anderson de Oliveira Silva (OFMConv). ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado, 15 dezembro às 10h. Paróquia São Marcos e São Lucas EQNP 09/13 Área Especial EFGH Ceilândia (DF) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook. Será ordenado diácono, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Manoel Delson (OFMCap), Arcebispo da Paraíba, o nosso irmão: Frei Wagner da Silva Faustino (OFMConv) ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado 22 de dezembro às 10h Santuário Nossa Senhora da Conceição Av. Dom Vital - Centro Pedras de Fogo (PB) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook. Será ordenado diácono, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Fernando Barbosa dos Santos (CM), Bispo da prelazia de Tefé, o nosso irmão: Frei Paulo Arante Rodrigues (OFMConv). ‘‘Estou no meio de voz como aquele que serve’’ (Lucas 22,27) Sábado 05 de janeiro às 10h Paróquia Santo Antônio Rua Minas Gerais, S/N Tefé (AM) Clique aqui e confirme presença no evento no Facebook.