franciscanos conventuais

  • Ordenação Presbiteral dos frades de nossa província
    Será celebrada em 08 de dezembro deste ano, às 10h no Santuário São Francisco de Assis, em Brasília (DF), a Santa Missa na qual serão ordenados presbíteros, pela imposição das mãos e prece de ordenação de Dom Levi Bonatto, Bispo Auxiliar de Goiânia (GO), os nossos diáconos: Frei Décio Sousa da Cruz (OFMConv); Frei Adailton Borges Gomes Jr (OFMConv).   Confirme presença em nosso evento no Facebook clicando aqui.    Os neo-presbíteros celebrarão as primeiras missas nos seguintes dias e horários. Frei Décio Sousa da Cruz: "Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo" (Mt 10,7). Dia 09/12 10h: Paróquia Santa Clara, Anápolis - GO. Dia 16/12 (ainda sem horário definido): Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, Salvador - BA   Frei Adailton Borges “Seduziste-me Senhor e eu me deixei seduzir” (Jr 20,7). Dia 09/12 às 10h: Paróquia São Maximiliano, Águas Lindas - GO. Dia 23/12 às 7h30: Comunidade Santo Antônio, Candeias - BA
  • Os mártires da Argélia serão beatificados em 08 de dezembro
    Foi anunciado nesta sexta-feira, 14, pela Igreja na Argélia que o bispo Pierre Claverie e seus 18 companheiros, incluindo os sete monges cistercienses de Tibhirine, serão beatificados em 8 de dezembro na Basílica de Santa Cruz, em Oran. A data entrará para a história da Igreja argelina, dia escolhido para relembrar a beatificação dos 19 mártires, religiosos e religiosas francesas assassinados na década de 1990, tempos sombrios para a Argélia. Os bispos argelinos falam em um comunicado de uma "grande alegria" e uma "boa notícia". Deve-se dizer que o caminho foi longo, pois a Causa da Beatificação foi aberta em 2006, em Argel. 21 anos após o assassinato, seis religiosas e onze monges, incluindo os 7 cistercienses de Tibhirine, tiveram seu martírio reconhecido. Em janeiro, o Santo Padre aprovou a promulgação dos decretos da beatificação.   Década sombria para a Argélia Esta beatificação diz respeito a um total de 19 pessoas consagradas, alguns deles bem conhecidos, como o irmão Christian de Chergé ou Dom Pierre Claverie. Os nomes dos outros religiosos e religiosas são menos familiares ao grande público. Os monges de Tibhirine foram sequestrados em março de 1996, no mosteiro Nossa Senhora do Atlas, Argélia. Somente suas cabeças foram encontradas poucos meses mais tarde. As seis religiosas, foram mortas nesta mesma década, em 1994 e 1995, na capital, Argel. Dom Pierre Claverie, Bispo de Oran, foi assassinado em 1º de agosto de 1996 com a explosão de uma bomba em frente ao bispado. Ele tinha 58 anos de idade. Esses mártires que viveram a serviço do povo argelino serão homenageados em nome das milhares de vítimas, principalmente muçulmanas, da guerra civil dos anos 90.   Fonte: Vatican News.
  • Outubro: mês missionário
    Em outubro, a Igreja celebra o mês missionário em memória de Santa Teresinha do Menino Jesus (que tem a sua festa no primeiro dia do mês) que é reconhecida pela Igreja como a padroeira das missões. Este é o momento dos cristãos e das cristãs de colaborarem com as missões no mundo. Esse ano, o tema do mês, reforça a importância do discurso das Bem-Aventuranças, “Felizes os que promovem a Paz” (Mt 5,9). Na Mensagem deste ano para o Dia Mundial das Missões, instituído pelo Papa Pio XI em 1926, o Papa Francisco destaca “Todo homem e toda mulher é uma missão e essa é a razão pela qual se vive na terra ser atraídos e enviados. Cada um de nós é chamado a refletir sobre esta realidade, ‘Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo’” (papa Francisco, Evangelii gaudium, 273). Para colaborar de forma concreta com as missões, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) prepararam várias ações e um rico material que vai ajudar as comunidades a trabalharem a temática. Destacamos três deles: 1 – Rezar pelas missões e missionários 2 – Ir ao encontro dos que mais necessitam 3 – Contribuir com a coleta em favor da evangelização dos povos. Saiba mais clicando aqui.   Oração do Mês Missionário 2018 Deus Pai, Filho e Espírito Santo, nós Vos louvamos e bendizemos pela Vossa comunhão, princípio e fonte da missão. Ajudai-nos, à luz do Evangelho da paz, testemunhar com esperança, um mundo de justiça e diálogo, de honestidade e verdade, sem ódio e sem violência. Ajudai-nos a sermos todos irmãos e irmãs, seguindo Jesus Cristo rumo ao Reino definitivo. Amém.   Fontes: Canção Nova, CNBB e Rádio Canção Nova.
  • Padroeiro da Província: 14 de agosto – São Maximiliano Maria Kolbe
    Filho de Júlio Kolbe e Maria Dabrowska, Raymond Kolbe nasceu em 8 de janeiro de 1894 na cidade de Zdunska Wola, na Polônia. Maximiliano veio de uma família de pobres operários, mas que eram muito religiosos e isso o fez ingressar ainda novo, aos treze anos de idade, no Seminário Franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais. Rapidamente demonstrou forte vocação à vida religiosa, sendo um estudante que deixou marcas pela mente brilhante e por ser muito atuante, apesar da pouca idade. Ao ser enviado para terminar sua formação em Roma manifestou sua profunda devoção à Virgem Maria quando fundou um apostolado mariano ao qual deu o nome de "Milícia da Imaculada". Demonstrava então o seu desejo de conquistar o mundo inteiro a Cristo por meio de Maria Imaculada. Terminou seus estudos na cidade de Roma. Lá, recebeu o sacramento da ordem em 1918. Nessa ocasião, assumiu o nome religioso de Maximiliano Maria, em homenagem a São Maximiliano e a Nossa Senhora. Depois de ordenado, empenhou-se no apostolado através da imprensa e pôde, assim, evangelizar em muitos países, isto sempre na obediência às autoridades, tanto assim que deixou o fecundo trabalho no Japão para assumir a direção de um grande convento franciscano na Polônia. Com o início da Segunda Grande Guerra Mundial, a Polônia foi tomada por nazistas e, com isto, Frei Maximiliano foi preso duas vezes, sendo que a prisão definitiva, ocorrida em 1941, levou-o para Varsóvia, e posteriormente, para o campo de concentração em Auschwitz, onde no campo de extermínio heroicamente evangelizou com a vida e morte. Aconteceu que, diante da fuga de um prisioneiro, dez pagariam com a morte. Um dos dez sorteados era Francisco Gajowniczek que, ao ter conhecimento disto, desesperadamente, caiu em prantos, “Minha mulher, meus filhinhos! Não os tornarei a ver!”. Movido pelo amor que vence a morte, São Maximiliano Maria Kolbe dirigiu-se ao Oficial e decidiu que deveria morrer no lugar daquele pai de família e assim se identificou, “Sou um Padre Católico”. O comandante concordou. Os soldados alemães despiram, então, São Maximiliano e os outros nove. Depois, prenderam eles numa cela escura, húmida e pequena. Ali, os dez prisioneiros ficaram sem água e sem alimentos para morrerem aos poucos. Duas semanas depois, Kolbe, acostumado aos jejuns e pela força da oração, ainda sobrevivia e, com ele, ainda restavam outros dois. Os soldados, querendo que desocupassem logo a cela, aplicaram neles injeções letais e, desta maneira, São Maximiliano morreu em 14 de agosto de 1941. Em 1971, o Papa João Paulo II celebrou a beatificação de São Maximiliano Maria Kolbe e, em 1982, o mesmo Papa celebrou a sua canonização. Nessa ocasião, o pontífice deu a ele o título de "Padroeiro do nosso difícil século XX" e mártir da caridade. Na cerimônia em que Padre Kolbe foi canonizado, Francisco Gajowniczek estava presente e testemunhou a coragem e o amor daquele Padre Franciscano que se ofereceu para sofrer e morrer em seu lugar. Por seu intenso apostolado, é considerado o patrono da imprensa.     Fontes: Canção Nova, Cruz Terra Santa e Franciscanos
  • Paróquia de Nossa Senhora de Fátima e Dom Frei Agostinho são homenageados em Juruá
    Neste fim de semana, entre os dias 03 e 05 de agosto, aconteceu em Juruá (AM), o VII Festival Folclórico que, na edição deste ano, homenageou a Paróquia de Nossa Senhora de Fátima. Foram momentos de muita alegria e emoção na festa que celebrou os 47 anos de fundação da paróquia, relembrando a obra de Dom Frei Agostinho e de todo o trabalho realizado durante a Missão Amazônia na região. O Frei Flávio Amorim, pároco e missionário da Amazônia, contou que o festival foi muito significativo para a obra da missão e de Dom Frei Agostinho, “ele que teve coragem de vir e compartilhar o carisma franciscano por estas terras. Se estamos aqui e já podemos colher alguns frutos, foi graças aos frades que vieram, mas principalmente por Dom Frei Agostinho. E aqui está o grande significado dessa festividade para a nossa missão: o reconhecimento do trabalho de tudo o que frades conventuais fizeram em Juruá”, explicou o Frei Flávio.   E, para solenizar não somente os 13 anos da presença franciscana em Juruá, mas também os 70 anos de entrada na ordem e os 60 anos de ordenação do Cavaleiro da Imaculada (clique aqui e leia mais sobre estas datas noticiadas no site), foram preparadas diversas homenagens e apresentações pelos Grupos Folclóricos Encanto Azul e Cheiro da Mata e pela Pastoral da Juventude (PJ) da comunidade. Grupos homenagearam os 47 anos de fundação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e a obra de Dom Frei Agostinho.   Em um verdadeiro espetáculo, o assunto escolhido pelo grupo Encanto Azul foi “Celebração”, tema esse que foi posto em prática numa grande solenidade que tratou da memória da Paróquia desde a sua fundação, ainda em 1971. Iniciando a sua apresentação com uma pequena procissão guiada pela imagem de Nossa Senhora de Fátima e ao som do brado “Viva Nossa Senhora de Fátima”, eles ainda fizeram uma demonstração da luta por território entre os macacos Guariba e Prego, finalizando com o Ritual Indígena. O grupo folclórico Encanto Azul cantou o brado "Viva Nossa Senhora de Fátima" em ação de graças à Padroeira da Paróquia.   Já o grupo Cheiro da Mata expôs o tópico “Juruá: minha terra, minha gente”, fazendo uma crônica sobre toda a história da cidade e de seu povo: dos ribeirinhos que são compostos, principalmente, por seringueiros que vieram dos estados do Nordestes durante o ciclo da borracha; e dos indígenas, em especial às tribos dos Kanamari, que viveram na região, e dos Madija Kulina que, até hoje, lutam por sua sobrevivência. Para versar estas narrativas, os integrantes do Cheiro da Mata contaram a lenda do Sapo e do Boto-Cor-deRosa, tendo como ponto de partida a chegada do cavaleiro da Imaculada. Em um relato emocionante, o jovem Sabóia recordou, com muito carinho e gratidão, a trajetória do frade pioneiro e missionário até sua vinda para a cidade. Foram utilizados quadros da padroeira e de Dom Frei Agostinho como cenário, sendo acompanhados pela Paróquia ao fundo. Tratando de tradições e lendas folclóricas, o grupo Cheiro da Mata contou a história de seu povo e da Paróquia.   Em sua apresentação, a quadrilha da PJ fez a trouxa a montagem “Juruá: terra de festa e fé”, em que fez uma abordagem sobre a história da Paróquia com enfoque à chegada do missionário da amazônia. Para compor esta narrativa, assim como o grupo anterior, os jovens e as jovens utilizaram como cenário a quadros do frade de Nossa Senhora de Fátima, tendo ao fundo a própria igreja. O pessoal da pastoral preparou também poema sobre a temática, que segue: Juruá: terra de festa e de fé Venho aqui neste lugar, para poder lhes apresentar o amor a minha terra, o meu chão e o meu lugar. A emoção é muito forte, chego a me maravilhar, pois aqui nós mostraremos a paixão por Juruá. Neste momento eu agradeço a precensa da população, pois esse povo também entende que cultura é diversão. Não poderíamos esquecer o incetivo a que nós foi dado, pelo apoio oferecido o nosso muito obrigado. Agora chegou a hora e eu começo a me arrepiar, vou falar de duas coisas que consagram Juruá. Juruá é terra festiva de que sabe se organizar, os ensaios foram constantes porque queriamos arrazar, nos figurinos mostraremos uma beleza diferencial, pois aqui nunca ouve parecida ou igual. Tudo isso tem motivo que é o maior e o central, expressar a nossa fé por meio do festival. Esse povo ribeirinho que foi o pilar do Caitaú, decidiram plantar a mão, a semente mais poderosa de que se precisa uma nação. Nesta terra chegaram gente, que vinham de todo lugar, os olhares se cruzavam e é por isso que aqui você está. O seringueiro chegou primeiro, vinham atrás de enriquecer, mais ao entrar nesta floresta foi que aprenderam que a riqueza era viver. A comunidade foi sendo criada, por nossos pais e avós, e o que começou no Paranaguá, se tornou a mais bela princesinha do rio Juruá. Aqui também chegaram os missionarios em uma missão, foram eles os precursores da nossa fé e devoção. Aqui eles chegavam, e não queriam mais voltar parecia que essa terra era o seu verdadeiro lugar, os laços eram tão fortes que pareciam ser da nossa família, e na verdade era isso mesmo pôs só a nós e que eles tinham. Alguns aqui morreram, como um destino marcado, para se tornarem santo onde mais se sentiam amado. Eu falo de D.Agostinho o humilde santo do amor, que acabou se tornando símbolo, pela historia que aqui criou. A ele devemos muito, pelo o que nos ensinou, sua missão aqui foi cumprida com muita honra e louvor. A tradição festeira mais antiga, não poderia aqui faltar, pois a verdadeira festa do povo está no meio dos arraiá. Em maio é nossa Senhora de Fátima, o festejo mais atrativo da região, em outubro é São Francisco ho santo de tradição. Aqui eu vou terminando com orgulho em me expressar, em dizer que essa quadrilha foi uma atração espectacular, trouxe história, trouxe emoção, trouxe a garra desta nação, e aqui eu me despeço na certeza desta missão.   A Pastoral da Juventude da Comunidade também participou do festival, falando da padroeira e da presença franciscana em Juruá.   Confira no vídeo alguns momentos das apresentações dos grupos folclóricos. Veja mais fotos na galeria!  Saiba mais sobre Dom Frei Agostinho aqui, acompanhe as notícias da Missão Amazônia aqui e em sua fanpage no Facebook e leia outras notícias sobre a Paróquia Nossa Senhora de Fátima clicando aqui.
  • Paróquia Nossa Senhora Aparecida: Novenário e Festa em ação de graças à Padroeira
    Na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em João Pessoa (PB), foi celebrada no início deste mês a Novena e a Festa da Padroeira. O novenário foi iniciado no dia 03, seguindo o tema central “Em Jesus, com Maria, restauremos a vida”. Durante todos os dias, foram refletidos pontos menores dentro do tema principal e, após as orações, aconteceram quermesses com comidas típicas, bingos e música. Na primeira noite, os fiéis e as fiéis contemplaram o assunto “Assumir a missão sem olhar para trás”, na segunda noite, o tema de meditação foi “Grande é a messe, mas pouco são os operários” e continuaram rezando nos dias posteriores com as asserções: Segui-lo a promover a fraternidade; Matrimônio, uma via de santidade; Misericórdia, um caminho para a Vida Eterna; Ouvintes e discípulos missionários; Senhor ensina-nos a orar; Viver; e Cremos na força da oração, como a reflexão final da novena. Já no dia da Festa da Padroeira (12), a Santa Missa foi presida pelo Frei José Nasareno (OFMConv) e contou com participação de muitos religiosos e fiéis da comunidade. Após a comunhão, todos e todas saíram em procissão com a imagem de Nossa Senhora Aparecida pelas ruas próximas à Matriz e, retornando à Igreja para a Bênção Final. A Solenidade aconteceu sob proposição “Mãe dos humildes e peregrinos”.   Como também era o Dia das Crianças, a Pastoral dos Jovens Santa Rosa de Viterbo e a Catequese Infantil, realizaram o evento “Brincando com a Mãe Aparecida”. Destinada à todas as crianças da Paróquia, na comemoração, aconteceram diversas brincadeiras. Foi um dia de muita alegria e diversão, mas também de oração e contemplação de Nossa Mãezinha Aparecida.   Clique aqui e acompanhe outras notícias da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em sua página no Facebook. Colaborou: Thony Cavalcanti. Texto Original: Joseanna Alves.  Veja mais fotos na galeria!   Saiba como foram as celebrações da Festa de Nossa Senhora Aparecida nas comunidades franciscanas. Clique aqui. 
  • Paróquia Santo Antônio do Menino Deus celebrou a festa de S. Francisco pela primeira vez
    Na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, em João Pessoa (PB), as celebrações em Ação de Graças ao Seráfico Pai foram iniciadas em 25 de Setembro com a Novena de São Francisco de Assis e tiveram como como um de seus objetivos, apresentar a pessoa de Assis e o seu carisma, já que esta é a primeira vez em que os fiéis desta paróquia, que antes estava sob a administração da diocese, participaram das solenidades franciscanas. Assim, toda a comunidade se dedicou bastante para atuar na realização. Na quarta-feira (03), por volta das 19h30, fora celebrada a Santa Missa e, posteriormente, fora realizado o Trânsito de São Francisco de Assis. Um momento de muita emoção que trouxe à reflexão daqueles e daquelas que estavam presentes, a partida deste mundo daquele que morreu em perfeita santidade. Neste dia, todos tiveram a alegre surpresa de receber o Arcebispo da Paraíba, Dom Frei Manoel Delson, que foi vestido com seu hábito franciscano para participar das celebrações.  Ontem (04), a partir das 09h, durante a Solenidade de São Francisco, foram recebidos na Paróquia os animais de estimação da comunidade para a bênção aos animais pela graça do Seráfico Pai. À tarde, os frades do Convento Nossa Senhora Aparecida partilharem um almoço para confraternizar a vida e obra do Pobrezinho de Assis.  À noite, em virtude de data tão importante ao movimento franciscano, foi finalizado o novo presbitério e instalado, o também novo, sistema de som da igreja. Às 19h30, foi celebrada a Santa Missa pelo Vigário Geral da Arquidiocese da Paraíba, Padre Luís Junior. Foram realizados ainda na Missa, a instituição de 18 novos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.   Conheça mais sobre São Francisco aqui.  Leia sobre o significado de alguns momentos de sua vida na série Vocação Franciscana, clique aqui.  Veja a Saudação do Ministro Provincial por ocasião da Festa de São Francisco de Assis aqui. 
  • Pastoral Vocacional do Brasil e CNBB preparam orações para agosto, o Mês Vocacional celebrado pela Igreja no Brasil
    Todos os anos, a Igreja no Brasil celebra o Mês Vocacional em agosto e, neste ano, os quatro domingos do mês já dispõem de sugestões de orações elaboradas pela Pastoral Vocacional do Brasil em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Para agosto de 2018, a temática é “Seguir Jesus à luz da fé” e o lema: “Sei em quem acreditei” (2Tm 2,12). “O objetivo principal é animar e reanimar as comunidades, paróquias e dioceses que rezem pelas vocações de forma especial incentivando as orações e promovendo as vocações em cada realidade e da sua maneira”, destaca o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Aparecido da Silva. Nesse contexto, cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação. No primeiro, celebra-se sacerdócio e os ministérios ordenados; no segundo, o matrimônio junto à semana da Família; no terceiro, a vida consagrada, e por fim, no quarto, a vocação dos Leigos. Cada oração tem comentário inicial, preces e oração final. O material e o cartaz já estão disponíveis. Na abertura do mês vocacional, também será lançado o texto base do 4º Congresso Vocacional do Brasil que vai acontecer de 5 a 8 de setembro de 2019, em Aparecida (SP), cujo tema será: “Vocação e discernimento”. O mês vocacional foi instituído em 1981, pela CNBB, em sua 19ª Assembleia Geral. O objetivo principal era o de conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional.   Fonte: CNBB. 
  • Pontifícia Obra da Propagação da fé, como tudo começou…
    Outubro é o mês dedicado às Missões em toda a Igreja (entenda mais aqui). Desde o ano de 1926 o Papa Pio XI instituiu o penúltimo domingo desse mês como o Dia Mundial das Missões, dedicado à oração e a ofertas em favor da evangelização dos povos. Como sabemos, a missão é de Deus, entretanto, Ele quis contar conosco como seus cooperadores nessa tarefa. Para isso, ao longo da história, tem chamado a muitas pessoas, como você e eu. Partilhamos aqui a vida de uma jovem mulher que sentiu esse apelo de Deus, deixando-se guiar pelo Espírito. Ela é Paulina Maria Jaricot, nascida em Lyon, França, em 21 de julho de 1799, em um contexto de fim de revolução, após os anos difíceis do totalitarismo de Napoleão. Era o auge da revolução industrial na França. Portanto, um período cheio de muitas tensões e inseguranças que tocava diretamente a fé, pois a Igreja passava por inúmeras e severas perseguições do Estado, em um clima liberal e ateu favorável à indiferença a Deus. Para exemplificar, as Missões Estrangeiras de Paris (MEP) só conseguiu enviar, durante esse período, apenas dois missionários para o Oriente. Nesse cenário, Paulina e seu irmão Filéias, embora tivessem uma vida segura e confortável, foram alimentados desde crianças pelas correspondências dos missionários que estavam no oriente, sobretudo na China. Ouviam os desafios enfrentados e as necessidades da Igreja para o anúncio do Evangelho, bem como sobre a realidade de sofrimento que passava aquele país do oriente, especificamente dos perigos de morte sofridos por crianças. Essas leituras provocaram um impacto profundo na vida dos irmãos, a ponto de Filéias decidir ser missionário na China. Paulina quis ir, mas não podia, mas seu irmão a incentivava com estas palavras “Coitadinha, você não pode. Mas vai pegar um rastelo, juntará um montão de ouro, e daí o mandará para mim…”. (NAÏDENOFF, Georges. p.8) * Paulina, que tem o espírito empreendedor e uma paixão profunda por Jesus, tem uma intuição em favor das missões na cozinha de sua casa e decide colocá-la em prática. Ela nos diz em seu diário “Uma tarde em que meus pais jogavam cartas e que eu, sentada no canto do fogão, buscava em Deus o auxílio, isto é, o plano desejado, foi dada uma visão clara desse plano, e eu entendi a facilidade que qualquer pessoa do meu círculo de relações teria para achar dez associados que contribuíssem com uma moedinha cada semana para a Propagação da Fé. Eu vi ao mesmo tempo a oportunidade de escolher, dentre os associados mais capazes, os que inspiravam mais confiança, para receber de dez chefes de dezenas a coleta dos seus associados, e a conveniência de um chefe que reunisse as coletas de dez chefes de centenas, para depositar o total em um centro comum… Com receio de esquecer esse modo de organização, anotei-o imediatamente, e admirou-me diante da facilidade, da sua simplicidade, que ninguém antes de mim tivesse tido essa ideia. Lembro-me também que, faltando-me os termos apropriados, escrevi: dezenários, para designar chefes de dezenas; centenários, para indicar os que receberiam de dez chefes as coletas de cem associados; e milenários, os que, em meu pensamento, iriam receber de dez centenários as coletas de mil associados.” (NAÏDENOFF, Georges. p. 16) * Seguindo sua intuição e animada pelas cooperadoras e cooperadores, em 3 de maio de 1822 nascia a Obra da Propagação da Fé, com o objetivo de manter o espírito missionário aceso no coração de cada cristão por meio de uma profunda vida de oração, e por meio de uma cooperação material para garantir a ação da Igreja nas terras de missão, favorecendo a evangelização, a vida dos missionários, o bem do povo. Ela deixará registrado em seus escritos: “Das fracas coletas recolhidas nominalmente para a China e Cochinchina, com a finalidade precisa de manter um catequista com a quantia de 180 francos anuais e, com ele, as criancinhas em perigo de morte. Esse resultado era bonito demais para renunciar”. (NAÏDENOFF, Georges. p. 21) * Este projeto se revelou tão eficaz que no ano de 1922 o Papa Pio XI elevou a Obra da Propagação da Fé à Obra Pontifícia, tomando para si esse empreendimento missionário e o propondo para a Igreja Universal como modelo de cooperação missionária. Hoje, nos aproximando da celebração dos 200 anos dessa rede de cooperadores e cooperadoras da missão de Jesus, que é a Pontifícia Obra da Propagação da Fé (POPF), continuamos a seguir e fazer acontecer a inspiração de Paulina por meio das POM, que dinamiza e promove, além das atividades missionárias, a Campanha Missionária realizada em toda a Igreja em favor das missões no mundo inteiro. Tal coleta forma o fundo mundial de solidariedade para a evangelização dos povos e garante a sustentação e manutenção de dioceses, vicariatos apostólicos e prelazias no mundo inteiro, bem como, a abertura e manutenção de seminários, financiamentos de obras sociais e assistência aos missionários em todo o mundo. Portanto, é interessante também, neste ano do laicato, redescobrir Paulina Jaricot que, não deixando sua condição de leiga, assumiu sua vocação missionária e criou essa rede de cooperação missionária que até os nossos dias segue fazendo o bem à vida da Igreja Universal. Ela nos confessa: “O desejo imenso de amar, a sede devoradora de possuir a meu Deus, fazia-me também desejar trabalhar para a sua glória. Queria contribuir para a glória da Igreja. E nunca senti atração pela vida religiosa. Ia assistir às cerimônias de vestição de hábito: uma força irresistível arrastava-me com alegria para fora de seu santo abrigo e parecia-me gritar, para meu desagrado: não é aqui que você se deve consagrar a Jesus Cristo”. (NAÏDENOFF, Georges. p. 28) * Paulina morreu em 9 de janeiro de 1862, falida e pobre. Que ela continue nos inspirando e nos ajudando a nos tornar, cada vez mais, uma Igreja Missionária, fazendo-nos compreender que não importa onde estivermos ou qual o estado de vida que assumamos na Igreja, a missão é nossa essência e por isso não podemos nos esquivar de colaborar com ela, tanto espiritual quanto materialmente até o comprometimento de toda a vida.   Via: POM. Autor: Pe. Badacer Neto, Secretário da Pontifícia Obra da Propagação da Fé. * NAÏDENOFF, Georges. Paulina Jaricot, Fundadora da Obra Missionária Pontifícia da Propagação da Fé. Série Fundadores. Pontifícias Obras Missionárias, Brasília, 2009.
  • Porciúncula: Santa Maria dos Anjos, o lugar de grande amor do Pai Seráfico e da origem de sua Ordem
    São Francisco de Assis, por seu singular amor à Bem-aventurada Virgem Maria, teve sempre muito cuidado por esta capelinha dedicada a Santa Maria dos Anjos, chamada também de Porciúncula. Neste lugar, Francisco fundou a Ordem dos Frades Menores e fixou morada estável para seus confrades; neste lugar, iniciou com Santa Clara, a Segunda Ordem das Clarissas; neste lugar, recebeu os irmãos e irmãs da penitência da Terceira Ordem que chegavam de todas as partes; neste lugar, concluiu o curso de sua vida admirável. Para esta capela, o Santo fundador obteve do Papa Honório III a célebre indulgência chamada também de Perdão de Assis, que os Sumos Pontífices confirmaram sucessivamente e estenderam a numerosas outras igrejas, como havíamos explicado aqui. Por estas gloriosas lembranças a Ordem Seráfica celebra com alegria a festa de Santa Maria dos Anjos. No calendário litúrgico franciscano, o dia 2 de agosto é dedicado à celebração da Festa de Nossa Senhora dos Anjos, popularmente conhecida como “Porciúncula”. Na introdução do texto litúrgico do missal e da liturgia das horas, se diz o seguinte: “O Seráfico Pai Francisco, por singular devoção à Santíssima Virgem, consagrou especial afeição à capela de Nossa Senhora dos Anjos ou da Porciúncula”.   A Porciúncula No interior da basílica de Nossa Senhora dos Anjos está a capela de Porciúncula, local especialmente caro a São Francisco de Assis e onde o santo veio a falecer. Seu biógrafo conta que Deus havia revelado a Francisco que Nossa Senhora tinha uma predileção especial pela capela já que Porciúncula em italiano significa “pedacinho”. Não se sabe ao certo a origem da Capela, mas conta-se que foi construída por um grupo de peregrinos que voltava da Terra Santa e que nela era venerado uma relíquia atribuída ao túmulo de Nossa Senhora.  Ao reunirem-se os fiéis para lá rezar, era possível ouvir um coro dos anjos, e foi daí que se originou a denominação Nossa Senhora dos Anjos, que anos mais tarde veio a dar nome à basílica local.   Fontes: Ave Luz, e Canção Nova e Portal Católico.
  • Posse de Frei Henrique como Diretor do Colégio Santo Antônio na Cidade Ocidental/GO
    No último dia 13/12, Frei Henrique de Sousa Mendonça, tomou posse como diretor do Colégio Santo Antônio, na Cidade Ocidental/GO. Na ocasião, professou publicamente a fé católica, bem como fez o juramento de fidelidade à doutrina da Igreja. A celebração de posse foi presidida pelo Vigário Provincial, Frei Mieceslau Tlaga, que aproveitou para relembrar o histórico Pastoral e missionário dos frades naquela região, bem como incentivar o novo diretor à cumprir sua missão com o olhar sempre voltado para Jesus.
  • Presidente do CNLB falou sobre os legados da realização do Ano Nacional do Laicato na Igreja no Brasil
    No último domingo (25), foi celebrada a Solenidade de Cristo Rei, data que marca o fim do Ano Litúrgico da Igreja Católica, na 34ª semana do Tempo Comum. A Igreja no Brasil comemora o dia nacional dos cristãos leigos e leigas nessa solenidade, em memória do compromisso que os membros da Ação Católica (organização laical de grande envergadura no século passado) assumiam a cada ano, nesse dia, de agir em prol de uma sociedade justa e fraterna, sinal do Reinado de Cristo. Após a culminância do Ano Nacional do Laicato nesta data, a presidente do Conselho Nacional do Laicato no Brasil (CNLB), Marilza Lopes Schuina, conversou com a equipe da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na entrevista, ela falou das influências da vivência deste ano temático para a Igreja no Brasil e para a sociedade, “O legado para o âmbito eclesial se firma no dinamismo da organização das comunidades, na formação laical e na criação de novos conselhos de leigos e leigas em âmbitos diocesano e paroquial”. Para a sociedade, segundo ela, continua o desafio da auditoria cidadã da dívida pública, uma das propostas do ano. Para o CNLB, segundo Marilza, uma grande alegria foi o reconhecimento e o fortalecimento pelos próprios cristãos leigos e leigas de sua vocação laical, o sentir-se e colocar-se como verdadeiro sujeito eclesial, com consciência crítica do ser e fazer laical. Integrante da Comissão Especial para o Ano do Laicato, Marilza enumerou uma série de aprendizados e desafios que este ano trouxe para a Igreja no Brasil. A presidente do CNLB reforçou que o 25 de novembro não foi o encerramento, mas um ponto de culminância do Ano Nacional do Laicato. Segundo ela, por obra do Espírito Santo, a continuidade desta reflexão sobre o papel dos leigos e leigas na Igreja e na sociedade vai se dar na Campanha da Fraternidade 2019 que vai debater as políticas públicas, uma oportunidade para o laicato aprofundar sua atuação neste campo.   O CNLB é uma associação de fiéis leigos e leigas católicos de direito público, que congrega e representa o laicato brasileiro na sua diversidade e riqueza de movimentos, pastorais e associações dos mais variados tipos. O Conselho tem como objetivo articular o laicato, em conselhos regionais, diocesanos e locais.    Confira a entrevista completa em: CNBB.
  • Primeiro Encontro do Núcleo Local da Milícia da Imaculada em Anápolis
    Foi realizado no último sábado (03), na Paróquia Santa Clara, em Anápolis (GO), o primeiro encontro do núcleo local da Milícia da Imaculada (MI) “Nossa Senhora das Graças. O encontro teve como tema “O silêncio de Maria” e participaram dele cerca de 80 fiéis, entre consagrados, consagradas, paroquianos e paroquianas. O evento foi iniciado às 06h20 com a oração do Ofício da Imaculada. O presidente nacional da MI, Marcelo Meneses, apresentou a primeira conferência, em que falou sobre a consagração e sobre a própria milícia. O assistente espiritual local, Frei Décio Souza (OFMConv.), também palestrou. O frade tratou do “Silêncio de Maria”. Ao longo do dia, os participantes e as participantes também tiveram a recitação da Ladainha de Nossa Senhora, momentos de animação com a banda, a oração do Santo Terço e do Terço da Misericórdia, em que ambos foram cantados.   Também esteve presente o Frei Jailton Docilo (OFMConv.), que foi o fundador do núcleo da MI de Anápolis e hoje é o assistente espiritual do grupo em Niquelândia (GO). Na ocasião, o Frei Jailton presidiu a Santa Missa celebrada no encerramento do encontro, em que relembrou vários fatos marcantes na história do núcleo por ele fundado. Logo após, a senhora Helena, presidente do núcleo local, agradeceu a todos pelo trabalho realizado.   Veja também: A Primeira Assembleia Nacional da Milícia da Imaculada.  Saiba mais sobre a reestruturação dos núcleos locais da MI clicando aqui e aqui. 
  • Programação das Celebrações de Nossa Senhora Aparecida nas comunidades de nossa Província
    Nesta quinta-feira, 12 de outubro, celebramos o dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida (conheça a história da Santa clicando aqui), declarada, desde 1929 pelo Papa Pio XI, como a Padroeira do Brasil. Clique nos links abaixo e confira a programação nas comunidades de nossa província:   Águas Lindas (GO): Paróquia São Maximiliano Kolbe;   Candeias (BA): Santuário Nossa Senhora das Candeias;   Cidade Ocidental (GO): Santuário Jardim da Imaculada;   Goiânia (GO): Paróquia Nossa Senhora da Libertação;   João Pessoa (PB): Paróquia Nossa Senhora Aparecida do Cristo;   Niquelândia (GO): Santuário São José;   Novo Gama (GO): Paróquia Imaculada Conceição.
  • Provincial visitou no último domingo, 11, o Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino
    No último domingo, o Ministro Provincial, Frei Marcelo Veronez (OFMConv.), fez uma visita às Irmãs Clarissas da Ordem de Santa Clara no Mosteiro de Santa Clara do Deus Trino, em Brazlândia (DF). Às 10h, o provincial presidiu a Santa Missa na capela e, logo em seguida, na sala do capítulo, compartilhou com a irmãs um momento de fraternidade, encerrando a visita com um almoço. Durante a conversa, o frade e as irmãs trataram de diversos assuntos, dentre eles: as decisões do 201º Capítulo Geral Extraordinário (saiba mais clicando aqui), realizado no mês de julho em Roma; as recentes mudanças solicitadas pela Ordem; a extinção do Convento de Santa Rosa em Viterbo, na Itália, que pertencia às Clarissas Urbanitas (entenda mais aqui); e também foi comunicada a mudança nos assistentes espirituais do Mosteiro, que agora são os Freis Bernardo Vitório (OFMConv.) e Israel Sobrinho (OFMConv.), que substituem o Frei João Batista Wajgert (OFMConv.).   Confira a Santa Missa celebrada em ação de graças à Santa Clara no Mosteiro Deus Trino clicando aqui.  Veja também "A vocação segundo a Irmã Maria Inês e o carisma de Santa Clara" clicando aqui. 
  • Quando Ele chega, as coisas podem mudar…
    Uma vez por mês, na primeira sexta-feira, temos o costume de contemplar e homenagear “Jesus Cristo do peito aberto”. Sempre diante de nossos olhos a cena: um soldado toca o lado do Mestre morto e cava-se uma fonte de amor sem limites. Água, sangue e amor que se dá até o fim. Somos convidados, sempre de novo, a nos abeirar das cenas evangélicas onde encontramos a cantiga do amor desde o presépio do Menino das Palhas até o dilaceramento cruel do alto do Gólgota e chegando até o jardim da Páscoa. Sempre ele, aquele que chega, e quando ele chega as coisas podem mudar… Penso sempre no Ressuscitado presente hoje no mundo e na Igreja. Mas naquele tempo… Zaqueu estava tranquilo. Havia se conformado com a vida que levava ou que as circunstâncias o levaram a viver. Um cobrador de impostos meio ou muito incorreto. Poderia ter sido considerado um modelo de todos os infratores da Lava Jato. Jesus passa. Para. Olha para a árvore. Manifesta desejo de fazer com ele uma refeição. O corrupto cobrador de impostos desce de onde estava, corre e aguarda Jesus em sua casa e sua vida muda. Não sabe o que fazer para reparar sua feiura interior. Aquele cego, pobre cego de nascença. Outros cegos da Palestina. Muitos foram curados por Jesus, que sempre se abeirou da fragilidade. Sofrem, sentem-se colocados de lado. Os evangelhos dizem que, muitos deles, uma vez curados passaram a ser discípulos do Mestre que abre os olhos aos cegos. Queriam ver o mundo. Passam a vê-lo com o olhar desse homem que os havia curado. A bondade do Coração de Jesus ou de Jesus do coração imenso como o universo continua agindo. Basta que as pessoas abram-lhe o coração. Penso aqui nesse rapaz sem família, menino bom, mas que entrou na noite das drogas. Um padre da cidade mantém uma casa para dependentes. Para lá é levado. O moço entra em si. Chora, sofre. Vai à capela. Olha o crucificado, escuta uma palavra do Evangelho e Jesus chega em sua vida e as coisas mudam… Penso nesse homem bom, colega de seus colegas, colegas nem sempre de boa cepa… Aos poucos deixa se influenciar e participa de desvios de dinheiro que nunca poderão ser descobertos. Num momento de desespero interior, quando a mãe está doente para morrer, é tocado. Pega o que foi “retirando” e deixa na portaria de uma casa de velhos indigentes. Diz simplesmente que é uma encomenda que mandaram para esses fantasmas humanos na casa de velhos… E tudo mudou… Tenho certeza que Jesus continua hoje chegando perto de tantos que sofrem desesperadamente em seu próprio coração tão diferente do imenso Coração do Senhor. Quando os raios do amor do peito aberto de Jesus atingem as pessoas, as coisas podem mudar…   Fonte: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães (OFMCap).
  • Quem somos
    A Ordem dos Frades Menores Conventuais é a Ordem religiosa fundada por S. Francisco de Assis, com o nome de Ordum minorum (1221). A este nome, quase desde o início, se acrescentou a denominação de Conventuais (+-1225). Os membros da Ordem chamam-se Frades Menores Conventuais.   Desde a sua fundação, a nossa Ordem, por vontade do Pai S. Francisco, é uma verdadeira fraternidade. Por isso, os seus membros, constituindo como irmãos uma única família, participam na vida e nas obras da Comunidade segundo a condição de cada um. Todos têm iguais direitos e deveres, à excepção daqueles que provêm das Ordens sacras, dado que a nossa Ordem está inserida pela Igreja entre os Institutos Clericais. S. Francisco quis que os seus frades se chamassem Frades Menores, para que «do próprio nome, os seus discípulos aprendessem que vieram à escola de Cristo humilde para aprender a humildade». Os nossos frades estão reunidos numa fraternidade conventual propriamente dita, com a finalidade de favorecer uma maior devoção, uma vida mais ordenada, um ofício divino mais solene, uma melhor formação dos candidatos ao estudo da teologia e às outras obras de apostolado ao serviço da Igreja de Deus, e assim, se estenda o reino de Cristo em toda a terra, sobretudo sob a protecção da Virgem Imaculada.  Na Ordem, a vida contemplativa está intimamente unida à actividade apostólica; portanto, o apostolado próprio da Ordem sacra, é desenvolvido mediante o ministério dos frades clérigos com a colaboração dos outros.  Toda Ordem e os frades, individualmente, estão imediatamente sujeitos ao Sumo Pontífice, para benefício comum de todo o povo de Deus.   O fundamento da Ordem é a profissão religiosa, com a qual os frades se dedicam à vida evangélica de perfeita caridade, não apenas através dos meios comuns de santidade, mas também com o vínculo dos votos de obediência, pobreza e castidade, emitidos publicamente, por meio dos quais se consagram a Deus através do ministério da Igreja, como também através da observância da vida comunitária, da Regra e das Constituições, segundo o espírito da ordem seráfica. Com a profissão dos votos solenes, os frades são incorporados definitivamente na Ordem.     A um espírito franciscano, depois, acrescenta-se em sumo grau: a) Amar com amor indiviso a Deus, sumo bem, cujo desígnio de amor é a recapitulação de todas as coisas em Cristo;b) Conformar-se ao mesmo Cristo Senhor de quem, como da fonte e cabeça, provém toda a graça, realizando os seus mistérios na própria vida, em união com a Imaculada Mãe de Deus e com toda a Igreja;c) Amar de igual modo, o próximo, anunciando a promovendo a paz e o reino de Cristo e o recíproco amor fraterno; d) e por fim, servir a Deus vivendo no mundo em pobreza, humildade, simplicidade e alegria de coração.     Com a profissão dos votos, os frades: a) Consagram-se a Deus de modo especial, directa e totalmente;b) Conformam-se mais com o gênero de vida que Cristo Senhor escolheu para si e unem-se de modo especial à Igreja e à sua missão salvífica;c) Acrescem no fervor da caridade, progridem na sua vida como peregrinos e penitentes, renunciando espontaneamente aos bens, em si muito apreciáveis, exprimindo deste modo, mais plenamente a consagração batismal.   A Regra ou forma de vida dos Frades Menores, confirmada pelo papa Honório III e interpretada por outros Sumos Pontífices, é a lei fundamental de toda a Ordem, à qual os frades se inspiram e se conformam. Os frades empenham-se em observar a Regra, as Constituições e os Estatutos, sobretudo por amor da perfeição evangélica, segundo o espírito da Ordem, como exige a obrigação contraída com a profissão religiosa. A Ordem divide-se em Províncias, às quais os frades são afiliados; as Províncias são formadas por conventos ou comunidades, nas quais os frades são colocados de família. Ordinariamente as Províncias incidem sobre um determinado território. Às Províncias são comparadas as Custódias Gerais, Custódias Provinciais e as Delegações Gerais.     Governo Provincial Revmº. Fr. Gilberto de Jesus Rodrigues 4° Ministro ProvincialNascido em 30 de setembro de 1972 em Santana-BA, emitiu a Profissão Simples em 01 de fevereiro de 1997 e no dia 06 de dezembro de 2003 foi ordenado Sacerdote. Bacharel em Filosofia e Teologia pelo Instituto São Boaventura de Brasília. É graduado em Pedagogia e pós-graduado em Psicopedagogia. Entre 2006 e 2007, foi formador no Postulantado São Maximiliano Kolbe. De 2008 a 2015 foi pároco em Águas Lindas (GO) na Paróquia São Maximiliano Kolbe. O frade foi pároco no Santuário São José Esposo da Bem-aventurada Virgem Maria, em Niquelândia-GO. Eleito Ministro Provincial no dia 10 de outubro de 2019 no V Capítulo Ordinário da Província. Contato: (61) 9 8195-5639 / E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.   Vigário provincialFr. Amilton Leandro Gomes do Nascimento Fone: (61) 98362 3606 E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.   Definidor e secretárioFr. Marcelo Borges da Silva Fone: (61) 3447-7024, (61) 3447-7414 Cel: (61) 9 8496 5788 E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.   DefinidorFr. Casimiro Cieslik Cel: (62) 9 9816 2095 E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.   DefinidorFr. Emanuel Afonso da Silva Cel: (61) 9 99318 2121 E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.   DefinidorFr. Henrique de Sousa Mendonça Cel: (61) 9 98198 7977 E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.        
  • Quênia: 38 frades se reúnem para celebrar o Capítulo Custodial Extraordinário da Custódia Provincial de São Francisco
    Entre os dias 16 e 19 deste mês, a Custódia Provincial de São Francisco, no Quênia, celebrou o Capítulo Custodial Extraordinário, que foi presidido pelo Custódio Provincial, Frei Kazimierz Szulc. Estiveram presentes os frades da Província Mãe de São Maximiliano Kolbe, na Polónia (Gdansk), entre eles: o Frei Jan Maciojewski, o Ministro Provincial, o Frei Leszek Łuczkanin, Ecônomo Provincial, o Irmão Robert Kozielski, Secretário Provincial Para as Missões e também o Frei Tadeusz Świątkowski, o Assistente Geral da AFCOF (Federação Africana dos Franciscanos Conventuais). Como facilitadores do Capítulo foram convidados: Frei Jude Winkler, Assistente Geral da CEF (Federação da Europa Central), Frei Wojciech Kulig, Exator Geral, e o Frei Robert Leżohupski, da Penitenciária Vaticana. Durante os quatro dias de apresentações e debates, os 38 frades do Capítulo discutiram profundamente as questões relacionadas ao possível pedido dirigido à Província Mãe, para apoiar a Custódia a se tornar uma nova Província da Ordem. As conferências realizadas foram as seguintes: na Sala do Capítulo, os três facilitadores apresentaram sobre “razões espirituais, condições legais e econômicas”, para que uma jurisdição pudesse se tornar uma Província. Mais tarde, os frades desenvolveram esses temas no trabalho em grupo. No final, o debate foi agendado no salão do capítulo. Ao fim do capítulo, todos os capitulares expressaram sua vontade, por meio da votação da moção apresentada. Depois disso, sua decisão será submetida ao debate e votação do Capítulo Extraordinário da província-mãe, em Danzig, que acontece em novembro de 2018. Atualmente, a Custódia do Quênia, que fora fundada em 1984, estabelecida como Delegação em 1989 e erigida Custódia em 2004, conta com 76 frades (42 professos perpétuos, 31 professos temporários, 3 noviços) e 19 postulantes. Toda a formação inicial é realizada com as outras circunscrições da África, segundo um acordo conjunto do AFCOF confirmado pelo Ministro geral e seu Definitório. Os frades filiados à Custódia têm a seguinte origem: 3 são poloneses (da província de São Maximiliano) e 73 são quenianos.   Traduzido de: OFMConv.net. Autor: Frei Tadeusz Świątkowski, Assistente Geral da AFCOF.
  • Religiosas da Diocese de Luziânia se encontraram no último sábado, 18 de agosto
    Foi realizado no último sábado, 18, o Encontro com as Religiosas no Centro Pastoral Caná da Catedral Diocesana de Luziânia (GO). Estiveram presentes as religiosas da diocese para debater o tema “A Vida Consagrada nasce e renasce do encontro com Jesus assim como Ele é: pobre, casto e obediente”. O encontro foi iniciado pela Santa Missa presidida pelo bispo diocesano, Dom Waldemar Passini. Logo em seguida, foi realizada uma palestra pelo Frei Cassimiro Cieslik (OFMConv), que reside atualmente no Convento-Santuário Jardim da Imaculada, na Cidade Ocidental (GO). Em sua conferência, o frade tratou do tema proposto e, ao ver tantas irmãs juntas na catedral, sentiu-se inspirado a ler as palavras de João Paulo II, na Exortação Apostólica Pós-Sinodal “Vita Consecrata”, que fala da importância da vida consagrada para a Igreja. Ressaltando a vivência daquelas que seguem a radicalidade do batismo e citando a exortação, o Frei Casimiro destacou os seguintes trechos “a consagração é como o perfume de alto preço derramado em Cristo por puro ato de amor. E, é desta vida ‘derramada’ sem reservas que se difunde um perfume que preenche toda a casa. A casa de Deus, a Igreja, é adorada e enriquecida hoje, não menos que outrora, pela presença da vida consagrada".  (Exortação Apostólica sobre a Vida Consagrada, Edições Paulinas, 1996, p. 206-206).   Encerrando a palestra, o frade disse “a vida consagrada é o dom de Deus que as pessoas apaixonadas por Ele abraçam conforme o carisma dos fundadores e das fundadoras para seguir mais de perto o Senhor Jesus Cristo na pobreza, castidade e obediência. E assim, glorificam Deus Pai - Sumo Bem, constroem a Igreja e ajudam na salvação do mundo. Se santificam dia-a-dia no serviço da caridade, tornando-se sal da terra e luz do mundo. E, além disso, são o sinal preclaro da esperança de Vida Nova no Amor Eterno. Então, que não nos falte coragem, ânimo e fé na ida consagrada na Igreja e no mundo de hoje”, afirmou ele. Continuando, as irmãs de cada congregação e instituto falaram sobre as suas experiências e missões na diocese. Logo após, o encontro foi encerrado com um almoço fraterno. De Luziânia, estiveram presentes as irmãs do Instituto das Servas Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus, as Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia e Irmãs Filhas do Puríssimo Coração da Santíssima Virgem. De outras cidades participaram Irmãs Franciscanas da Penitência e Caridade Cristã (Valparaíso - GO), Irmãs Mercedárias Missionárias do Brasil (Cristalina - GO), Irmãs Missionárias dos Pobres de Santa Teresinha do Menino Jesus – Casa Aldeia da Paz (Santo Antônio do Descoberto - GO), Irmãs Servas Consoladoras de Jesus no Calvário (Águas Lindas - GO) e Irmãs Franciscanas da Divina Misericórdia (Padre Bernardo - GO).   Confira as fotos na galeria!
  • REPAM realiza processo de escuta dos jovens para o Sínodo 2019
    Entre os dias 07 e 09 deste mês, em Manaus (AM), foi realizada pela Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), uma atividade de escuta que reuniu cerca de 30 jovens para refletir sobre o Sínodo de 2019, que tem a realidade amazônica como tema. Os participantes são representantes de uma diversidade de grupos juvenis e, na ocasião, responderam ao questionário do Documento Preparatório. Pastorais, movimentos eclesiais e sociais, congregações religiosas, comunidades indígenas e quilombolas estiveram representadas no encontro. Os jovens divulgaram uma carta aberta à Igreja e à sociedade. No texto, que reflete as respostas ao questionário, os jovens indígenas, caboclos, ribeirinhos, quilombolas, extrativistas, habitantes da zona rural e urbana, moradores das periferias e das fronteiras, afirmam que são “afetados diretamente pelas ameaças que dia a dia excluem, matam, degradam e cerceiam a vida dos povos”. Pensando na Igreja com rosto amazônico, a juventude da Amazônia brasileira afirma querer que ela seja “inculturada, que respeite a diversidade da juventude dos povos amazônicos, que resistem e assumem as lutas nos diversos espaços em que estão inseridos”. E pedem “à hierarquia eclesial e a todo o povo de Deus, coragem para responder aos desafios do nosso século e que possam acreditar na beleza da novidade que a juventude traz”, afirma o texto. Os jovens encerram a carta manifestando apoio ao Papa Francisco, cujo pontificado “lança sopros de alegria e novidade no seio da Igreja no processo de escuta do Sínodo da Juventude e Sínodo para a Amazônia”, dizem eles. Como horizonte a ser perseguido, a partir do Sínodo, os jovens afirmam sonhar “uma Igreja na qual as juventudes sejam protagonistas e que as mulheres tenham voz e vez. Uma igreja que promova e defenda a vida em todos os âmbitos, sem medo de assumir e atuar na opção preferencial pelos pobres, a luta dos povos indígenas, comunidades tradicionais, migrantes e jovens da Amazônia. Uma Igreja menos clerical, em que os leigos e leigas, especialmente as juventudes, se apropriem, sejam protagonistas na ação pastoral e tenham apoio na capacitação técnica para sua atuação, dentro e fora dos espaços eclesiais”, concluem as juventudes da Amazônia brasileira presentes na atividade de escuta.   Fonte: Vatican News.