franciscanos conventuais

  • Celebramos hoje, 22 de agosto, a festa de Nossa Senhora Rainha
    Hoje, celebramos a Memória de Nossa Senhora Rainha, mãe da Igreja. A festa também é conhecida como “Reinado de Maria” e foi instituída pelo Papa Pio XII, em 1954, ele coroou Nossa Senhora na Basílica de Santa Maria Maior, que fica em Roma, Itália. No dia 11 de Outubro de 1954, Pio XII promulgou também a Encíclica Ad Caeli Reginam (A Rainha do Céu). A carta é um tratado sobre a realeza e a dignidade de Maria. A princípio, a data da festa foi estabelecida para o dia 31 de maio, o mês de Maria. Agora, porém, a celebração acontece na oitava da Assunção, isto é, oito dias após a festa da Assunção de Nossa Senhora (que acontece no dia 15, saiba mais aqui). Assim, fica manifestada a íntima ligação entre a Assunção de Maria e sua coroação no céu. A celebração do Reinado de Nossa Senhora tem sua origem na festa de Cristo Rei do Universo, ou, festa do “Reinado de Cristo”. Como Jesus Cristo é Rei, sua mãe terrena, pura e imaculada, também é Rainha. Não se trata de um reino deste mundo, mas de um reinado eterno, universal, segundo a vontade de Deus. Paralela ao reconhecimento do Cristo Rei, encontramos a realeza da Virgem a qual foi assunta ao Céu. Mãe da Cabeça, dos membros do Corpo místico e Mãe da Igreja, Nossa Senhora é aquela que do Céu reina sobre as almas cristãs, a fim de que haja a salvação, “É impossível que se perca quem se dirige com confiança a Maria e a quem Ela acolher” (Santo Anselmo).   Encíclica O Papa Pio XII deixa claro na Encíclica Ad Caeli Reginam, que "os Teólogos da Igreja, extraindo sua doutrina" consultaram os escritos e sermões de vários Santos, bem como testemunhos da Tradição antiga. Em todos esses casos, lê-se na Encíclica, os santos e a Tradição "referem-se à Santíssima Mãe Virgem Rainha de todas as coisas criadas, Rainha do mundo, Senhora do universo".   Oração de Nossa Senhora Rainha Ó minha Senhora eminha Mãe, Rainhae Serva fiel do Senhor!A ti venho confiadamenteentregar todo omeu ser para que da fonte inesgotáveldo Amor me ensines a beber!Salve Rainha,Mãe de Misericórdia! Se te invocamos como Rainha é porqueantes foste Serva, em quem se realizoua vontade do Senhor!Bendita és Tu entre as mulheres, cujoBendito Fruto te elevouàs mais altas alturas do humano louvor.Santa Maria, Mãe de Deus!Caminha conosco na terra, Intercede eprotege os filhos teus.E faz-nos chegar um dia, por Jesus, contigo aos céus! Amém!   Fontes: Canção Nova e Cruz Terra Santa.
  • Celebrar quem viveu e morreu pela fé
    A vida se desenvolve na dinâmica da acolhida e da despedida. Quando nasce uma criança ela é acolhida por aqueles que a esperam. Ela entra no convívio da família e recebe o amor das pessoas. Essa acolhida vai se estendendo na Igreja através do Batismo, na vizinhança por meio das relações sociais, na escola, na sociedade em seus mais variados níveis. Enquanto vai se dando essa acolhida também acontecem despedidas. Filhos deixam os pais para estudar, trabalhar, ou viver uma vocação específica no matrimônio, na vida consagrada, ou no sacerdócio. Acolhida e despedida é uma dinâmica constante para quem vive. Quem participa de despedidas, para não sofrer muito, precisa dar liberdade para a pessoa partir e se alegrar com o seu futuro. A morte é uma despedida. Na morte temos que nos despedir da pessoa que amamos. Temos que deixá-la partir para um encontro definitivo com Deus. É preciso olhar para o futuro e não querer aprisionar a pessoa no passado, ou nas boas experiências que se viveu. Não há para a pessoa humana maior certeza de que um dia a morte chegará para ela. Quem está vivo pode ser surpreendido a qualquer momento pela notícia do falecimento de uma pessoa amada. As notícias modificam os nossos sentimentos. A notícia da morte nos causa um espanto. Em geral o sofrimento dos enlutados é sempre muito grande. Não se pode negar a dor de quem está no luto. Ela é sinal de vida. Somente os vivos sentem dor. Não se pode negar a dor da saudade nos que ficam. Existem pessoas que no dia da morte de um parente próximo se comportam como se não tivesse acontecido nada. Ficam como se estivessem anestesiadas. É preciso viver a perda. É preciso chorar, ou se emocionar. É preciso viver o momento das lágrimas. Quem não faz isso acaba retardando os sentimentos que vão se manifestar posteriormente como uma dor, mais grave, causada por uma emoção não vivenciada. Não dá para passar pelo luto sem sofrer, sem a dor, mas é possível iluminar essa travessia com a fé. É preciso nestas horas procurar avistar longe, olhar para o futuro que Deus reserva aos seus filhos. Deus, como pai, todos os dias assiste a morte de milhares de seus filhos, mas ele não sofre, pois para Ele a morte não é o fim. A morte é uma oportunidade para renovar nossa fé na vida eterna. Numa família quando algum membro recebe um prêmio todos se alegram. Na morte somos chamados a acolher a prêmio da vida plena oferecida por Deus. Olhando nesta dimensão se pode dizer que os enlutados precisam contemplar a alegria da salvação dada, como prêmio, aos que partem rumo ao encontro com Cristo na eternidade. A Igreja reserva um dia no ano para celebrar a vida dos fiéis falecidos. No dia 2 de novembro, os cemitérios se transformam. Velas são acesas. Flores são colocadas sobre os túmulos. Orações são feitas. É um dia especialmente para se refletir sobre o sentido da vida. Uma vida iluminada pela fé tem mais sentido. A visita aos cemitérios deve gerar em nós conversão e esperança de vida eterna. A vida sem Deus perde o sentido, termina no túmulo. Pela fé partimos deste mundo rumo à eternidade.   Compreenda mais sobre a Irmã Morte, clique aqui.  Fonte: CNBB Centro-Oeste. Autor: Dom Messias dos Reis Silveira, Bispo diocesano de Uruaçu e presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB
  • Cerca de 10 mil fiéis participaram da VII Peregrinação de Fé e Luz
    Ontem (18), cerca de 10 mil pessoas caminharam juntas pelas ruas de Candeias (BA) para fazer pedidos renovar promessas, agradecer por graças alcançadas ou demonstrar o imenso amor à Virgem Maria na VII Peregrinação de Fé e Luz. O evento é promovido pela Diocese de Camaçari e, neste ano, teve como tema “Oh Virgem, dai-nos à luz que é Jesus para construirmos a paz”. Em mais de 100 anos de devoção a Nossa Senhora das Candeias, a cidade é um dos maiores centros do turismo religioso do Estado da Bahia, com visitação à Fonte dos Milagres. O céu nublado e o forte calor não atrapalharam os fiéis que percorreram cerca de seis quilômetros (6 km) pelas rodovias BAs 523 e 522 em direção ao Santuário de Nossa Senhora das Candeias. “Essa peregrinação não deixa de ser uma expressão daquilo que é a unidade da Igreja de Camaçari. O bispo, o clero e as comunidades das paróquias que compõem a Diocese que juntos fazem essa caminhada ao Santuário para expressar a sua fé e devoção”, ressaltou o pároco do Santuário, frei Jorge Luiz Soares (OFMConv.). A caminhada teve início por volta das 8h15, após a Santa Missa, celebrada em frente à Prefeitura Municipal de Candeias, que foi presidida por Dom João Carlos Petrini, o Bispo da Diocese de Camaçari. Com o tema dedicado à paz, Dom João pediu que os fiéis busquem promover a união pela luz de Cristo. “É aquilo que mais nos falta nas famílias, nos relacionamentos e nas cidades onde há violência, tiroteio e morte. Necessitamos dessa paz e que, somente por Jesus, que ela pode entrar em nosso coração, na nossa inteligência e se tornar uma paz na maneira de conviver e enfrentar os problemas do dia a dia”, ressaltou o bispo.   Logo após a celebração, bandas católicas em cima de um trio elétrico, animaram os fiéis durante o trajeto. Junto às músicas, os participantes da peregrinação também rezaram o terço de Nossa Senhora. A novidade deste ano foi a imagem de Nossa Senhora das Candeias que desfilou em carro aberto. “quando as vozes não conseguiam, nossos pés rezaram por nós nesta caminhada”, brincou o bispo. O encerramento ocorreu na Praça Nossa Senhora das Candeias, com a benção do Santíssimo Sacramento. Participando de todas as edições, o romeiro da Paróquia Cristo Ressuscitado, de Camaçari, Fugêncio Oliveira, aconselhou sempre pedir bênçãos e graças a Mãe de Deus. “É a sétima vez, firme e forte. Nós precisamos muito dessa Mãe pelo que nós estamos passando. Peço que as pessoas sigam esse caminho que sempre recebe benção. É tanta benção que nós recebemos que Deus coloca para a mãe cumprir para nós”, afirmou ele. Em agradecimento por graça alcançada, o romeiro da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, de Dias D’Ávila, Geraldo Conceição, veio pela primeira vez a Peregrinação Fé e Luz. “Foi a primeira vez. Não vou perder mais . Vim pedi e agradecer pelo meu filho que está trabalhando. Hoje meu filho trabalha junto comigo. É bom, gratificante. É uma viagem que gente faz e voltamos glorificado com o que vemos aqui”, expressou ele.   PEREGRINAÇÃO Pelo sétimo ano consecutivo, o evento reuniu todas as 24 paróquias da Diocese de Camaçari, dos municípios de Camaçari, Candeias, Dias D’ Ávila, Madre de Deus, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passe, Simões Filho e Terra Nova. Nas últimas edições, o evento contou com a participação de aproximadamente 60 mil fiéis, sendo 10 mil (2012); 13 mil (2013), 15 mil (2014 e 2015) e 11 mil (2016 e 2017).   SANTUÁRIO Construído no final do século XVIII, o Santuário de Nossa Senhora das Candeias é um lugar de grande devoção a Virgem Maria. A Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias foi elevada à condição de Santuário diocesano em fevereiro de 2014, reconhecida pelo Vaticano. Voltado para a Baía de Todos os Santos, o Santuário é um local de grande peregrinação de romeiros de todo o lugar do Brasil, que buscam curas e bênçãos através da água milagrosa da Fonte dos Milagres.   Fonte: Santuário de Candeias. Autores(as): Pascom do Santuário Nossa Senhora das Candeias.  Fotos: Pascom do Santuário Nossa Senhora das Candeias. 
  • Cerca de 500 crianças e adolescente participaram do Encontro Provincial de Acólitos - EPA 2018
    No último sábado (24), foi realizado no Convento e Santuário Jardim da Imaculada, na Cidade Ocidental (GO), o Encontro Provincial de Acólitos 2018 (EPA). Cerca de 500 jovens e crianças estiveram presentes nesta edição, que teve como tema “Quanto mais próximos do altar, mais estareis próximos a Jesus”, (afirmação do Papa Francisco durante o encontro com na peregrinação internacional de acólitos e coroinhas a Roma, veja aqui). Nem mesmo a chuva forte que caiu durante todo o dia, foi capaz de interromper ou desanimar a espiritualidade que contagiava os participantes e as participantes. No período da manhã, foram realizadas formações com o Frei Henrique Mendonça (OFMConv.) e com as Irmãs da Divina Misericórdia a respeito da identidade do serviço eclesial e também sobre a dinâmica vocacional que a envolve. Além disso, também aconteceram algumas gincanas, o sorteio de brindes, e ocasiões de recreação com brincadeiras e apresentações musicais para alegrar os jovens e as jovens. Houve também um momento mariano com o Frei Luís Ventura (OFMConv.) e Frei Ricardo Elvis (OFMConv.), que também coordenaram a animação do encontro.  Já na parte da tarde, após o almoço e um período de preparação, os organizadores voltaram as atenções da Dinâmica do EPA para um foco mais oracional: com adoração ao Santíssimo Sacramento e procissão, conduzidas pelo Frei Luís Felipe Marques (OFMConv.) e uma Santa Missa presidida pelo Frei Amilton Nascimento (OFMConv.). O EPA 2018 teve como tema “Quanto mais próximos do altar, mais estareis próximos a Jesus”   Na ocasião, pairou no ar um surpreendente silêncio reflexivo e devocional dos acólitos que, recolheram-se em profunda espiritualidade de serviço ao altar, contrastando com toda a energia e movimentação que havia acontecido mais cedo. O encontro foi também uma oportunidade valiosa de fraternidade e comunhão, sobretudo entre os próprios acólitos, oriundos das paróquias de nossa Província. Por volta das 18h, os jovens e crianças retornaram a suas paróquias. Toda a programação do Encontro foi organizada pelo Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa província.    SAV E você jovem, já pensou em ser franciscano? Tire suas dúvidas clicando aqui, ou entre em contato com a Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Província ligando no telefone 3347-6859 / 3340-0476 e pelas redes sociais (aqui) ou pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.. Saiba como foram os Encontros Vocacionais de 2018: III Encontro, IV Encontro, V Encontro Vocacional, VII Encontro Vocacional e VIII Encontro Vocacional. Conheça também a atuação do SAV em outras cidades clicando aqui. Fotos: SAV
  • Chegou a hora dos Leigos? Onde? Para quem?
    A Igreja Católica lançou no Brasil o Ano do Laicato, que ocorrerá ao longo do ano litúrgico de 2018. Pode ser mais uma oportunidade de retomar o papel do laicato na Igreja “em saída”, como lembram certas falas e documentos. Volta-se, novamente, a falar do protagonismo dos leigos, dentro do modelo de Igreja pedido pelo Vaticano II. Soltam-se muitas frases de efeito e reflexões sobre este protagonismo laical. Aponta-se o mundo secular e suas culturas como o campo específico do laicato. Um ano voltado para o papel do laicato pode ser um momento de avanço pastoral. Os leigos são “o sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5,13.14). Mas seria bom também que os leigos e leigas fossem o sal da paróquia e luz da Igreja. O Ano do Laicato bem pode ser um momento propício de os leigos e leigas questionarem o clericalismo que ainda trava a ação pastoral da Igreja. Na sua Carta ao cardeal Marc Ouellet, de março de 2016, o Papa Francisco lembra que “olhar para o Santo Povo fiel de Deus e sentirmo-nos parte integrante dele, posiciona-nos na vida e, portanto, nos temas que tratamos de maneira diversa. Isto ajuda-nos a não cair em reflexões que podem, por si só, ser muito úteis, mas que acabam por homologar a vida de nosso povo ou por teorizar de tal modo que a especulação acaba por matar a ação. Olhar continuamente para o povo de Deus salva-nos de certos nominalismos declarativos (slogans) que são frases bonitas, mas não conseguem apoiar a vida de nossas comunidades. Por exemplo, recordo a famosa frase ‘Chegou a hora dos leigos!’… mas parece que o relógio parou!”. O que se espera de um Ano do Laicato é que o relógio seja colocado de novo em movimento. O rumo dado à caminhada da Igreja a partir do Vaticano II, ou seja, a eclesiologia proposta por este Concílio, coloca o laicato como o sujeito da evangelização. Tal proposta se choca com a eclesiologia tridentina, que colocava o clero como principal agente da evangelização. Para que o protagonismo dos leigos possa avançar, a Igreja deve enfrentar o clericalismo. Voltando à carta de Francisco: “Não podemos refletir sobre o tema do laicato ignorando uma das maiores deformações que a América Latina deve enfrentar – e para a qual peço que dirijais uma atenção particular – o clericalismo.” Na carta, Francisco retoma todo o esforço de denúncia deste desvio feito no Documento de Aparecida. No entanto, a palavra “clericalismo” foi censurada e eliminada do Documento (por exemplo, em DAp 100 b). Não há dúvida de que o Ano do Laicato pode ser uma boa oportunidade de denunciar e trabalhar a mentalidade clericalista presente ainda em grande parte do laicato latino-americano. O mesmo vale para a formação do clero, ainda presa ao modelo tridentino de formar “fora do mundo”, num regime de internato. Para o Vaticano II, os fiéis leigos são “cristãos que estão incorporados a Cristo pelo batismo, que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizam, segundo sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo” (LG 31; cf. DAp 209). Portanto, na eclesiologia do Vaticano II, o Santo Povo fiel de Deus, leigos e leigas, deve viver as dimensões messiânicas inerentes ao sacramento do batismo. É preciso recuperar a consciência de que, pelo batismo, todos somos sacerdotes e sacerdotisas, profetas e profetisas, reis e rainhas. E exercer estas funções “na Igreja e no mundo”. Exercemos nosso sacerdócio batismal formando a assembleia celebrativa. Esta congregação dos batizados e batizadas torna-se sacramento da presença de Deus. Como disse Jesus: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles” (Mt 18,20). É a assembleia celebrativa, congregada em nome da Trindade Santa, que pode dizer com toda força e convicção “O Senhor está no meio de nós!”. Nesta assembleia somos todos e todas concelebrantes. Pelo batismo somos “consagrados para ser edifício espiritual e sacerdócio santo” (LG 10). Exercemos nossa profecia batismal no serviço da Palavra de Deus. Leigos e leigas, no seguimento missionário de Jesus, têm a Palavra de Deus como fonte de sua espiritualidade. Esta Palavra é a alma da ação evangelizadora. Conhecer a Palavra é anunciar a Palavra. Desconhecer a Palavra é desconhecer o próprio Cristo. Nossa dimensão profética batismal nos leva a apresentar o Pão da Palavra, sendo necessária a interpretação adequada dos textos bíblicos presentes na liturgia, na catequese e nas várias frentes pastorais. Todo cristão batizado é agente da pastoral bíblica tendo em vista a animação bíblica de toda a pastoral (cf. DAp 248). O batismo nos torna reis e rainhas. Um grande perigo é reduzir esta dimensão batismal régia à vivência da caridade. Todos temos que viver a caridade a partir das três dimensões messiânicas do batismo. A dimensão batismal régia nos torna a todos, leigos e leigas, co-responsáveis pela condução do povo de Deus, pela manutenção do patrimônio da Igreja e pela organização eclesial. Exercemos esta função régia ocupando cargos na administração ou na coordenação das comunidades, paróquias ou dioceses. É inegável que houve substanciais avanços no protagonismo dos leigos dentro da vida eclesial. A formação teológica deixou de ser monopólio clerical, surgiram os ministérios, novas formas de organização e as responsabilidades pastorais. Também é certo que qualquer surto de reclericalização acontece em detrimento das conquistas leigas na vida da Igreja. Busca-se anular a participação dos leigos, calando-os e diminuindo-lhes os espaços de comunhão e participação. Como lembra Francisco em sua citada carta: “O clericalismo leva a uma homologação do laicato, tratando-o como um ‘mandatário’ limita as diversas iniciativas e esforços e, ousaria dizer, as audácias necessárias para poder anunciar a Boa Nova do Evangelho em todos os âmbitos da atividade social e, sobretudo, política. O clericalismo, longe de dar impulso aos diversos contributos e propostas, apaga pouco a pouco o fogo profético do qual a Igreja está chamada a dar testemunho no coração de seus povos”. Viver o Ano do Laicato significa enfrentar o desafio do clericalismo. Não adianta “empurrar” os leigos para as ações missionárias fora do ambiente eclesial enquanto o leigo for considerado “cidadão de segunda categoria” dentro da Igreja. Leigo comprometido não pode ser aquele ou aquela que trabalha obediente e calado nas obras da Igreja. Como lembra Aparecida: A construção da cidadania, no sentido mais amplo, e a construção da eclesialidade nos leigos, são um só e único movimento (DAp 215). Leigos e leigas para o mundo, tudo bem! Mas leigos e leigas para a vida da Igreja também!   Fonte: Franciscanos.
  • Clara de Assis e de um mundo sem fronteiras
    Clara de Assis não é uma sombra de Francisco de Assis, mas é a sua própria luz. Marca de uma presença e uma personalidade forte que construiu no século XIII uma revolução a partir do Evangelho e nos ensina que Evangelizar é tornar nova a humanidade. É uma mulher de personalidade, muito decidida e corajosa. Mulher de silêncio, contemplação, oração, ação e carinho. Suavidade sem agressividade. Beleza sem alarde. Pobreza com riqueza de amor. Humildade com serviço. Amor enclausurado na liberdade de entregar-se ao Amado. Clara de Assis foi uma mulher muito equilibrada em meio às tensões de seu tempo. Diz Frei José Carlos Pedroso, OFMCap: “Seus aspectos lunares femininos, jogam fortemente com seus aspectos solares masculinos. E suas atitudes demonstram que tinha muita consciência disso. Sabia onde queria chegar e sempre chegou onde queria, sem se afobar e nem destruir nada. Sabia enfrentar os maiores problemas, desmontando-os; valorizava as pequenas coisas sem se perder nelas. Foi bebendo aos pouquinhos a água mais limpa das torrentes que encontrou”. Clara de Assis encontrou o Amor do Esposo Jesus, encontrou o Evangelho vivente Francisco de Assis, encontrou a oração e meditação, encontrou o silêncio que fala de um modo transparente, encontrou a fraternidade amorosa do mosteiro, encontrou modos de gentileza e firmeza. Dos muros de Assis tornou-se um baluarte do modo francisclariano de viver derrubando os muros que atravancam a vida. Clara de Assis, a partir de seu escondimento, viveu entre visões e intuições, entre amor a Deus e a todas as criaturas. Padroeira dos que se ajoelham e contemplam e padroeira da televisão. Clara de Assis e de um mundo sem fronteiras.   Confira outros artigos do Frei Vitório sobre Santa Clara de Assis: O Amor é a única riqueza necessária das primeiras clarissas e Clara de Assis e seus passos rumo à Grande Opção: A decisão espiritual é sempre uma iluminação.   Fonte: Carisma Franciscano. Autor: Frei Vitorio Mazzuco (OFM).
  • Clara de Assis e seus passos rumo à Grande Opção: A decisão espiritual é sempre uma iluminação
    Clara de Assis vai com sua família para a celebração de Domingo de Ramos em 28 de março de 1212, na catedral de Assis. A Legenda de Santa Clara diz: “Quando chegou o domingo, a jovem entrou na igreja com os outros, brilhando em festa no grupo das senhoras. Aconteceu um oportuno presságio: os outros se apressam a ir pegar os ramos, mas Clara ficou parada em seu lugar por recato, e o pontífice desceu os degraus, aproximou-se dela e colocou-lhe a palma nas mãos” (LSC 7,4-5). O pontífice em questão é o Bispo Guido. Sua atitude é interpretada como se “Neste gesto está sem dúvida a bênção do pastor da diocese, o selo eclesial para uma opção que só o Amor dá coragem para realizar, através daquela liberdade profunda que é dom do Espírito” (Cremaschi, 43). O fato é, que logo depois deste domingo, Clara espera numa determinada noite todos da casa adormecerem, sai por uma porta secundária de sua casa. Atravessa as ruas silenciosas e escuras de Assis e vai encontrar-se com Francisco e seus frades na Porciúncula. É como que uma fuga. Clara está fugindo de quê? De nada, apenas faz a seu modo, o corajoso passo de ir unir-se a um grupo de penitentes que não vivem em mosteiros e estão fora dos padrões de grupos religiosos da época. Francisco tem apenas uma aprovação oral do Papa Inocêncio III, mas ainda não tem uma regra canônica que aprove o seu modo de vida. O Evangelho não precisa de legislação, pois vem da lei maior do amor. Clara vai discreta, sem fazer barulho, pois o rumor maior é mudar de lugar: do palácio dos Ofredducci para a choupana dos Menores. Uma decisão também supõe uma ruptura com a condição social. Antes desta noite ela livrou-se aos poucos dos bens garantidos por sua herança. Não queria patrimônio, queria matrimônio com o Bem Amado, o Senhor do seu coração. Conta a Irmã Cristiana no processo de Canonização, “Na venda da herança, os parentes de madona Clara ofereceram um preço mais alto do que os outros. Mas ela opôs-se a que fossem os parentes a comprar, para que os pobres não fossem prejudicados. E todo o dinheiro que recebeu da herança, distribuiu-o aos pobres” (PC 13,11). Na ação de Clara podemos ver a coragem de não se prender a vínculos familiares, mesmo no preço da herança, pois não quer dependência, mas a transparência livre de deixar tudo para seguir o Esposo Pobre.   Na idade média, uma jovem nobre casava mais ou menos com 14 anos. Clara de Assis tem 18 anos quando vai à Porciúncula oficializar seu noivado com o Esposo Espelho. Foram pacientes quatro anos de maduro discernimento. Os frades a acolhem com tochas acesas na noite. A decisão espiritual é sempre uma iluminação. Há uma nova luz chegando entre eles. Clara foi vestida com seu traje mais bonito. Recebida por Francisco de Assis, ele a reveste com a rude veste de uma camponesa e corta seus cabelos. Mudar de veste significa investir-se de uma outra forma de vida. Agora, ela é uma penitente convertida. O corte dos cabelos significa a ruptura definitiva com outros legames. Clara agora pertence à Fraternidade. Ela é uma Irmã entre os Irmãos. Ela é uma leiga que recebeu a inspiração do Espírito. Escuta seus irmãos, também leigos, qual melhor rumo a tomar no caminho comum do Evangelho. Uma noite intensa de oração esquenta e clareia a decisão. É um ritual de vida nova. Não se entra numa Fraternidade sem passar por certos ritos. Há no ar o perigo do novo: como uma mulher poderia viver numa comunidade de homens penitentes? Há no ar, uma novidade tão radical que pode ser entendida sob a preocupação da psicose da heresia que inundava o ar de então. Clara pertence à Fraternidade para sempre e esta é uma decisão de todos. Mas Clara não pode ficar ali, é uma decisão comum para preservar a beleza frontal dos Carismas. É melhor preservar naquele momento para continuar bonito depois. Francisco e dois companheiros a levam ao Mosteiro das Beneditinas de São Paulo, em Bastia. Uma decisão oportuna, pois abranda a fúria da família de Clara e outras incompreensões da época. Morar com as beneditinas é uma escolha provisória. O amor pelo Esposo vai abrindo caminhos. A família vai ao mosteiro e a encontra despojada, vestida apenas com as vestes da simplicidade. Há agressividade e ternura em convencer Clara a voltar para a casa, mas ela mostra a tonsura e agarra-se ao altar. Ela agora o pertence unicamente à sua escolha de amor. Do mosteiro das beneditinas, Clara vai morar na igreja de Santo Ângelo de Panzo, um convento de reclusas, leigas eremitas medievais que ali vivem na oração e na ação da caridade aos pobres do lugar. Seria talvez um beguinato, isto é, uma comunidade de mulheres, que sem pertencer a uma ordem religiosa, vivem de modo consagrado. Assim, Clara conhece várias dimensões do movimento feminino de seu tempo, e uma destas dimensões é abraçar uma espiritualidade na nupcialidade mística.   Fonte: Blog Carisma Franciscano. Autor: Frei Vitorio Mazzuco. 
  • Clara de Assis: formação para a transparência
    Uma vida para Deus A vida consagrada expressa-se teologicamente  na  ordem do sinal:  manifesta, indica que o Reino de Deus está entre nós.  Isto tem um peso profético muito forte no ser e no fazer, na vida pessoal e fraterna, no estilo de vida concreto e cotidiano. Tudo deve “conduzir, lembrar, assinalar, indicar”. Porém para “conduzir” ao Reino é necessário uma transparência, “que seja um sinal claro” e estrutural, necessário uma contínua purificação de nossas convicções, de nossas imagens de consagrados, de pessoas que pertencem ao  Senhor  “como testemunhas  da luminosa presença do Senhor em meio a nós”  (Bento XVI).  Vida que é revelação: revela o amor do Pai pelos homens, manifesta uma vida  totalmente orientada para o Reino, uma vida serena e reconciliada consigo mesmo e com os outros. Somos chamados a liberar esta imagem que habita em nós para fazê-la brilhar em nós e ao nosso redor, remetendo-a a Ele, ao Deus da vida. Isto supõe uma visão unificada de nossa vida.   Fidelidade é também mudar Se de uma parte ocorre “habitar” serenamente a própria corporeidade, os próprios gestos, a própria palavra, as próprias ações, de outra é necessário tornar transparentes e significativas as estruturas nas quais a vida consagrada está inserida no cotidiano.  É importante não viver para as estruturas, mas torná-las sinais vivos, eloquentes e provocativos para encaminhar, nós e os outros, na direção do Evangelho.  Elas, essas estruturas, devem estar a serviço de valores, e não vice-versa. Quão fácil é transformar a vida religiosa numa moldura vazia, fazer das estruturas a razão de nossa vida esquecendo, inclusive, o mandamento do amor. Quão difícil é adaptar ou criar novas estruturas  mais eloquentes, mais significativas, mais transparentes, sobretudo nesse mundo que muda com tanta rapidez, num mundo habituado à imagem dos sinais! Ser fiel não significa repetir, mas responder a Deus que pede em cada estação, em cada etapa uma resposta nova! O verdadeiro consagrado é fiel a Deus e ao homem de seu tempo:  é um apaixonado por Deus e pelo homem.  A fidelidade ao carisma não significa imutabilidade rígida e estrutural, mas requer a capacidade de tornar vivas e eloquentes todas as estruturas e mediações tanto para nós como para os outros.  Portanto,  formar-se e viver a transparência  exige um empenho sério que possa convergir para uma única paixão a nossa experiência espiritual.   Via: Franciscanos. Autor: Frei Almir Guimarães.
  • CNBB lança coletânea de reflexões para o Ano Nacional do Laicato, a “Sal e Luz”
    Recentemente, a editora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou a coletânea “Sal e Luz”, contendo uma série de reflexões para o Ano Nacional do Laicato. A ação, realizada em conjunto entre as Comissões Episcopais Pastorais da Conferência, busca auxiliar na compreensão sobre a Igreja. O tema “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino”, do Ano Nacional do Laicato foi definido em junho do ano passado em reunião do Conselho Permanente da CNBB.  O lema “Vós sois sal da terra e luz do mundo” tem despertado e aprofundado a fé cristã nos volumes publicados na Coletânea.   É possível um sujeito eclesial? No volume 1 da coleção “Sal e Luz”, intitulado “É possível um sujeito eclesial?”, o estudo de autoria do sacerdote jesuíta Mario de França Miranda, busca refletir mais a fundo sobre os pressupostos para que a meta visada pelos bispos na Assembleia Geral da CNBB, ao almejar um Igreja toda ela missionária, possa ser alcançada. E, mais ainda, examinar se certa crise que hoje experimenta-se na Igreja também aflorou na Assembleia e se ela evoca mudanças importantes para o futuro da Igreja.    O brilho dos cristãos leigos e leigas O volume 2 da coleção “Sal e Luz”, intitulado “O brilho dos cristãos leigos e leigas – “Vós sois a luz do mundo” (Mt 5,14) é escrito por dom Severino Clasen, presidente da Comissão para o Laicato da CNBB. Em sua reflexão, ele busca despertar nos batizados o dom da fé, o dom do serviço, como discípulos de Jesus Cristo. No estudo, o bispo enfatiza que a verdadeira luz ilumina os corações e as mentes humanas, os preenche de entusiasmo, encanto, atraindo para o convívio todos os que desejam seguir a proposta de felicidade anunciada por Cristo.   Os fiéis também sabem: o sentido da fé (sensus fidei) na Igreja O último volume lançado, o 3, é intitulado “Os fiéis também sabem: o sentido da fé (sensus fidei) na Igreja” e contou com a colaboração do presidente da Comissão para a Doutrina da Fé da CNBB, dom Pedro Carlos Cipollini. Nesse estudo, o bispo trata do documento publicado pela Comissão Teológica Internacional, em 2014, intitulado “O sensus fidei na vida da Igreja”, comentando-o e procurando explicitá-lo com o pensamento de outros teólogos, comparando-o com os demais documentos do Magistério e a vivência do povo fiel.     Fontes: CNBB aqui e aqui.
  • Comissão da CNBB lança hotsite com informações em tempo real sobre o Sínodo dos Jovens
    A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), juntamente da equipe dos Jovens Conectados, lançaram um “hotsite” especial para aqueles e aquelas que desejam acompanhar de perto os debates e reflexões da 15ª Assembleia Geral Ordinária dos Bispos, o Sínodo dos Jovens, cujo tema é “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Um dos membros da delegação brasileira dom Vilsom Basso, bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, informou que, todos os dias, uma equipe diretamente de Roma, postará notícias sobre o Sínodo dos Jovens que acontece de 3 a 28 de outubro. Em tempo real, pelo aplicativo Jovens Conectados também será possível acompanhar notícias do Sínodo em tempo real. O aplicativo pode ser baixado pelo Google Play. Uma campanha de Oração “Eu rezo pelo Sínodo”, organizada pelos Jovens Conectados, está em curso nas redes sociais. Nela, cada jovem poderá sortear, no espaço “Reze por um Sinodal” no hotsite, um bispo que participará do evento em Roma para quem deverá, todos os dias, fazer uma oração. A juventude também será estimulada a gravar e a enviar vídeos formando uma corrente de oração pelo bom sucesso do evento. Por meio da hashtag #conectadosnosinodo, os jovens poderão compartilhar suas orações e mensagens.   Acesse o hotsite clicando aqui.   Saiba mais sobre o Sínodo dos Jovens aqui.  Via: CNBB.
  • Comissão disponibiliza “Pílulas Diárias de Sabedoria” para a reflexão durante o Mês da Bíblia
    O mês de setembro, para nós, católicos do Brasil, é o mês dedicado à Bíblia. Neste ano, o período tem como tema “Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Livro da Sabedoria”, seguindo o lema “A sabedoria é um espírito amigo do ser humano”. O livro da Sabedoria foi o escolhido para auxiliar as reflexões e aprofundamento da leitura bíblica. Para contribuir neste processo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) também disponibiliza, desde o dia 1º de setembro, “pílulas diárias de Sabedoria”. São áudios de um minuto e meio a dois minutos que oferecem uma passagem do livro da Sabedoria e uma reflexão que relaciona o trecho bíblico com outras leituras da Palavra. O material foi preparado pelos autores dos subsídios oferecidos pela Comissão para este mês da Bíblia. A gravação conta com a locução do assessor da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, padre Antônio Marcos Depizzoli. A edição ficou por conta da equipe da Assessoria de Imprensa da CNBB. “Desde 1971, a Igreja no Brasil vivencia, em setembro, o Mês da Bíblia. Nesse ano, oferecemos uma outra possibilidade de mergulho no texto bíblico, que estamos chamando de ‘pílulas diárias de sabedoria’”, ressalta padre Depizzoli. As “pílulas”, continua, foram preparadas a partir do Texto Base. “É uma ação a mais para ajudar a conhecer o Livro da Sabedoria”, sugere. Na plataforma SoundCloud há uma playlist criada para quem desejar acompanhar toda a série, acesse clicando aqui. A cada semana, serão adicionados novos áudios para aprofundamento sobre o livro da Sabedoria.   Fonte: CNBB.
  • Comissão prepara texto das diretrizes da ação evangelizadora da Igreja no Brasil em 2019/2023
    Na última terça-feira, 14, aconteceu na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, a primeira reunião de uma Comissão especialmente convocada para produzir um “texto mártir” sobre a atualização das Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE – 2019/2023). A reunião foi coordenada pelo arcebispo de São Luís do Maranhão e presidente do Regional Nordeste 5 da CNBB, Dom José Belisário da Silva, que disse, “Em termos de redação estamos no começo”. As sugestões para atualização começaram a ser levantadas desde a 56ª Assembleia Geral da CNBB, realizada em Aparecida (SP), em maio deste ano. A atualização das diretrizes também foi aprofundada na reunião do Conselho Permanente da CNBB em reunião no mês de junho deste ano. Além de ser dividido nos três momentos da metodologia da ação da Igreja (ver, julgar e agir), a Comissão de atualização das DGAE 2019/2023 está atuando para elaborar um texto breve, propositivo e positivo na maneira de olhar a realidade urbana. O documento, segundo dom Belisário, terá uma introdução na qual haverá a explicação do ponto de partida e a visão pastoral da Igreja no Brasil.   Saiba mais no site da CNBB.
  • Como ser Franciscano?
           O acompanhamento é realizado de modo simples, objetivo e repleto de reciprocidade. Contamos diante mão com a abertura sincera e verdadeira de cada jovem que nos procura Não se pode acompanhar quem não quer! Por isso, é preciso partir do vocacionado o interesse de realizar em conjunto com o animador vocacional o acompanhamento, estar sempre em busca daquilo que se deseja descobrir, sendo que, o interesse do jovem é fundamental nessa etapa.          Assim, para aqueles que queiram ou que sintam chamados a fazerem parte da nossa fraternidade franciscana conventual, é necessário ter o Ensino Médio Completo ou Ensino Superior, gozar de boa saúde, física e mental, estar disponível a doarem-se as causas do reino de Deus, tendo iniciativas para o bem comum da fraternidade, vivendo em Pobreza, Obediência e em Castidade a exemplo de Francisco de Assis.        Em nossa província, realizamos encontros vocacionais específicos para rapazes, que acontecem durante todo o ano, sendo realizados encontros sempre aos Terceiros Domingos de cada mês, das 08h às 16h, no Seminário São Francisco em Brasília, 915 Asa Norte. Nesses encontros, contamos com a participação assídua do vocacionado, visando um contato pessoal do vocacionado com a nossa fraternidade conventual, e com os demais jovens vocacionados. E para aqueles vocacionados que estão distantes, ou seja, em outros Estados da Federação Brasileira, dispomos do acompanhamento vocacional por diversos meios de comunicação, como correspondências, e-mails, telefonemas e  etc, passando o mesmo conteúdo abordado em sala presencial, para esses através de e-mails.         Durante todo o acompanhamento, são realizadas tardes de formação vocacional especifica, geralmente no segundo semestre, que acontece uma vez ao mês, para aqueles que já se preparam para fazer parte da nossa fraternidade no ano seguinte, vivendo e partilhando do mesmo carisma na vida Religiosa consagrada franciscana conventual.         Caro Jovem, não deixe o chamado de Deus passar, talvez tenha chegado o seu momento e o seu lugar esteja entre nós, venha ser um frade franciscano Conventual, entre em contato com a nossa equipe vocacional.         Entre em contato ou acompanhe as atividades do Serviço de Animação Vocacional (SAV) de nossa Província.    Acesse aqui o Instagram do SAV.  Tel (61) 97 9 84082794 - Frei Antônio Mariae-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você precisa do JavaScript habilitado para visualizá-lo.     
  • Comunicação na Igreja: 6º Encontro Nacional das Pastorais de Comunicação acontecerá em Aparecida
    Entre os dias 19 e 22 de julho, no Centro de Eventos P. Vítor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP), será realizada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) mais um Encontro Nacional das Pastorais de Comunicação (Pascom). A sexta edição do encontro será presidida por Dom Darci José Nicioli, Arcebispo de Diamantina (MG) e terá a participação de mais de 500 agentes de comunicação de todo o país. “Comunicação e Igreja” foi o tema escolhido pelas lideranças para o encontro desta semana, depois do encontro de 2016, por meio de uma avaliação acompanhada de sugestões. A coordenação de toda a preparação e também da execução desse projeto pastoral está sendo acompanhada pelo P. Antonio Xavier, da assessoria da Comissão. Antônio levantou nomes junto a professores e pesquisadores e convidou, além de dom Leomar, os vários palestrantes que compõem a comunidade de pesquisadores do tema. Os doutores Ir. Joana Puntel, Ir. Helena Corazza, Moisés Sbardelotto e Elson Faxina, os professores Ricardo Alvarenga e Jessé Barbosa. Acontecerão seminários específicos: a educomunicação nas práticas pastorais da Igreja, Fotografia Religiosa: resignificação a partir da imagem, Implantação da Pastoral da Comunicação (considerando o processo concreto realizado em 2016 que envolveu inteiramente a arquidiocese de Diamantina), A pastoral em tempo de Redes Sociais Digitais e Planejamento de Comunicação. Saiba mais informações no site da CNBB.
  • Comunicados à Imprensa sobre o 201º Capítulo Geral Extraordinário
    A Secretaria Geral do Capítulo divulgou no site da ordem alguns comunicados sobre os trabalhos realizados até agora durante o 201º Capítulo Geral Extraordinário, que acontece desde o dia 24 de julho e será realizado até o dia 26 deste mês, em Nemi, Itália. Juntamente do Ministro Geral, Frei Marco Tasca, o provincial, Frei Marcelo Veronez, se reúne com muitos outros frades de todo o mundo para a “definição e aprovação do texto das constituições da Ordem dos Frades Menores Conventuais”, como havíamos noticiado aqui e aqui. Confira a seguir os comunicados:   3º Comunicado à Imprensa Divulgado em 06 de agosto de 2018 O Capítulo Geral concluiu os seus trabalhos sobre o Título II do Capítulo I, "A Profissão da Regra." O texto do Instrumentum Laboris foi substancialmente aprovado, exceto para o parágrafo que trata do papel do Capítulo Geral na promulgação de legislações; neste número, o texto das atuais Constituições permanece em vigor. Foram feitas revisões também na secção sobre o estudo da Regra e das fontes franciscanas, bem como parágrafo que trata do direito de dispensar as normas disciplinares das Constituições, que agora também incluem o Guardian.   2º Comunicado à Imprensa Divulgado em 04 de agosto de 2018 O Capítulo Geral concluiu seu trabalho sobre o Título I do Capítulo I: "Os Princípios Carismáticos da Ordem". O texto do Instrumentum Laboris foi substancialmente aprovado, com algumas modificações no parágrafo inicial e no parágrafo que descreve a convocalidade. O Capítulo Geral optou por incluir uma linguagem a respeito da natureza clerical da Ordem no Capítulo I. O Capítulo Geral também acrescentou um novo parágrafo sobre a natureza Mariana da Ordem, e outro parágrafo que explica o tipo de votos religiosos que emitem. Um novo parágrafo referente à herança Kolbiana da Ordem está em fase de planejamento e pode, se e quando for aceito, ser incluído no Capítulo I.   1º Comunicado à Imprensa Divulgado em 03 de agosto de 2018 Entre os primeiros atos do Capítulo Geral, houve a apresentação, discussão e adoção de um Ordo Procedendi, uma série de diretrizes destinadas a facilitar a discussão em profundidade dos textos do Instrumentum Laboris e a maneira de votar e modificar esses textos. Nesta tarefa, por vezes trabalhosa, os frades do Capítulo estão em um bom momento da discussão do Capítulo I: a vida evangélica dos frades. Eles já concluíram o trabalho sobre a introdução espiritual. O Capítulo Geral aceitou toda a Introdução espiritual apresentada no Instrumentum Laboris, com o acréscimo de um texto da terceira Admoestação de São Francisco de Assis.   Acompanhe tudo pelo site oficial do 201º Capítulo Geral Extraordinário: http://www.capgenofmconv.org/.   Traduzido e adaptado de: OFMConv.net. Autor Original: Frei Timothy Kulbicki (OFMConv), Secretário Geral do Capítulo.
  • Comunidade da Paróquia Santo Antônio do Menino Deus celebrou a II Trezena do Padroeiro
    Foi celebrado ontem (13), na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, em João Pessoa (PB), o encerramento da II Trezena de Santo Antônio. A celebração foi iniciada com uma procissão às 19h, seguida da Santa Missa às 19:30h com distribuição dos conhecidos “Pães de Santo Antônio”. A trezena teve início no dia 1º de junho e a cada noite contou com um celebrante convidado.   Durante a Santa Missa de abertura foi realizado o hasteamento da bandeira e a Eucaristia foi presidida pelo Vigário Geral da Arquidiocese da Paraíba, Padre Luís Júnior. O Arcebispo, Dom Frei Manoel Delson, celebrou no dia 06. Tivemos também a participação de sacerdotes da da OFMcov, OFMcap, Jesuítas e presbíteros das paróquias circunvizinhas.   Nas noites subsequentes, outros doze celebrantes foram convidados para presidirem a Celebração Litúrgica. Após cada uma delas foi promovida uma festa social com barraquinhas de comidas típicas. Os festejos contaram com muito forró pé de serra, shows de talentos entre os paroquianos, espaço kids, quadrilha e muita animação.   Crescimento espiritual da comunidade     O Frei Evilásio Andrade (OFMConv.), vigário paroquial, coordenou os trabalhos na Paróquia para a celebração da Trezena ao Padroeiro e contou sobre a sua experiência nestes últimos dias. “Esta II Trezena foi de muita alegria e fraternidade para nós, frades conventuais, porque percebemos o crescimento da comunidade que assumimos a pouco mais de 1 ano”, disse ele. O vigário comentou ainda sobre a maturidade espiritual que os fiéis tiveram neste período, tornando agora esta uma Paróquia Franciscana. “Durante a festa do padroeiro foi notável a presença do carisma franciscano e da espiritualidade antoniana no seio desta comunidade na arquidiocese da Paraíba. Agradeço a todos aqueles que estiveram empenhados neste processo”, afirmou o Frei Evilásio.   Confira abaixo a declaração do frade na íntegra!       Fotos: PASCOM Paróquia Santo Antônio do Menino Deus.     
  • Comunidade da Paróquia Santo Antônio do Menino Deus realiza o II Altos Papos
    No último sábado (20), foi realizado na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, em João Pessoa (PB), o II Altos Papos. A segunda edição do evento teve como tema “Existe anti-cristianismo na mídia?” e contou com a organização conjunta entre a Pastoral de Jovens São Boaventura e a Renovação Carismática Católica (RCC) Santo Antônio. O II Altos Papos teve a participação de cerca de 50 pessoas, sendo apresentado por Felipe Silvestre, integrante da Pastoral de Jovens. Ao longo do evento, foram abordados os seguintes tópicos: aspectos positivos e negativos das comunicações sociais; histórico da relação da Igreja com a mídia; evidências do anti-cristianismo na mídia; as notícias falsas e propagadas contra a Igreja. Palestraram durante a segunda edição do Altos Papos, Henrique Rodrigues, que é da PASCOM Nossa Senhora Aparecida e o Mestre em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Gláucio Vinicius. Os palestrantes falaram sobre as perseguições que muitos cristãos sofrem em regiões do Oriente Médio e, mais recentemente, na América Latina, com destaque para a situação na Nicarágua. Também foi tratado o lado positivo das mídias sociais, como um bom uso das redes e o alcance que elas têm, abordando ainda os canais católicos de televisão. Aconteceram momentos de debate com uma sessão de perguntas e respostas com as intervenções do público. Os membros do RCC conduziram tanto a abertura quanto o encerramento do evento.   Clique aqui e confira o I Altos Papos realizado na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus ainda em maio deste ano.  Colaborou: Felipe Matheus, Pastoral de Jovens São Boaventura. 
  • Comunidade da Paróquia São Francisco de Assis recebeu o V Encontro da Regional Centro-Oeste do Terço dos Homens
    No domingo (14), a Capela São José Operário, da Paróquia São Francisco de Assis, no Valparaíso (GO), foi sede do V Encontro da Regional Centro-Oeste do Terço dos Homens. Cerca de 1.160 fiéis das mais diversas dioceses se reuniram para a oração e a formação em momentos de muita fé e grande devoção mariana. A programação foi iniciada às 08h30 com a celebração da Santa Missa presidida por Dom Waldemar Passini, Bispo da Diocese de Luziânia. Em seguida, o Frei Ennis Araújo (OFMConv) ministrou uma conferência sobra a Iniciação à Vida Cristã. Logo após, aconteceu a palestra “Vida de Oração e Comunidade” com o Luiz Cardoso da Silva, da Renovação Carismática Católica (RCC) do Valparaíso. No período da tarde, às 14h, o Frei Jailson Araújo (OFMConv) (diretor espiritual da diocese de Luziânia) palestrou sobre “A Importância de Maria Para os Cristãos e a Devoção Mariana”. Posteriormente, os homens foram divididos por suas dioceses e iniciaram a oração do Santo Terço. O coordenador paroquiano do Terço dos Homens e vice coordenador do Terço dos Homens da Diocese de Luziânia, Antônio Dantas Cordeiro, esteve à frente desta ocasião de contemplação e reflexão. Juntamente dele, auxiliaram também o coordenador arquidiocesano de Brasília, José Feitosa de Carvalho e o coordenador do Terço dos Homens da Diocese de Luziânia, Carlos Henrique Barbosa.  O evento estava sendo preparado há mais de um ano, quando, durante o IV Encontro da Regional Centro-Oeste do Terço dos Homens, que aconteceu em Anápolis (GO), os fiéis de São Francisco de Assis receberam a notícia de que a Paróquia havia sido sorteada para sediar a próxima reunião. “Foi muito cansativo, mas foi também muito gratificante”, contou Dantas sobre o processo de organização do evento.  A Paróquia Nosso Senhor do Bonfim, de Silvânia (GO), será a sede do próximo encontro que acontecerá no ano que vem. O grupo do Terço dos Homens da Paróquia São Francisco existe há mais de uma década e tem reuniões todas as segundas-feiras às 20h30 na igreja dedicada ao fundador da Ordem Franciscana.   Confira mais fotos na galeria! Fotos: PASCOM Paróquia São Francisco de Assis.  Confira mais informações na fanpage da Paróquia São Francisco de Assis aqui.
  • Comunidade de Candeias (BA) celebrará a Festa dos Santos Anjos
    A comunidade da Capela Nossa Senhora de Fátima, do Santuário Nossa Senhora das Candeias, em Candeias (BA), celebrará no próximo sábado, 29, a Festa dos Santos Anjos. A solenidade será iniciada às 17h30 com a Procissão Luminosa, relembrando os Arcanjos São Miguel, São Rafael e São Gabriel. A caminhada partirá do Santuário Nossa Senhora das Candeias e seguirá pelas ruas da cidade até a Capela. Logo após, haverá a Santa Missa por cura e libertação que será presidida pelo frei Francisco Nascimento (OFMConv). Os fiéis e as fiéis deverão levar velas para a procissão e poderão carregar outros objetos de devoção que serão abençoados no final da celebração.   Os santos anjos Cada um desses três Arcanjos tem uma função específica. O Arcanjo Gabriel, cujo nome significa “emissário do Senhor”, aparece sempre na Bíblia como o mensageiro de Deus. Ele foi o grande responsável pela Anunciação (Evangelho de São Lucas) à Virgem Maria da concepção e do Natal de Jesus, Filho de Deus. São Gabriel também é o responsável por orientar o profeta Daniel em seus trabalhos proféticos, encaminhando as mensagens de Deus ao profeta. São Rafael Arcanjo aparece no livro de Tobias. Ele toma a forma humana e guia Tobias e seu pai, Tobit. Seu nome significa “cura de Deus”, por isso ele é tido também como protetor dos médicos e sacerdotes. Ele traz a cura para o corpo e para a alma. São Rafael também é o chefe dos Santos Anjos da Guarda. Já o Arcanjo São Miguel, cujo nome significa “Quem é um com Deus?”, é protagonista de diversas aparições bíblicas. A mais emblemática é retratada em uma das leituras no Apocalipse. São Miguel lidera os anjos do exército de Deus contra o dragão que ameaça a mulher e seu filho. Ele é o guardião do livre arbítrio e do Reino de Deus, assim como de seus herdeiros, os justos.   Via: Santuário de Candeias. Autor(a): Pascom- Santuário Nossa Senhora das Candeias.
  • Comunidade do Santuário de Candeias celebra o Novenário em Ação de Graças à Virgem dos Pobres
    Desde domingo, 05, a comunidade da Igreja da Virgem dos Pobres, do Santuário Nossa Senhora das Candeias, em Candeias (BA), promove os festejos do Novenário em ação de graças à padroeira do bairro. Neste ano, a capela, que fica no bairro do Malembá, completa 35 anos de fundação e, para a celebração, seguem o tema “Com a Virgem dos Pobres, na Casa do Senhor, Celebrar 35 anos de vida na fé e amor”. A abertura dos festejos aconteceu às 05h de domingo, com a alvorada de fogos seguida pela Oração do Ofício e o hateamento da bandeira. A novena segue até o dia 14 de agosto, com missas às 19h30. Nos dias 5 e 12 de agosto, as missas acontecerão às 17h. A tradicional procissão será realizada no dia 14 de agosto, às 16h e no percurso os fiéis e as fiéis percorrerão as principais ruas do bairro. A missa solene, às 17h, encerra as festividades em honra a padroeira da comunidade. Atualmente, a comunidade celebra a terceira noite do Novenário. Confira a programação dos próximos dias no site do Santuário de Candeias.     Virgem dos Pobres A aldeia de Banneux, na Bélgica, encontra-se a 25 km da cidade de Lieja. O local não possui nenhuma atração turística. Na rodovia que vai de Louveigné a Pepinster, a um quilômetro da igreja paroquial, encontra-se uma modesta casa de operários onde vive a família Becó. Úmido e pantanoso, o lugar é conhecido como "La Fange" (“A lama”, em tradução livre). Diante da casa há uma pequena horta. Em 1933, a família compunha-se dos pais e doze filhos. Mariette Beco era a mais velha de seus 11 irmãos. A família de Mariette não praticava a religião, sendo seus membros católicos apenas de nome.  Nesse ambiente, que não era hostil, mas vivia num clima de indiferença religiosa, a vidente fizera a primeira comunhão e por vezes rezava, antes de dormir, algumas orações num Rosário que havia encontrado por acaso. Fonte da Virgem dos Pobres no local das aparições, em Banneux, na Bélgica.   No dia 15 de janeiro de 1933, enquanto esperava por um de seus irmãos, Maria, por volta das sete horas da noite, olha pela vidraça da janela da cozinha e, de repente, vê uma formosa Senhora, toda resplandecente. É a Santíssima Virgem que a convida a aproximar-se. A mãe a proíbe e a Senhora desaparece. Três dias depois, novamente às sete horas da noite, Maria sai de sua casa e a Virgem lhe aparece pela segunda vez. A aparição retorna outras seis vezes, a partir de 15 de janeiro até o dia 2 de março. Revela-se como a Virgem dos Pobres e manifesta a Mariazinha o desejo de que se construa uma capela e se reze muito. Também afirma que uma fonte de água está à disposição de todos, especialmente dos enfermos. Finalmente revela-se como a Mãe de Deus. Saiba mais clicando aqui.   Fontes: Arquidiocese de São Paulo e Santuário de Candeias.